Banho na Gruta dos Índios

Pense num dia quente. Pense num dia muito abafado. Pense num calor insuportável. Pois é, assim foi o dia de ontem, quando fizemos um pedal sofrido, mas muito bem recompensado com um belo banho de cachoeira na Gruta dos Índios.

Até a ponte amarela é tranquilo, só descer e aproveitar o vento quente batendo na cara. Estava muito quente mesmo.

Na subida após a ponte começou o martírio. 40°C no lombo, os capacetes torrando, um forno.

Subimos, subimos e subimos. Esta subida já é cruel mesmo em dias frios, com o calor que fez ontem foi ainda mais sofrido.

Lá em cima, já na parte plana do trajeto, entramos para a gruta por uma entrada desconhecida por mim. Caminho novo, mais subida, agora no meio de muitas árvores e mato pra todos os lados. Esta entrada é a que os veículos usam para chegar até a gruta, nunca havia entrado por ali.

Continuamos nosso caminho, sempre morro acima. Mas, quem pedala saber que nem tudo é fácil, que nem todo caminho é tranquilo, e que no final compensa todo sofrimento.

Baita pedal, 47km num sol de fritar bife em calçada. Mas muito bom. Valeu pela Parceria Cemin e Duca.

Ah, não podia deixar de comentar que o Cemin nos proporcionou dois belos tombos em menos de 10 metros entre um e outro. Coisa linda…