Atalho do Maiko Jékissu

‘Cause this is thriller
Thriller night
And no one’s gonna save you
From the beast about to strike
You know it’s thriller
Thriller night
You’re fighting for your life
Inside a killer
Thriller tonight, yeah

Opa, ums pequena homenagem ao grandioso astro de plástico que se foi.

pois bem, neste último final de semana fizemos um pedalzito bala, no frio, muito frio. A tropa se reuniu lá no bóbis, local de sempre. Eu, como não gosto de levantar cedo avisei que esperaria os pedaladores na BR116, na frente da puliça. No horário marcado lá estava eu.

Os demais pedaladores aparecerem em seguida, e logo após mais uma tropa de pedaladores desconhecidos surgiu. conversamos com os caras e tal, e nos depsdimos, um grupo foi para um lado e outro para outro lado. Ficou boa esta frase.

Ah, sim, tava frio, muito frio mesmo. Só louco pra não usar calça neste dia.

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Seguimos pela BR116 em direção a Ana Reques. Entramos por traz em Ana Rech, Uhh… No meio de uma subidinha, atravessando o distrito, estourou a corrente do Zunho. Que maravilha. Baita bosta estes materiais importados. hehehe.

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Enquanto alguns bebiam, outros tentavam dar um jeito na encrrenca, mesmo sem as ferramentes apropriadas. Justo no dia em que ninguém leva chave de corrente a merda quebra. Mas tudo é festa. No meio da mão-de-obra o minubas ligava para o resgate que em seguida apareceu.

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O Minubas chamou o resgate da Servicarga que veio socorrer o zunho e o levou para o Joacir, onde arrumou a bike.

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Enquanto o zunho perdia tempo arrumando a bike a gente perdia tempo num buteco de ana Rech esquentando o esqueleto.

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Não demorou muito e o Zunho logo apareceu. aí começou o pedal de verdade. Partimos Em direção à represa do Faxinal, local bastante conhecido aqui na região, onde muitos vão tomar banho e, consequentemente, morrer afogados. Represa não é lugar para brincar.

Uma foto da tropa unida sobre a represa.

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E outra do nosso amigo Testolino fazendo “muuunnnuálqui”

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Da represa seguimos por estradas desconhecidas até a Cascata do Molina. Deve ser este o nome, não lembro. Até lá, um descidão bala, ótimo pra congelar as pernas dos que estavam sem calça, neste caso, Eu.

Paramos no meio da decida, onde avistávamos a parte superior da cascata e o Zunho resolveu adentrar no mato para nos levar até a gruta da cascata.

Esta foto precisava ser colocada no relato. Sem comentários.

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várias fotos do local foram tiradas, sem flash, hehehehe. algumas ficaram bem interessantes, como esta do Zunho fazendo pose. Hum…

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Depois de um tempo lá em baixo da cascata, onde a vista é bala, voltamos e resolvemos tirar umas fotos lá de cima, pra mostrar onde estávamos.

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E segue o baile.

Retomamos a estrada principal e seguimos viagem, sempre por estradinhas desconhecidas, até chegarmos na rota do Sol. Ali paramos para reprogramar o pedal, pois sempre tem gente que tem compromisso e precisa voltar cedo. hehe

Resolvemos voltar pelo asfalto em direção a Fazenda Souza, foi o que fizemos. No meio da volta, faltando pouco para o trevo que levaria a Fazenda souza, o Zunho resolveu dar uma “atalhada” por mais uma estrada desconhecida.

E que atalho. Subidona fudrida no início, que logo vai acalmando, mas continua judiando. Eu já estava mortaço. Seguimos viagem até encontrar um Cemitério.

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Onde fica isso? Não sei, ali nos comentários deste post os demais pedaladores poderão solucionar este mistério.

Do cimita até Fazenda souza foi um tapa. Rapidinho chegamos no bar onde não tem gelo, nunca. No buteco pedimos o tradicional almoça NA CHAPA, coisa bem boa aquilo. Dá mais pressão no turbo, é ótimo pra volta.

E, pra esquentar o esqueleto, uma cubinha pra acompanhar.

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Depois do almoço fizemos uns 36 segundos de descanso para a digestão e logo retomamos a pedalada de volta pra casa, pela via tradicional. Na volta ainda pegamos uma garoa bem chata que congelou o que ainda não estava congelado. Pedalar é bom demais.

E se foi mais um pedal. Até o próximo. Relato com pressa e sem tempo sai assim, ehehehe. Feito, fui…

Muito perdidos

Calma gente, muita calma nessa hora. A falta de tempo impediu de fazer o relato antes e, principalmente, impede de fazer um relato condizente com a pedalada que fizemos no último sábado.

Saímos só eu e meu cumpadre Testolino. Zunho Rambo, Adnrius, Pastor, Minu, etc, etc, e etc, não podia, não queriam e não foram, hehehe. Sobrou pra nós dois fazer uma pedalada legal e interessante. Não tem fotos no relato, não paramos para tirar nenhuma foto, mas paramos algumas vezes, pois nos perdemos bastante.

Saímos 8:30h ali da tradicional rótula da perimetral Norte. Pegamos a BR116, em direção à Ana Rech, entramos no Castelo. No campinho de futibas dobramos as esquerdas e seguimos em direção à Ana Rech. Neste primeiro trecho de estradão de chão pegamos o primeiro barro do dia. Aquele barro fininho, que gruda muito. que bosta, sujou tudo, hehehe.

Saímos em Ana Rech, seguimos pela Av. Principal que eu nunca sei o nome, descemos até o final do asfalto e entramos as esquerdas, em direção à São Gotard. Bom, aí começamos a nos perder.

Demos várias voltas pela região, indo em direção à cascata do Busin, conhecemos o dono dela, o seu Vitorino, voltamos, dobramos, descemos, subimos… bah, foi um trajeto que fizemos várias voltas, mas não paramos de pedalar.

Passamos por Santa Bárbara e saímos na casa da bola. Paramos para pedir informações e descansar um pouco. Retomamos o pedal e seguimos pela estrada de chão, novamente desconhecida, em direção à Vila Seca.

Andamos uns 9km por esta estrada desconhecida até chegarmos no asfalto da Rota do Sol. Dali foi só seguir adiante e chegar em Vila Seca, onde paramos para descansar e comer a tradicional torrada com pão de X.

Comemos, bebemos, limpamos as bikes, descansamos, falamos mal dos outros e seguimos adiante. A volta foi pelo caminho tradicional, por onde eu me acidentei, até Fazenda Souza. Depois pegamos o asfalto novamente da Rota do Sol e subimos o Castelo para chegarmos de volta à civilização.

Foram 73km pedalados, muito interessante os caminhos novos que descobrimos e que serão desbravados nos pedais futuros. Era isso pessoal, relato curtinho e sem maiores detalhes, só para não passar em branco. Até o próximo.

Umas bandas por Ana Rech, Faxinal e Interiores

Eu, o Basso e o Zunior fizemos um pedalzinho sábado de tarde para movimentar um pouco as pernas. As 13:30 saímos do posto da rótula da Perimetral depois da indecisão e discussão de sempre sobre o trajeto do dia. Surgiu a idéia de ir até Ana Rech, fazer o descidão do Faxinal, pegar o Morro do Alho e depois ir para os lados do Bar do Véio.

Então, subimos a BR, passamos o viaduto da Rota e adentramos no bairro Castelo onde vimos o nosso amigo “Ueufi” do carro de som de Vila Seca. Ele interrompeu a fala da promoção do dia para nos cumprimentar. Figura folclore. Temos que descobrir o nome da criança.
Logo começa a estrada de chão e depois pegamos uma estradota à esquerda para subir até o município cassado de Ana Rech. Paramos na praça para meter a primeira água. Basso véio já sentiu o trago da noite anterior fazendo efeito. Ali, o Zunior sugeriu um outro caminho passando pela tal Cascata do Buzin. Voltamos um pouco pela principal de Ana Rech e entramos para a direita. Paralelepípedo no começo, depois asfalto e só depois veio a desejada estrada de chão depois do Zunior falar 18 vezes: “Bah cara! Asfaltaram tudo aqui!” Mas era apenas um pedaço…rsrs.
Andamos um pouco e depois de um descidão entramos em uma propriedade muito mal cuidada para dar uma olhada na tal cascata. Muito bonita mas pena que o local ao redor não ajuda. Ela é até grande, mas depois da visita aos canions em Cambará a noção de tamanho dessas coisas mudou. Na verdade ela era meia boca de tamanho. Conhecido o local, seguimos viagem. Umas subidas interessantes e fomos andando pelas estradinhas em algum lugar entre Ana Rech, o Faxinal, Vila Seca e etc. Estradão bueno, alguns trechos com bastante cascalho para complicar as coisas e dar uns sustos, fomos falando umas bobagens, contando umas mentiras, sonhando com shows do Ozzy e Van Halen no Brasil no ano que vem como recentemente surgiram alguns boatos, e nessa história toda até que rodamos bastante. Acabamos saindo na Rota do Sol quase em Vila Seca.
Resolvemos iniciar a volta para casa pois tinha neguinho suando cuba. Voltamos um trecho pelo asfalto, depois pegamos uma estrada de chão à direita para voltar por dentro. É a estrada que passa perto do Faxinal.

Únicos registros fotográficos do dia.


Depois essa estrada encontra aquela do clube de aeromodelismo. Nesse ponto baixou uma neblina do cão. Vimos até que a Infraero fechou o aeroclube por falta de visibilidade na pista e os vôos estavam sendo desviados para Porto Alegre. Mas como não tínhamos nada haver com com isso, seguimos em direção a Ana Rech. Saímos ali no hotel Bela Vista, subimos até a praça e paramos em uma confeitaria para tomar uma cueca enquanto começava a chover. Comemos uns docinhos e pão de queijo enquanto eu falava com um nativo da região apelidado de Sr. AM. Tah loko! O cara parecia um rádio na AM, começou a falar a não parava mesmo quando eu nem olhava para ele: Blablabla…blablabla…blablabla. O cara falou em futebol, queria comprar um fuca de um guri, sobre consórcio de uma moto, voltou ao futebol e por ai vai. Figura folclórica.
Terminada a chuva, pegamos o caminho de casa pelo asfalto mesmo com um vento frio que tá loko. Em poucos minutos estávamos ali perto da PF onde nos despedimos, o Zunior prometeu um churras na casa dele, dai subi por dentro até em casa e o Zunior mais o Basso seguiram para a perimetral. Sábado tem mais, só de tarde de novo pois somente sábado de manhã chego em Caxias depois de uns dias em CUritiba.

Pedal do Cascalho

Buenas viventes!

E sábado rolou mais uma indiada das boas. Conforme combinado, as 8h da madrugada estavam os pedaladores da vez lá no posto do Bob’s: Eu, Zunior, Igor, Andrius e Mica. O Basso não foi pois teve que trabalhar ou estava se preparando para o curso de noivos. É, o dia está chegando. Outros pedaladores não deram as caras. O Andrius e o Igor estavam de bike nova. A equipe Kona está reinando na gurizada.

Galera preparada…

Feito então….vamos pedalar. A idéia inicial era descer até a Ponte Amarela pois uns queras tinham que voltar mais cedo e outros seguiriam o baile. Mas mudamos os planos pois nosso amigo Zunior esqueceu em cima da piá o seu camêlo atrás, também conhecido como camelback. Subimos pelo BR e passamos na casa do cidadão para ele pegar a sua água. Depois resolvemos continuar subindo a BR, o pedal começou para valer e claro começamos a papear sobre os diversos assuntos. Entramos as “dereitas” e descemos pelo bairro Castelo onde logo começa o que nos interessa: estradão de chão! Logo fizemos o primeiro stop para registrar em foto um estabelecimento “crasse A” que o pessoal tá loko para conhecer…

Olha a alegria dos sujeitos…

Continuamos naquela estradita e ao invés de descer até a rota do sol, pegamos a esquerda para subir até Ana Rech. Primeira subidinha do dia, a gurizada se puxando e o fotografo ambulante trabalhando….

Em Ana Rech, também conhecida como o município cassado, fizemos a segunda parada para registrar a nossa passagem ali.

Fotos com defeitos especiais com o sol, também chamado de amadorismo….rsrs

Rápida parada e continuamos. E agora vem coisa boa. Descidão dos bão! Descemos pelo estradão da represa do Faxinal. Descida larga e sem muitas curvas. Só alegria. Passamos reto pela a entrada da represa e pegamos uma estradita já conhecida que leva até a estrada do clube de aeromodelismo. Esta estrada que por natureza é bem “cascalhenta” e “poerenta”. Ainda mais com os gringos passando na lenha com suas camionetes jogando pedra para tudo que é lado. Eita. Tinha um maluco com seu aviãozinho fazendo umas manobras e nós, claro, torcendo para dar pau no troço e o brinquedo se espatifar no chão. Hehehe..ia ser bala mas não foi dessa vez.

Pegamos a estradinha para o Morro do Alho e começou a festa: Cascalho! Sim, estradinha com cascalho novinho…

A subida do Morro do Alho foi complicada naquele cascalhedo fdp. ..

O Sombra também veio…

Fizemos a terceira parada do dia para um água pois a coisa esquentou. Depois descemos até a Rota do Sol. Aqui houve uma separação. O Mica e o Igor tinham que voltar mais cedo seguiram para Caxias. Iam enfrentar a subida do Eberle.

Era a hora do tchau dos dois…..que coisinhas…foram embora juntinhos…hehe

Eu, o Zunior e o Andrius seguimos o baile. Voltamos um pouco pela Rota do Sol e entramos na estradinha denomminada atalho do Marcos. E adivinhem como ela estava? Sim, “cascalhama” de novo. Cascalho recém plantado, daqueles grandes e “ótimos” para pedalar.

Eita cascalhedo…

Essa é a estradinha das maçãs, mas agora é época de outra fruta……uuaaahhhh. Caqui é a bola de vez. Então: quarta parada para água e alimentação. O Andrius que fez a colheita. Caqui de chocolate show de bola. Peguei um para comer na hora e um para viagem.

O Andrius de boca cheia…

Enquanto degustavamos os caquis, apareceu um cidadão de calça, chinelão, camisa, óculoszão e chapelão. Iiihhh fudeu! É o dono dos caquis!?!? Not, não era. As terras era do sogro dele e ele só vem dar uma olhada por ali nos findis. Gente boa o cidadão. Ficamos ali um tempo falando mal do Lula e dos atacadistas que sugam tudo dos agricultores.

O papo tava bom (e os caquis também) mas a vida continua e o pedal também. Seguimos em frente, tem retão em descida e um subidão fudido nesta estrada e com o cascalho tava pior. Passamos pela localidade de Bevilaqua, chegamos no estradão de São Braz e pegamos aquela estrada do lado da fábrica de ogivas nucleares que sai lá no asfalto de Souza Farm. Pelo asfaltinho fomos em direção à Fazendo Souza até encontrar um brinquedo na beira da estrada. Quinta parada para todos dar uma banda na criança.

Depois da diversão com a patrola fomos até buteco do lado do mercado para fazer uma boquinha. Sexta parada na bodega, locadora e diversões eletrônicas, tudo no mesmo recinto. O cardápio: Torrada com pão de xis, queijo e salame. Para beber um limãozinho e uma cueca-cuela.

Eita…o local era bem equipado…

Limãozito que é bão!

Feito o ranguito. Falada bastante besteira. Observado os nativos e seus hábitos. O cara vê cada coisa no interior que tá loko. Hora de ir embora. Ou não. Ops…pneu no chão. Como que esses caras conseguem furar tanto os pneus…hehe… Na segunda “andada” com a bike nova o Andrius já conseguiu. Pelo menos desta vez ele tinha uma câmara que não estava furada.

Fazendo a mão do “penéi” e sujeito a multa pois estacionou em local proibido…

Pneu com ar agora, então segue a procissão. Combinamos de voltar por São Braz para ver se tinha alguém na fila da domingueira…hehe. Pegamos a estrada que leva ao Atalho das Porteiras. Entramos na estradinha das Porteiras, tem umas casa novas ali, ou melhor, uns puxados e tal. Uma véia gritou algo do tipo: Tem que pagar pedágio para passar aqui…. Ela foi mandada para aquele devido lugar e nem paramos. Essa estrada tinha menos cascalho que as outras e mais adiante foi hora do sétimo stop. Motivo: degustação de maçã direito do pé.

E os caras disfarçando….

Poucas maçãs nas árvores…

Bela estradinha….

Foram umas maçãs para a barriga eoutroas para os bolsos…hehe. Duas variedades de frutas já. Continuamos então, subimos a estradinha pela primeira vez. Sempre descemos por ali, parecia que a subida seria forte mas foi bem tranquila. Nada que uma coroinha não resolva. Fizemos a oitava parada para umas fotos rápidas de um local com uma bela vista.

Imagens feitas e seguimos direto até São Braz. Passamos por aquela casa da cachorrada mas sem ataques. Só teve um capa preta de porte médio que ameaçou, mas o Zunior acuou o bicho só com uma olhada. Passamos por São Braz com uma paradinha rápida na igreja que nem vou contar. Seguimos e logo tivemos que fazer a nona parada do dia para o Zunior fazer uma ligação.

Caraiii…cada coisa que a gente vê…

Telefone no gancho e seguimos em frente. Descemos até a pentabifurcação e pegamos o descidão da vingança. O Zunior doente da cabeça se largou como sempre, mas logo levou um susto quando teve que dividir a curva com uma S-10 que estava subindo. Quase que ele foi passear no mato. A S-10 foi meio que na valeta para eu e o Andrius passar também. Achei que depois do cagaço o Zunior ia descer mais devagarito, que nada, o loko continuou descendo na lenha, na primeira curva já perdi ele de vista. Lá embaixo naquela igrejota que não lembro de que santo é fizemos uma breve paradinha, que não vou contar também, para comentar sobre o episódio S-10.

Mais uma pedaladas e chegamos no folclórico bar do Véio para a décima parada. O Zunior, antes mesmo de encostar a bike, já estava indo em direção ao toalette do local. Ele fez um serviço daqueles, não levou dois minutos, pelo jeito o troço já estava queimando a largada. Depois veio ele todo feliz. Pegamos uma Sorriso Limão de 2 litron. “Bem bom” o refri. Parecia sal de fruta com gás.

Olha a felicidade do guri com o seu Sorriso Limão!

Ficamos ali um tempo degustando aquele maravilhoso refrigerante e falando assuntos diversos. Aqueles papos de homem, ou seja, “carro, futebol, som, bicicleta e etc”. Nada fora disso…hahaha. Terminou o nosso Sorriso e então chegou nossa hora. Subimos até o bairro Cruzeiro bem na maciota. Logo depois do Véio passou um pedalador sozinho descendo a “milhão”. Segundo o Andrius é daqueles que vão até a Ponte Amarela, dão o balão e voltam. E nós subindo tranquilos, conversando ainda sobre “carro, futebol, som, bicicleta e etc”. Hehehe.

Bom, enchi o saco de escrever. Lá na BR o Andrius seguiu o rumo dele, eu e o Zunior subimos a BR, na rótula da Perimetral cada seguiu para casa. Foi mais uma bela indiada, para mim deu uns 60 e poucos km. Coisa média, mas o que vale é a diversão. Zunior, boa sorte no procedimento cirurgico e volte logo.

This is the end.

Pedal Fenomenal

Ah gurizedo véio! Que pedal bala que rolou sábado. Foi muito bueno mesmo. Estava especial de primeira para pedalar sábado de manhã. Muitas risadas e xingadas como sempre.

Foi um trajeto bem animal. Santa Justina – Otávio Rocha via descida do Carvalho – Linha 60 – São Gotardo – Chácara do Minu – Ana Rech – Casa. Cramento ! Fomos pra tudo que é lugar sábado. Acho que não esqueci de nenhuma localidade.

Os destaques da pedalada para mim foram a travessia de bicicleta do rio sem ponte que cortava a estrada e as torradas lá em Otávio Rocha. Outros detalhes o Minu e o Basso vão falar também, eu acho. E tem fotos tiradas com os celulares para serem vistas.

O sistema novamente ficou nervoso e foi colocado à prova. Simulações perfeitas ocorreram. Hehe.

O resultado foram 69,02 km pedalados. Puta saco! As pernas estavam detonadas sábado de noite. Mas e é bom! E sábado que vem já meio que planejamos um trajeto bem do capeta de novo. AAAAAAHHHHHH!!!!!!!