[LOJA] Cassete K7 Sram PG 990 R

Cassete K7 Sram PG 990 Red Spider
11-34T
Tecnologia Power Glide II
9 velocidades
Aranha Vermelha
USADO
Valor R$180,00

Interessados é so entrar em contato. Pode ser ali pela seção de comentários ou pelo mail do site.

Trilha da Usina

Feriado de sexta-feira de páscoa, sol, tempo bom, ótimo para pedalar. Fui convidado pelo mestre Paganela par aum pedalzito com a tropa dele. Aceitei e convidei o parceiro Cemin.

Partimos 14 horas em direção ao bairro Cruzeiro para fazer a trilha da Usina. Fazia muito, mas muito tempo que não entreva neste matagal, nem lembrava de como era. Mas logo que saimos da civilização e entramos no mato eu lembrei que na descida até a tão falada “usina” o bicho pega de verdade.

E pegou. Que descida cruel, praticamente impossível descer pedalando, alguns até tentaram, mas não por muito tempo. Eu, depois de várias semi-quedas desisti e levei a bike caminhando. Tava complicado.

Lá em baixo uma parada para ver o rio, as cascatas e tal e logo retomamos a pedalada. Agora sim, pedalando, para cima, pois a subida que nos aguardava era das boas.

Depois de uma subida curta mas bem ´ngreme, saímos no estradão de Santa Lúcia. Aí, no incício é uma descida espetacular até a ponte amarela. Depois, é só subida, sem trégua. Eu e o Cemin largamos na frente, sem parar, subimos tracionando o 4×4, hehehehe.

Pedal curto, mas bem interessante, deu pra esauentar as pernas. E sem fotos. Falow, até o p´roximo.

Pipinha do Vale Trentino

Mais um pedalzito reunindo a tropa para dar risada e cansar as pernas. Nos agrupamos ali no CPe as 14horas, estávamos em 9 pedaladores. Como tínhamos que sair lá por tras do Intercity, cruzamos pelo estacionamento do xópis Iguatemi, onde surgiu o primeiro problema do pedal.

Atravessamos a passarela de pedestres empurrando as bikes, ninguém atravessou pedalando. Ao ingressarmos no estacionamento, local onde circularm veículos, montamos nas bikes e fomos andando, até o outro lado. Eis que logo apareceu um segurança, pilotando sua moto e nos obrigou a descer e empurrar as bikes.

Não achei certo, até tentei me comunicar com o cidadão para saber qual o motivo de não podermos atravessar o estacionamento pedalando, mas não houve chance para diálogo, desci da bike e fui empurrando. Outros até foram pedalando, discutindo com o segurança, que ficou bem brabinho e teve seu momento de fama.

A vida segue, saímos do estacionamento e seguimos em direção ao Desvio Rizzo, “por detras”, hehehe, só que surgiu o segundo problema do pedal. O ricardo meio que bobebou numa descida, se “perdeu nos controles” e acabou caindo da bike. Machucou as mãos e fez alguns arranhões pelo corpo, mas a bike tava inteira.

Com o tombo ele preferiu voltar, é melhor não seguir em frente nestes casos, pois se algo pior aconteceu, só vai descobrir quando esfriar e acalmar a adrenalina. Seguimos então em 8 pedaladores em direção à Forqueta.

De Forqueta demos a volta no Vale Trentino, fomos até lá em baixo, passando pela casa do Seu Barbante e subindo pelos cotovelos malditos da cascatinha. Aliás, eu e o Duca subimos pedalando, foi fudrido, mas subimos. Eita subi9ndinha complicada aquela.

Depois reagrupamos novamente a tropa e descemos até o final do Vale retornando por Nossa Senhora da Salete. Chegemos de novo em Forqueta, onde paramos para reagrupar e tomar alguma coisa para rehidratar, tipo umas cervejas, óbvio. E aproveitamos para arrumar os furos dos pneus de algumas bikes, hehehe.

Aí surgiu o terceiro problema do pedal. O Esequiel resolveu ligar para o Ricardo para saber como ele estava, eis que venho a triste notícia de que ele havia sido atropelado na Perimetral, bem perto de casa. Aí acabou o ânimo do pedal.

Acabou até a minha vontade de escrever mais, pois se eu for escrever tudo o que penso de motoristas, principalmente os péssimos motoristas da nossa região, eu ficaria horas teclando e expondo a raiva que tenho destes elementos, o que não levaria a nada, só ao meu próprio desgaste.

De Forqueta retornamos por uma das rodovias da morte, a RS122.

Bom, ficam algumas fotos do pedalzito, para relembrar da baita parceria da galera

Até o próximo e que o Rica se recupere logo e volte a pedalar o mais rápido possível. E, além disto, esperamos que um dia os motoristas ignorantes entendam que ciclista não é vagabundo ou marginal.

That’s all.

Cancun, o paraiso existe

Não vou falar da educação, da limpeza, da organização, do respeito, da segurança e de tudo mais que gostaríamos de ver no Braziuziuziu e que existe logo ali em Cancun, um paraiso que não pode deixar de ser conhecido.

Vou apenas comentar que lá, sim, logo ali no paraiso caribenho, além do ótimo transporte público e ruas e avenidas limpíssimas, existe ciclovia ligando o aeroporto ao centro da cidade, que passa por toda zona hoteleira, com uns 40km de distância. E mais, o povo respeita isso lá, mesmo não tendo muitas bicicletas girando pela cidade.

O paraiso existe.

Fantástica Cascata do Carapiaí

Buenas gurizada pedalística. Neste último sábado fizemos um pedal espetacular. Não foi das maiores quilometragens, mas foi ótimo pela baita parceria da tropa do Ezequiel e também pela fantástica localidade visitada.

Marcamos 9 horas ali na ótica amarela. No horário marcado todos estavam lá, 9 pedaladores dispostos a se divertir: Esequiél, Valderes Cabeça, Ricardo, Jair, Luciano, Luis representado a tropa do Zéki e mais eu, Duca e Gaio representando os sombrabikers.

Apresenteções feitas, checagem de material, partimos rumo ao cruzeiro. Adentramos no bairro, passamos pelo penabranca e saimos lá no santo omo bom. Até ali não tece muita emoção, pois é mais saída da civilização, fugir do caos.

Reagrupamos a tropa no posto da rota do sol. Ali onde estacionam os canos da nova barragem.

Do posto seguimos em direção à São Braz, pelo asfalto, para gastar os pneus. Antes de São Braz, pegamos as esquerdas, para entrar em território desconhecido dos SB, aí começou a festa.

Estradas espetaculares, ora estradão de chão batido, larga, ora estradinhas fechadas, que só tem um trilho e graminha. É este o nosso terreno.

Deu até para fazer a feira.

O caminho é “felomenal”, quebradas para todos os lados. O GPS tinha a rota traçada por mim via gluglu érfi, mas o Peixe ia sempre na frente, já que conhecia o caminho e só tava esperando o GPS errar para falar mal de mim, hehehehehe.

Subimos, descemos, subimos e descemos. Até chegar numa igreja que eu nem imagino o nome, pois não tinha nenhuma indicação.

Outros aproveitaram para tomar banho, ou melhor, abastecer as caramingolas de água geladinha, direto da fonte. É o que diziam.

E seguimos, agora é tudo descida. E que descida. Um descidão bacana, bom pra se perder nas curvas e comprar uns terrenos, mas deu tudo certo. Todos chegaram lá em baixo tranquilos, uns mais rápidos outros mais demorados, mas todos chegaram.

E vale todo sacrifício para ir até ali, vale mesmo.

Ficamos um bom tempo aproveitando o lugar.

Comemos uns pastéis que o Cabeça levou em sua marmitex e também comemos quase todas maças e peras que pegamos na “feira”. Até que chegou a hora de voltar.

Corpos bezuntados de protetor solar para proteger do solaço e zarpamos em direção à Fazenda Souza. No início, logo na saída, é um subidão complicado, muita pedra e bem íngreme. Os primeiros metros a maioria subiu empurrando, alguns até conseguiram pedalar.

Ah, quase esqueci, o Ezequiel foi resolveu emprestar seu mel para as mutucas e saiu lá de baixo com umas 30 picada, hehe, mas tá tudo certo com ele, eu acho.

Subimos, subimos e subimos. Sempre com a tropa agrupando nos pontos críticos, jamais se deixa alguém pra trás.

Chegamos em Souza Farm e fomos comer no famoso suspenso. E o que comemos?

Certo que teriamos que comer o chapão banhento. E tava bão demais. A tropa do Ezequiel preferiu só tomar cerveja e ficar de olho na nossa comida, até que veio o picadinho deles. Ficamos com pena dos viventes e doamos nossa salada para ajudar.

E era isso, a volta foi sem susto e sem emoção. Caminho tradicional. Apenas um imprevisto: estourou a corrente de alguém, aí a tropa se separaou. Eu vim embora com o Duca e o Gaio, que ambos tinham compromisso e o restante ficou arrumando a corrente, mas depois chegaram bem.

Mais fotos? Aqui.

Foi um pedal espetacular. Ótima parceria e ótimos lugares novos.

Querem saber onde fica? Não conto.

Sessenta e poucos km de muita diversão. Era isso, até o próximo jaguarada.

BICICLETADA NACIONAL

BICICLETADA NACIONAL – CAXIAS DO SUL – RS

QUANDO: terça, 6 de Março de 2012
HORÁRIO: 19:00 até 22:00
LOCAL: Saída em frente a Prefeitura Municipal de Caxias do Sul – RS

Bicicletada Nacional dia 06 de março, terça-feira. Na sexta-feira 02/03 morreram três ciclistas atropelados por em São Paulo, Brasília e Belém. Há menos de um mês um menino de seis anos de idade também foi atropelado e morreu em Porto Alegre.

Convocamos uma Bicicletada Nacional em solidariedade às vítimas do trânsito e pedindo mais respeito e prioridade nas políticas públicas de mobilidade.

Aracaju (SE): 20 hs, Mirante da Treze de Julho
Brasília (DF): 19h, Praça das Bicicletas (Museu Nacional);
Caxias do Sul (RS): 19h, em frente a Prefeitura Municipal;
Curitiba (PR): 19h, Pátio da Reitoria (UFPR) Amintas de Barros (entre Dr. Faivre e Gen. Carneiro);
Florianópolis (SC): 19h, Skate Park Trindade (em frente ao Iguatemi);
Manaus (AM): 19h30, Parque dos Bilhares (lado da Constantino Nery);
Maringá (PR): 19h, Praça da Catedral;
Porto Alegre (RS): 19h, Largo Zumbi dos Palmares (EPATUR);
Recife (PE): 19h, Praça do Derby
Rio de Janeiro (RJ): 18h30, na Cinelândia (em frente ao Cine Odeon);
Salvador (BA): 19h, Largo da Mariquita;
São Paulo (SP): 19h, pça do ciclista (av. Paulista X rua da Consoloção)

Por enquanto estas cidades já confirmaram. Em breve novas se juntarão ao manifesto.

Link para evento no facebook: https://www.facebook.com/events/347944488583219/