Descendo o Paredão pra tomar uma Serra Malte

Finalmente descemos o Paredão. Fazia tempo que eu quria voltar e fazer uma pedalada para estes lados, só pra ver se a descida ainda era espetacular.

10 horas da manhã, partimos ali da Ótica Amarela, eu, Gaio, Paganella e Cercatto. Adentramos no Bairro Cruzeiro, seguimos pela França, passamos pelo Le Bunda e pedalamos em direção à São Virgilio.

Diferente de outras épocas, esta região agora está sendo tomada pelo asfdalto.

Fizemos uma paradinha para homenagear o amigo Leôncio.

E seguimos adiante, sempre no mesmo ritmo “chove-não-molha”, hehehe. Lá na escolinha um impasse, pois eu não lembrava se era para dobrar e descer as esquerdas ou descer pelas direitas. Após alguns instantes de indecisão e várias consultas ao GPS, despencamos pela estrada da esquerda.

Sábia decisão, era por ali mesmo, hehehe. E chegamos em São Braz, sim, outro São Braz, não sei de que légua é isso.

Dali pra frente é um descidão espetacular, passando pela paredão.

Descemos tranquilos até o paredão, onde paramos para algumas fotos do lugar e da galera.

E, após esta breve parada para mostrar aos demais pedaladores o porque do nome “paredão” a descida seguinte é uma maravilha de ser feita pedalando. Descemos sem parar até o início dos cotovelos, com gente colocando 78km/h na criança, hehe. Gizuis…

Depois de mais uma paradinha, reagrupamos no incício dos cotovelos. Os discos do Gaio estavam fritando, acho que ele freou demais. Zarpamos novamente, morro abaixo, com uma série interminável de cotovelos pela frente.

Larguei na frente, seguido pelo Paganella, mais atras vinha o Cercatto e lá na finaleira o Gaio. Tomamos um banho de irrigação no meio da descida mas tava tudo certo, chagamos tranquilos lá em baixo, onde reagrupamos novamente.

Bom, dali pra frente é caminho meio chato, estradão em obras, costeando o Rio Caí. Fizemos rapidão pra não perder tempo, pois a comida no João Puto nos aguardava.

E, após alguns minutos e uma breve esquentada nas pernas, chegamos ao paraíso da culinária, Restaurante Mazoquini, mais conhecido como João Puto, onde fizemos uma parada para re-hidratar e repor as energias gastas com a primeira parte do pedal.

Um brinde.

Sim, eu fui pedalar também, então eu precisava aparecer em alguma foto, hehehe.

Eesta parada valeu mesmo a pena, estava bão demais. Ainda mais sendo servidos pela simpática Patrícia.

Ficamos ali re-hidratando, jogando conversa fora e falando com alguns conhecidos que apareciam para almoçar durante um bom tempo, até que resolvemos retomar o pedal e pegar o rumo de casa.

Agora seria só subida e, para qualquer lado que olhássemos, era subida ruim. O Bello foi de cara descartado. Resolvemos subir o Motter, que é mais longo mas mais tranquilo.

Que merda, aquilo já foi mais tranquilo de subir. Estão preparando a estrada para receber asfalto ali em baixo, está muito ruim de pedalar, muita pedra solta, pedras gigantes, cascalho, terrível. Mas seguimos adiante, sem medo.

O Cercato estava fizando censado, então nos revezamos na sua parceria, cada pouco um ia acompanhando o cidadão para não desanimar o bixo, pois a subida é loooooonga.

Lá em cima, quase na civilização, onde já é esfaltado, eu fiz uma paradinha para esperar a tropa, enquanto isso umas fotinhos para matar o tempo.

E a tropa chegou, reagrupamos e seguimos em frente. Aimos na civilização e cada um foi pra sua casa. 64km pedalados, numa ótima parceria da gurizada medonha. Ritmo tranquilo e muita risada. Até o próximo.

Pedalzito do trabalhador

Terça-feira, feriado mundial do dia do trabalho, fizemos um pedalzito bacana. Inicialmente haviamos marcado para sair pela manhã, mas a novale mexicana que sempre ocorre nas negociações dos pedais (hehe) não permitiu, resolvemos então largas de tarde.

Saímos ali do Mosteiro, subimos os SPA, descemos o 30 e fomos em direção à Santa Justina, sem susto, sem descanso, pois tava muito frio e precisávamos esquentar. Ah, sim, no pedal estava eu, Duca, Zéqui e mais dois amigos pedaladores do Zéqui, um deles exteando sua “moto” nova. Que nave!!!

Ali em Santa Justina uma paradinha pra reagrupar a tropa e decidir por onde iriamos. Eu e o Duca descemos atá a capelinha do garganta, enquanto o Zéqui e os demais resolveram dar uma atalhada pela gruta. Combinamos, sem querer, de nos encontrar em Otávio Rocha.

Seguimos então morro abaixo, no laço, até a gruta, dobramos para o Rio sem Ponte pro Duca conhecer a estrada e seguimos. Agora é só subida, até o final da volta. E que subida! Fazia muito tempo que eu não passava por ali. É muito bala esta estradinha.

Subimos a primeita parte até a Árvore Erótica, onde paramos para umas fotos.

Antes disso o Duca ainda tirou outras fotos, mas não mandou pra eu publicar, acho que ficou com vergonha, hehehe, ou eu não tirei direito, um dos dois aconteceu.

Ali da árvore erótica ainda batemos uma foto da subida que nos aguardava.

Subimos, subimos e subimos, sempre num ritmo muito bom, as pernas estavam estourando. Lá em cima, no primeiro lance plano da estrada, mais uma foto para retratar a passagem e uma vista bala do vale.

E seguimos subindo, agora em um estradão mais largo, onde os carros já andam em velocidades mais elevadas. E chegamos no cartódromo oval. Ali resolvemos descer de volta para Otávio Rocha, sem ir pelo Carvalho, fica pra outra pedalada.

Descemos rapidinho, pela estradinha de terra que passa dentro das propriedades da região, pois descer pelo asfalto iria gastar demais os pneus. Chegamos em Otávio Rocha e achamos o resto da tropa tomando um cotão no armazem da esquina, que fica perto do bar da esquina, barbada de achar.

Ali, paramos, tomamos uma coca também – aliás, devo uma coca 600 pro Duca – e falamos umas bobagens. Estava esfriando, resolvemos levantar acampamento e voltar.

Voltamos pela subida mortal, pelo atalho do milharal, em direção ao sítio da Lagoa. subidinha bala, sem descanso, mas subimos legal, sempre num ritmo bom e estourando as pernas. O Duca tá se puxando, preciso treinar mais, hehehe, ou beber menos na noite anterior, pois neste ponto a cerveja da janta do dia anterior já estava saindo pelos poros.

Láaaaaaaaa no asfalto reagrupamos, andamos um pouco pelo asfalto e pegamos as dereita no atalho do véio louco. Passamos zunindo pela casa dele e eu nem reparei que ele estava lá, com o tacape na mão, esperando alguma alma para ser abatida.

Quase no final do atalho do véio louco eu tomei um banho de barro e água gelada. É… vou me vingar, hehehe.

Na saída do atalho (ou entrada) agora tem uma pontezinha e asfalto. Asfalto é o que mais tem nesta região agora, nossas opções para estes lados estão ficando esgotadas. Seguimos então pra cima, óbvio, pela igrejinha, pra cansar um pouco mais. Subida chara, com bastante pedras e cascalhos, mas subimos bem de novo.

O Duca, pra variar, subiusocando a bota e eu, desta vez, fui ficando pra tras. Mas cheguei.

Pouco depois o resto da tropa também apareceu e despencamos morro abaixo. Teve gente que quis adquirir uns dois terrenos em dois pontos diferente, mas não conseguiu. Ufa!!!

Agora a subida pra voltar pra casa é sem graça, só asfalto até a civilização, sem sustos. Apenas renomeamos parte da subida, agora ela é conhecida como subida das galinhas escaladoras.

Ali na capelinha do 30 paramos para regrupar e nos despedir da tropa. Foi um pedal bem legal, 58km socando a bota nas subidas, culpa do Duca. Até o próximo.

Gelain com almoço no Gringo

Hoje o dia estva espetacular para pedalar. Durante a semana cancelamos o pedal que faríamos até o Canion Fortleza por causa da péssima previsão do tempo que nos enganou valendo. Aliás, todos sabem minha opinião sobre previsão do tempo: não presta.

Bom, voltando ao pedal de hoje, fizemos um bate e volta até o mirante Gelain, lá no Travessão Alfredo Chaves, interior de Flores da Cunha e Nova Pádua. Fomos eu, Cemin e Duca, os pedaladores índios do dia.

Largamos ali do Mosteiro as 9 e bico da madrugada. Até esperamos um pouco além do normal para ver se aparecia mais alguém, nada. Resolvemos partir. Subimos os SPA, descemos a Linha 40, subimas a ótima subidinha da Linha 40 e seguimos em frente.

Descemos pelo caminho do morceguinho e saímos lá em baixo no primeiro asfalto, cruzamos o local onde se toma banho de barro e seguimos. Passamos pela favela em construção, mais subida, mais subida e mais subida, até sairmos lá em baixo, no outro asfalto, já no ravessão Alfredo Chaves.

Passamos reto pela comunidade e seguimos até o mirante, onde fizemos uma parada para fotos e tal.

Depois de uma bananinha devorada e um litro de água tomado, resolvemos voltar. Agora o destino era o que mais nos motivava a pedalar, pois combinamos de almoçar no Gringo, em Otávio Rocha, pois os dois pedaladores que me acompanhavam nunca pararam lá para comer, o que é lamentável, tive que levar os índios pra conhecer o estabelecimento do Rudi.

E subimos numa pedalada só, todos com pressa, hehehe. Chegamos em Otávio Rocha e fomos direto para o Gringo, encostamos as bikes num canto, arrumamos uma mesa e nos preparamos pro almoço. Ah, mas antes teve limãozinho, óbvio.

Pena que tava quente o treco, se não eu tinha tomado uns dois litros.

Enquanto esperávos para arrumarem uma mesa pra nós, um amigo apareceu.

Depois, foi só senter e se deliciar com o maravilhoso almoço servido no Gringo. É muito bom.

Cemin tava com fome.

O Duca também.

E eu sou gringo, não posso negar. hehe

Bom, depois de toda essa comilança, sentamos ali na frente na calmçada onde ficamos lagartiando um tempo até o estômago voltar ao normal. Depois que as pernas esfriaram bastante (hehe) resolvemos retomar o pedal e voltar pra casa.

Mapinha do trajeto feito.

Foi um pedalzito muito bacana. 65km de muita diversão. Até o próximo.

Trilha da Usina

Feriado de sexta-feira de páscoa, sol, tempo bom, ótimo para pedalar. Fui convidado pelo mestre Paganela par aum pedalzito com a tropa dele. Aceitei e convidei o parceiro Cemin.

Partimos 14 horas em direção ao bairro Cruzeiro para fazer a trilha da Usina. Fazia muito, mas muito tempo que não entreva neste matagal, nem lembrava de como era. Mas logo que saimos da civilização e entramos no mato eu lembrei que na descida até a tão falada “usina” o bicho pega de verdade.

E pegou. Que descida cruel, praticamente impossível descer pedalando, alguns até tentaram, mas não por muito tempo. Eu, depois de várias semi-quedas desisti e levei a bike caminhando. Tava complicado.

Lá em baixo uma parada para ver o rio, as cascatas e tal e logo retomamos a pedalada. Agora sim, pedalando, para cima, pois a subida que nos aguardava era das boas.

Depois de uma subida curta mas bem ´ngreme, saímos no estradão de Santa Lúcia. Aí, no incício é uma descida espetacular até a ponte amarela. Depois, é só subida, sem trégua. Eu e o Cemin largamos na frente, sem parar, subimos tracionando o 4×4, hehehehe.

Pedal curto, mas bem interessante, deu pra esauentar as pernas. E sem fotos. Falow, até o p´roximo.

Pipinha do Vale Trentino

Mais um pedalzito reunindo a tropa para dar risada e cansar as pernas. Nos agrupamos ali no CPe as 14horas, estávamos em 9 pedaladores. Como tínhamos que sair lá por tras do Intercity, cruzamos pelo estacionamento do xópis Iguatemi, onde surgiu o primeiro problema do pedal.

Atravessamos a passarela de pedestres empurrando as bikes, ninguém atravessou pedalando. Ao ingressarmos no estacionamento, local onde circularm veículos, montamos nas bikes e fomos andando, até o outro lado. Eis que logo apareceu um segurança, pilotando sua moto e nos obrigou a descer e empurrar as bikes.

Não achei certo, até tentei me comunicar com o cidadão para saber qual o motivo de não podermos atravessar o estacionamento pedalando, mas não houve chance para diálogo, desci da bike e fui empurrando. Outros até foram pedalando, discutindo com o segurança, que ficou bem brabinho e teve seu momento de fama.

A vida segue, saímos do estacionamento e seguimos em direção ao Desvio Rizzo, “por detras”, hehehe, só que surgiu o segundo problema do pedal. O ricardo meio que bobebou numa descida, se “perdeu nos controles” e acabou caindo da bike. Machucou as mãos e fez alguns arranhões pelo corpo, mas a bike tava inteira.

Com o tombo ele preferiu voltar, é melhor não seguir em frente nestes casos, pois se algo pior aconteceu, só vai descobrir quando esfriar e acalmar a adrenalina. Seguimos então em 8 pedaladores em direção à Forqueta.

De Forqueta demos a volta no Vale Trentino, fomos até lá em baixo, passando pela casa do Seu Barbante e subindo pelos cotovelos malditos da cascatinha. Aliás, eu e o Duca subimos pedalando, foi fudrido, mas subimos. Eita subi9ndinha complicada aquela.

Depois reagrupamos novamente a tropa e descemos até o final do Vale retornando por Nossa Senhora da Salete. Chegemos de novo em Forqueta, onde paramos para reagrupar e tomar alguma coisa para rehidratar, tipo umas cervejas, óbvio. E aproveitamos para arrumar os furos dos pneus de algumas bikes, hehehe.

Aí surgiu o terceiro problema do pedal. O Esequiel resolveu ligar para o Ricardo para saber como ele estava, eis que venho a triste notícia de que ele havia sido atropelado na Perimetral, bem perto de casa. Aí acabou o ânimo do pedal.

Acabou até a minha vontade de escrever mais, pois se eu for escrever tudo o que penso de motoristas, principalmente os péssimos motoristas da nossa região, eu ficaria horas teclando e expondo a raiva que tenho destes elementos, o que não levaria a nada, só ao meu próprio desgaste.

De Forqueta retornamos por uma das rodovias da morte, a RS122.

Bom, ficam algumas fotos do pedalzito, para relembrar da baita parceria da galera

Até o próximo e que o Rica se recupere logo e volte a pedalar o mais rápido possível. E, além disto, esperamos que um dia os motoristas ignorantes entendam que ciclista não é vagabundo ou marginal.

That’s all.

Fantástica Cascata do Carapiaí

Buenas gurizada pedalística. Neste último sábado fizemos um pedal espetacular. Não foi das maiores quilometragens, mas foi ótimo pela baita parceria da tropa do Ezequiel e também pela fantástica localidade visitada.

Marcamos 9 horas ali na ótica amarela. No horário marcado todos estavam lá, 9 pedaladores dispostos a se divertir: Esequiél, Valderes Cabeça, Ricardo, Jair, Luciano, Luis representado a tropa do Zéki e mais eu, Duca e Gaio representando os sombrabikers.

Apresenteções feitas, checagem de material, partimos rumo ao cruzeiro. Adentramos no bairro, passamos pelo penabranca e saimos lá no santo omo bom. Até ali não tece muita emoção, pois é mais saída da civilização, fugir do caos.

Reagrupamos a tropa no posto da rota do sol. Ali onde estacionam os canos da nova barragem.

Do posto seguimos em direção à São Braz, pelo asfalto, para gastar os pneus. Antes de São Braz, pegamos as esquerdas, para entrar em território desconhecido dos SB, aí começou a festa.

Estradas espetaculares, ora estradão de chão batido, larga, ora estradinhas fechadas, que só tem um trilho e graminha. É este o nosso terreno.

Deu até para fazer a feira.

O caminho é “felomenal”, quebradas para todos os lados. O GPS tinha a rota traçada por mim via gluglu érfi, mas o Peixe ia sempre na frente, já que conhecia o caminho e só tava esperando o GPS errar para falar mal de mim, hehehehehe.

Subimos, descemos, subimos e descemos. Até chegar numa igreja que eu nem imagino o nome, pois não tinha nenhuma indicação.

Outros aproveitaram para tomar banho, ou melhor, abastecer as caramingolas de água geladinha, direto da fonte. É o que diziam.

E seguimos, agora é tudo descida. E que descida. Um descidão bacana, bom pra se perder nas curvas e comprar uns terrenos, mas deu tudo certo. Todos chegaram lá em baixo tranquilos, uns mais rápidos outros mais demorados, mas todos chegaram.

E vale todo sacrifício para ir até ali, vale mesmo.

Ficamos um bom tempo aproveitando o lugar.

Comemos uns pastéis que o Cabeça levou em sua marmitex e também comemos quase todas maças e peras que pegamos na “feira”. Até que chegou a hora de voltar.

Corpos bezuntados de protetor solar para proteger do solaço e zarpamos em direção à Fazenda Souza. No início, logo na saída, é um subidão complicado, muita pedra e bem íngreme. Os primeiros metros a maioria subiu empurrando, alguns até conseguiram pedalar.

Ah, quase esqueci, o Ezequiel foi resolveu emprestar seu mel para as mutucas e saiu lá de baixo com umas 30 picada, hehe, mas tá tudo certo com ele, eu acho.

Subimos, subimos e subimos. Sempre com a tropa agrupando nos pontos críticos, jamais se deixa alguém pra trás.

Chegamos em Souza Farm e fomos comer no famoso suspenso. E o que comemos?

Certo que teriamos que comer o chapão banhento. E tava bão demais. A tropa do Ezequiel preferiu só tomar cerveja e ficar de olho na nossa comida, até que veio o picadinho deles. Ficamos com pena dos viventes e doamos nossa salada para ajudar.

E era isso, a volta foi sem susto e sem emoção. Caminho tradicional. Apenas um imprevisto: estourou a corrente de alguém, aí a tropa se separaou. Eu vim embora com o Duca e o Gaio, que ambos tinham compromisso e o restante ficou arrumando a corrente, mas depois chegaram bem.

Mais fotos? Aqui.

Foi um pedal espetacular. Ótima parceria e ótimos lugares novos.

Querem saber onde fica? Não conto.

Sessenta e poucos km de muita diversão. Era isso, até o próximo jaguarada.