Reencontro e calça jeans

Após um longo período de um mês sem conseguir unir os SombraBikers, fizemos neste último sábado o pedal do reencontro. A última vez que pedalamos juntos foi na descida para a praia.

Tradicionalmente, nos encontramos na rótula da perimetral. Quer dizer, era pra gente se encontrar ali, por volta de 10 horas, mas o Testolino estava se atrasando muito e eu e o Zunho resolvemos ir de encontro à ele.

Na subida da Randão já achamos o vivente. Cumprimentos e tal e cosa, alguns xingamentos e tal, coisa básica dos nossos pedais, partimos par a pedalada do dia.

Saímos em direção à BR116, seguimos até a “rótula do sole”, descemos o Eberle, pegamos as dereita e entramos no Santo Omo Bom. Descidinha calma, tranqüila, pra conversar e falar mal dos outros.

Lá em baixo pegamos as esquerdas e começamos a suar. Subidona dos Pêssegos pra deixar o vivente ligado, pra suar em dias frios.

Uma fotin do topo da subida…

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…onde paramos pro Testolino roubar uns cáquis de liga.

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Notem que de um lado é um milharal violento e de outro plantação absurda de caquis. E onde estão os pêssegos?

Pois é, tem bastante caqui, hehehe.

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Paradinha rápida e retomamos o pedal, pois não poderíamos ficar muito tempo parado conversando, tinha gente com pressa e com compromisso na parte da tarde.

Largamos em direção à São Braz, rapidão. Lá em cima, na frente da igreja, apenas umas fotos e uma parada rápida para arrumar o equipamento para a filmagem.

Ah, antes de chegar lá em cima passamos por um por um pedalador da região, com uma full, na subida foi fácil passar ele, hehehe. E uma tobata carregada de caquis passou por nós.

Mais adiante passamos novamente a tobada.

Voltando ao rumo certo do relato, da igreja de São Braz, descemos em direção à “pentabifircação”. Na saída a tobata passou por nós novamente, mas logo depois passamos por ela, logo antes da “pentabifircação”.

Na “pentabifurcação pegamos uma das estradas da esquerda, a única que sobe. Desta vez resolvemos fazer a subida da calça jeans ao contrário, o que resultou na “descida da calça jeans”.

O Zunho não conhecia esta estrada, logo a decisão foi acertada. Uma descida rápida, sem sustos e bem interessante.

[video]http://www.youtube.com/watch?v=irlsQP3rO6E[/video]

No final da descida um cascalhedo nos aguardava na ponte. Um mar de cascalhos, coisa ótima para cair.

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Dali seguimos até o Bar do Veio, como era cedo ainda e tínhamos tempo resolvemos dar mais uma voltinha. Descemos até a Ponte Amarela.

Na descida o Zunho empurrou um Palio, não passou, mas ficou na cola dele até lá em baixo, hehehe. Se tivesse luz alta na bike, deveria estar ofuscando os olhos do motora do veículo.

Lá na ponte, algumas fotos, uma mariola e muita risada.

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Estão vendo estas pedras? Pois bem, quase que o Zunho foi parar ali em baixo. O cidadão se distraiu quando estava “dando ré” para pegar o melhor ângulo para as fotos e tomou um susto ao se desequilibrar.

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Uma fotinho das máquinas.

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E seguimos morro acima. Voltamos de lá de baixo rapidão, num ritmo mais forte do que o de costume. Tudo por culpa do Testa, que anda pedalando demais em Porto e quer fazer a gente cansar nos nossos pedais.

Chegamos novamente no Bar do Veio, o Testolino parou para fazer o que sempre faz nos pedais: lavar o nariz. Coisa bem gay isso, mas tudo bem.

Seguimos adiante, morro acima, sempre, chegamos no asfalto, sempre conversando e pedalando forte. Mazah, SombraBikers pedalando forte. Hauahuahaua.

Voltamos rapidão para a civilização, adentramos nos malditos paralelepípedos do Cruzeiro, subimos, passamos o bairro, paramos pro Testa dar um oi para a muié, que estava passeando com seu veículo e seguimos.

Nesta hora já estava chovendo, e chovendo água fria, muito fria. O frio pegou de vez. Paramos numa lancheria bem mais ou menos, entramos, largamos as bikes num canto e pedimos o tradicional “da casa” acompanhado de uma cocona.

Almoçamos, falamos umas besteiras e partimos. O frio estava cruel, as pernas travaram e quem estava sem proteção contra o frio se ralou, hehe.

Fomos todos pra casa, não lembro quantos km deu, acho que uns 47km, mais ou menos, bem feitos, pedalados num ritmo mais rápido do que o de costume. Mas com a mesma diversão de sempre.

Era isso, até o próximo. Prometo que o próximo relato sairá com mais calma, mais fotos e mais palavrões, pois este foi feito as pressas porque o Leão estava chamando. That’s all.

Batizando os Chocantis

Finalmente consegui pedalar, finalmente. Após longas três semanas de viagem e dengue estou de volta ao ritmo alucinante das pedaladas folclóricas. Neste último sábado fizemos um pedal reunindo os SombraBikers com os emergentes pedaladores Chocantis.

Nos encontramos 9 horas da madrugada no mosteiro para um pedal leve, pra não detonar os caras logo no primeiro contato com o mundo ciclístico, apesar deles pedalarem há algum tempo. Lá estavam Eu, Zunho ueifi, Gordo, Batista e Shipe.

De início subimos os Spa, descemos o 30, bem no início da descida pegamos as esquerdas para entrar na trilhazinha que tem ali e começar com a confusão. Pedalamos alguns metros no meio do mato para deixar os caras perdidos, hehe, aí paramos para retratar a união dos dois grupos de ciclistas.

Eu e o Zunho estávamos representando os SombraBikers. Gordo, Shipe e Batista representando os Chocantis Bikers. Faltou o Testolino nesta pedalada, ele estava em Constantina cuidando de uma barraca de mel na Fecomel, hehehe.

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Ah, claro, não podemos esquecer que o Gordo usou seu suporte de câmera digital ultra top plus turbo 2.0 para acoplar a máquina e tirar as fotos. Uma descoberta muito útil.

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Fotos tiradas, pedal e tropa retratada, partimos adiante. Agora seguimos pela trilha para voltar ao asfalto do 30. A trilha agora era mais fechada, o Gordo quase caiu na primeira valeta, hehehe.

Poucos metros adiante eu e o Zunho paramos para esperar a tropa, de repente eles apareceram, mas o primeiro pneu furado do dia também.

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Não deu nem 5km pedalados e um pneu furado, isto sim que é bom, dá pra descansar mesmo antes de cansar, hehe.

Arrumamos o pneu que, diga-se de passagem, tinha dois furos e seguimos adiante, pela mesma trilha fechada, cheia de galhos, pedras e espinhos, em direção ao asfalto do 30.

Lá no final da trilha, quase no asfalto, quase onde abre a clareira para podermos ver o sol no meio do mato, outro pneu furado. Agora foi a vez do Zunho, que empurrou a bike alguns metros para podermos arrumar em um local mais tranqüilo.

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Aí está o pequeno espinho que furou o pneu do Zunho.

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Arrumamos a encrenca, demos mais algumas risadas e seguimos adiante, morro abaixo, pelo asfalto.

Entramos no caminho tradicional, ao lado da igreja, na estradinha que tem o nome de Atalho do Desmanche. Saímos lá adiante na Linha 40. A gurizada que nunca tinha andando por estas bandas estava perdida, mas logo se localizaram.

Passamos a igreja, não tocamos nenhum sino e subimos, subimos e subimos. Agora a subida está quase toda asfaltada. Inclusive estavam em obras, com o pessoal dos “teodolitos” fazendo medições e marcações para asfaltar o que ainda falta.

Lá em cima, na casa dos cachorrinhos paramos para esperar e reagrupar a tropa. Enquanto isso deixamos nossa marca no local, um poste foi demarcado, basta passar lá para ver.

Tropa unida, água tomada, pernas já doendo, seguimos adiante, em direção à Otávio Roca. Na encruzilhada da cantina paramos para mostrar os diversos caminhos aos novos pedaladores, depois seguimos em direção à Santa Justina pela estrada de chão, óbvio.

Próxima parada, atalho do milharal, onde reunimos novamente a tropa. Adentramos na estradinha, eu dei a primeira escapada do dia para esquentar as pernas que esquentaram rápido e os pulmões reclamaram. No descidão do impossível o Zunho despencou na frente e eu fui atrás, tava bão de descer, pois não havia cascalho, coisa rara naquela descida.

Paramos novamente na frente da igreja do Otávio Rocha para reagrupar a tropa e esperar o Shipe, que estava com sede mas sem pressa. Passamos no Gringo para mostrar onde almoçaríamos e pensar no próximo percurso do pedal. O Shipe aproveitou e já ligou pra chamar resgate, mas continuou conosco, só deixou o resgate de sobre-aviso.

Subimos a rodovia Slaviero até o cartódromo oval, onde paramos para arrumar a parafernalha da filmagem do dia e tirar algumas fotos do pessoal chegando e da localidade.

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Galera na frente da igreja.

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Bom, ainda não tínhamos filmado esta descida durante o dia e esta foi uma boa oportunidade para fazer isto, pois a estrada e legal e dá pra se divertir um monte, um belo lugar pra mostrar aos novos pedaladores.

[video]http://www.youtube.com/watch?v=T3p1HG2owpU[/video]

Todos sobreviveram à descida do Rio Sem Ponte, menos um pneu, hehe. Puta merda, o quarto pneu furado do dia, que coisa!

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Após tudo arrumado, uma foto do rio para mostrar que passamos por ali. Esqueci de tirar foto da ponte. Sim, agora o rio sem ponte possui uma ponte para carros e a estrada não é mais a mesma.

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Dali até a casa do Garganta foi um pulo, rapidão. Depois paramos na encruzilhada da capelinha para esperar os demais. Tinha gente já empurrando a bike, normal, o importante é chegar.

Reunimos novamente a tropa e seguimos adiante. Para não matar ninguém não subimos o Carvalho, óbvio, pegamos as esquerdas e entramos na estrada dos Vagalumes, para sair em Otávio Rocha mais rápido e sem sustos.

O Zunho e o Gordo se mandaram na frente, eu fiquei mais pra trás dando um apoio moral ao Shipe e, principalmente, ao Batista, que tava mortaço, mas seguia firme na pedalada, no bom estilo “devagarito e pelas sombras”.

A subida estava muito lenta e se tornando cansativa, aí resolvi dar uma acelerada para chegar antes no gringo e ver se o resgate do Shipe já estava lá, aí aproveitaria e mandava o resgate buscar os dois mais cansados.

Não adiantou, mesmo dando uma escapada na subida, passando o Zunho e o Gordo, cheguei bem antes no Gringo, mas o resgate não estava lá, pensei que tivessem se perdido, hehehe.

Logo chegou o Zunho e o Gordo, sentamos e esperamos o resto. Assim que o resgate chegou, nem adiantou ele sair para buscar os dois atrasados, pois chegaram em seguida.

Eita, todo mundo vivo, todo mundo cansado e todo mundo batizado com o sagrado limãozinho, já tradicional nas pedaladas dos SombraBikers.

Shipe sendo batizado

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Gordo.

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Batista

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O Zunho, fingindo que não bebe.

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E eu, que não sou nada gringo e não gosto de limãozinho.

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Após alguns minutos de descanso, risadas, bate papo em geral, entramos no recinto para desfrutar do excelente almoço proporcionado pelo Gringo.

E tava bão demais.

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Foi um pedal leve, tranqüilo, sem muito sofrimento. Também, não podemos judiar dos caras logo na primeira pedalada, a judiação fica pra segunda, hehehe.

Show de bola. Deste ponto em diante só eu e o Zunho continuamos, os demais pediram resgate e foram pra casa de carona. Os SombraBikers presentes continuaram sua pedalada, subiram em direção à linha 60, descemos o 40, depois subimos o Zanrosso para chegar em casa tranqüilos.

Nunca voltamos tão rápido lá do Gringo, acho que o poder do queijo frito agiu bem desta vez. Foram 56km pedalados, 4 pneus furados, um tombo, vários gritos e muita diversão.

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Até o próximo. Feito.

Ho Ho Ho, Feliz Natal

O ano está acabando, Papai Noel chegando, mas sempre há tempo para mais uma pedalada antes das festividades tradicionais de final de ano.

Reunimos a tropa que estava disposta a pedalar neste último sábado, véspera de Natal. Mais um pedal unindo os SerraBikers e os RomarioBikers: Jorge, Junior, Prona, Igor, Andrius, Testolino e Bassolin. Todos dispostos a pedalar e se divertir, 8:30h largamos.

De início queríamos fazer um pedal tranqüilo, mais para dar risada e descontrair. Também queríamos descobrir uma estradinha nova que indicaram ao Junior.

Subimos os SPA todos juntos, descemos em direção à Santa Justina, no meio da descida optamos por entrar no Atalho do Desmanche, só que teve gente que passou reto e não vimos, hehehe. O Igor vinha mais atrás do grupo, não percebeu que entramos no atalho e passou reto. Esperamos um tempo e fomos atrás do cidadão, alterando nosso destino. Agora fomos todos em direção à Santa Justina.

Uma descida rápida, mais do que o normal, pois precisávamos alcançar o Igor. O Jorge se mandou na frente, até alcançar o Igor. Depois reagrupamos e seguimos caminho.

Paradinha na sombra em Santa Justina, alguns goles de água e conversas sobre qual caminho seguir. Alguns queriam descer o Carvalho, outros queriam ir até Otávio Broca. Como tínhamos estradas novas para descobrir e queríamos almoçar no Gringo, partimos para Otávio Broca.

Estradinha de chão, poeira e pedras. Coisa boa de enfrentar.


Conseguimos até uma foto do Jorge com seu novo visual.


Seguimos o caminho até o entroncamento das estradas, uma leva para Otávio Rocha e outra para Linha 60. Como era cedo, pegamos a que leva até Linha 60 para fazermos o atalho do Milharal, que é uma estradinha curta mas bem legal de pedalar.


Na descida o grupo se separou. Os Kamikazes se mandaram na frente, endoidecidos, deixando os demais para traz. Nos reagrupamos lá na Igreja de Otário Rocha.


Mais uma parada para decidir o caminho a seguir. Conversamos um pouco de decidimos descobrir a estrada que leva até uma certa cascata que nos indicaram.

Entramos na estradinha, que sai ao lado da praça de Otávio Broca e seguimos adiante. No início é um descidão interminável, o que separou o grupo novamente. Eu, Junior, Prona e Andrius largamos ladeira abaixo, deixando o Jorge, Igor e o Testolino para trás.

A descida era tão boa, e estávamos tão rápido que passamos reto da entrada para a tal cascata. Nem sequer avistamos ela. Continuamos viagem. Descobrimos que esta estradinha sai láááááaaaaaaaaaa em baixo (ou em cima) na capelinha do Garganta, na bifurcação do Carvalho, que leva á Mato Perso. Nova estrada para pedais futuros.

Paramos numa sombra para esperar os demais, que estavam demorando. Demorando demais, carái.

Eu e o Prona resolvemos adentrar no meio do mato e fazer uma trilha para passar o tempo, enquanto o Junior e o Andrius descansavam na sombra. Era pra ter umas fotinhos de gente aqui, mas o andrius não me mandou as malditas fotos que ele tirou.

E os outros três pedaladores não apareciam, começamos a achar que eles pararam no meio do caminho. Dito e feito, eles viram a entrada da cascata e foram lá vê-la e tirar algumas fotos, hehehe. Na verdade é um parque, com uma cascata.


O Jorge tava meio apavorado com o que via e quase se perdeu no meio das árvores.


Poses para o fotógrafo Testolino


E uma foto da tal cascata. Pena que poucos viram. Hehehe


Enquanto a gente voltava para buscar os demais e ver o que tinha acontecido, lá em cima, no outro grupo (da cascata) o Testolino vinha batendo fotos de lindas visões que tinha. Ele adora uma dessas…


Pedalamos quase que toda estrada de volta, até que encontramos os outros três pedaladores. Conversamos, xingamos, e resolvemos fazer outro caminho.

Quando estávamos subindo de volta pela estrada da cascata, notamos uma outra estradinha ao lado de uma madeireira. Na descida resolvemos pegar esta estradinha e ver onde saia. Achávamos que saia lá em cima, ao lado do Cartódromo oval. Dito e feito.

Outra estradinha bem legal de pedalar. Com certeza será utilizada em pedais futuros, quem sabe até, no próximo.

Pedalamos, rimos, subimos e subimos. Subimos mais e subimos mais um pouco, até sair ao lado do cemitério do cartódromo oval. Bingo, estávamos onde queríamos. Reagrupamos a tropa e pensamos nos estômagos. Otávio Rocha estava perto, bastava descer a rodovia J. Slaviero e almoçar, foi o que fizemos.

Na chegada em OR o Testolino quis parar para retratar algo que há tempos queremos mostrar ao mundo. Uma amostra da sociedade evoluída…


Após prometermos para as vizinhas da obra que mostraríamos ao mundo esta linda homenagem a tal construtora, pudemos tirar algumas fotos e partimos embora.

Nosso destino agora era o Gringo. Nosso destino era o limãozinho.


Chegamos, pedimos o limãozinho, começamos e se arrumar para o que seria a ceia de natal dos pedaladores. Não tínhamos pressa, nosso objetivo neste dia era se divertir.


Após um espetacular almoço, muitas risadas, alguns litros de cueca-cuela tomados e várias polentas brustoladas, era hora de descansar. Saímos e ficamos ali na frente do restaurante, conversando, falando mal dos outros e dando muita risada, isto é comum e freqüente nos nossos pedais.


Teve gente com a mente perturbada que começou a ter espasmos e convulsões após ingerir um litro de limãozinho, não agüentou e começou a rolar pelo chão. Uma cena deprimente. Como pode um pedalador passar por isso? Como pode, Bátimã?


Dentre muitas risadas, acredito que ficamos umas duas horas descansando e deixando os pés de molho na pedra quente.


Deu tempo também para ajudar o Gringo nos seus afazeres e servir de telefonisto para o estabelecimento. O ruim é que quando atendi o telefone, do outro lado da linha vinha uma vós de uma pessoa chata, algo inimaginável na face da Terra. Uma pessoa que não tem noção das coisas, um legítimo pé no saco, um Zé Ruela. Mas, como eu tava de telefonisto, não podia dispensar, tive que atender prontamente.


Teve gente que ficou nervosa com a situação e prometeu vingança. Com esta cara nem precisa prometer nada.


Enquanto isto, outros aproveitaram para tratar as frieiras dos pés.


Demos muita risada mesmo. Esperamos que nos próximo ano a gente consiga reunir mais pedaladores para fazer estes pedais divertidos. Não só para pedalar em busca de melhores tempos, melhores médias e mais condicionamento. Pedaladores que queiram se divertir, acima de tudo.

Após as duas horas de descanso chegou o momento ruim do pedal. Partir com as pernas frias, hehehe. Saímos do Gringo num ritmo lento, bem lento, em direção à Linha 60.

Na subidinha até o entroncamento das estradas eu larguei na frente, seguido pelo Jorge que tentava me ultrapassar. Não deixei. Propiciamos aos demais um maravilhoso sprint. Minhas pernas não tinham forças, mesmo assim não desisti, segui socando os pedais até lá em cima e o Jorginho não me passou. Carái. Coelho é coelho… hehe.

Na estrada para a Linha 60 diminuímos o ritmo alucinante do sprint e seguimos juntos até o Novo Asfalto do 60. Lá paramos na única sombra que tinha para tomar uma água e esperar os demais. Reagrupamos e descemos até a Linha 40.

Esta descida é emocionante, coisa de louco. Dá para meter velocidades altas, o único perigo são os carros que sobem mais rápido ainda. Mas tudo bem…

Novamente juntamos a tropa para começarmos a última parte do pedal. Subida até os SPA e uma foto para retratar o último momento do pedal.


Foi um pedal digno de Natal, com muita diversão, alegria e gurizada parceira pra dar muita risada. FELIZ NATAL a todos vocês e até o próximo pedal.

Inimigos de São Pedro

Durante toda semana passada fez tempo bom aqui em Caxias, inclusive com altas temperaturas em alguns dias. Chegou a sexta e desabou o céu. Muita água, o que estragaria nosso pedal do final de semana.

Como o combinado era de que se estivesse chovendo não sairia pedal, acordei 7 horas da madrugada para avaliar a situação do tempo e constatei que estava chovendo, e muito. Voltei a dormir. 8:30 toca o celular, era o Jorge, intimando para uma pedalada. Não exitei, levantei e começamos as tratativas e a arrecadação de mais corajosos pedaladores.

Por fim, marcamos 9:30 no Bosteiro e arrecadamos mais dois bravos pedaladores: o Junior e o Mika Chato. Este último, agora comprou a bici e vai pedalar, logo logo será inicializado, hehehe.

Tropa reunida no Bosteiro, partimos em direção aos SPA. Paramos na subidinha, no posto, para dar uma calibrada nos peneis. Saímos do posto e caiu o céu. Um “toró” fenomenal, logo de cara, para assustar cachorro de rua. Mas não refugamos, já que saímos cedo de casa, agora não dava mais pra voltar.

Pensamos em fazer um pedal para testar o Mika, já que seria sua primeira pedalada. Descemos a linha 30, pegamos o atalho do desmanche e seguimos para a linha 40 onde haveria a primeira dificuldade do pedal. Mas até que o Mika subiu bem, cansou mas subiu, sem susto.

Seguimos até a entrada da Casa Portuguesa, o Mika estava ficando para trás, paramos e esperamos o vivente. Enquanto isto, pensamos no trajeto que faríamos. Ele chegou e decidimos que pra ele seria melhor voltar, pois além de ser seu primeiro pedal tinha compromisso à tarde.

Seguimos com ele até Santa Justina, onde paramos para indicar o caminho e bater umas fotinhos. Este primeira, que comprova a participação do Mika no pedal e já retrata a forma de como ele gosta de ser visto: por trás.


Olha a cara de mau do Junior. Tava louco pra jogar o piá na valeta.


Ema foto da tropa: Eu segurando o saco, o Jorge chutando não sei o quê e o Mika querendo aparecer.


Indicamos o caminho pro Mika, nos despedimos e seguimos nosso rumo. O Mika voltou pelo asfalto, pra chegar mais cedo em casa. Nós resolvemos dar uma voltinha um pouco maior.

Voltamos pela mesma estrada, em direção à Otávio Broca. Na bifurcação pegamos as dereita, até a reta do milharal. Demos uma passadinha no “famoso” sítio da lagoa para os que não conheciam o “maravilhoso” lugar darem uma apreciada na paisagem.

Saímos de lá e partimos em direção à Otávio Rock. Como os dois gigantes que estavam comigo não conheciam o “atalho do milharal” resolvi mostrar a estrada para eles. Agora quase todos conhecem a estradinha, que é show de bola.

No início eu disse para eles que não acreditariam no lugar onde sairiam. Dito e feito. Este atalho realmente é um ATALHO. Ele corta um bom pedaço do pedal, ótimo para dias em que o cara quer dar uma volta mais curta.

Chegamos em Otávio Broca e, consequentemente, no bar do Gringo, onde, ÓBVIO, paramos para almoçar. Estava chuviscando um pouco naquela hora e nós três estávamos muito embarrados. O jorge um pouco mais, ainda não sabemos porque, hehehe. Nos limpamos um pouco e sentamos para almoçar. O jorge já se atracou no limãozinho. Ta se acostumando.


Mas é bão este treco. Melhor que power gel ou outro “aditivo” bicicletístico.


Comemos bem, conversamos um monte, rimos bastante, falamos mal de muita gente, inclusive de políticos, relembramos tempos de infância, apreciamos uma petiçota que adentrou no recinto estonteantemente gostosa, descansamos e resolvemos partir.

Ficamos um bom tempo parados, por isto um aquecimento antes de retomar o pedal se faz necessário. Um óleo na corrente também é bom, pois com a água que tava caindo estava ficando tudo seco e nada mais funcionava. Pegamos o óleo do Jorge, que mais parecia gozo de camelo albino. Não sabemos onde ele arrumou aquilo.

Quando estávamos quase prontos para partir surge o primeiro problema. Sempre com o Junior. O câmbio XTR dianteiro dele tava indo pro saco, todo solto, desregulado e com uma peça quase caindo. Uma bosta. XTR é uma bosta, hehehehe. Fizemos uma gambiarra ao estilo Magaiver e seguimos para o nosso pedal.

Ta, falando sério agora. O problema não é o câmbio XTR do Junior ser ruim ou não. O problema foi onde ele comprou e que foi feita uma matação na hora de colocar o câmbio na bike. Que bosta, cada dia percebemos que estamos mal de lojas de bike. E com isto, quem é bom, tá ganhando mais clientes.

Pernas aquecidas e resolvemos voltar pelo Carvalho, pois era cedo e nem tínhamos pedalado tanto. Subimos até o cartódromo oval e de lá descemos até o rio sem ponte. E descemos rapidão. Junior sempre na frente, como todo bom kamikaze. Eu logo atrás tomando pedrada e barro na cara. Um pouco depois vinha o Jorge, como sempre mais cauteloso.

Em alguns pontos da descida a gente parava para reagrupar, para não deixar ninguém pra trás e para que ninguém se distanciasse muito. Chegamos na última parte da descida, onde logo depois tem o rio sem ponte. Uma descida difícil, com bastante pedras. O Junior despencou morro abaixo e eu fui devagarito. Escutei um barulho de pneu arrastando e olhei pra trás.

Quando virei observei o primeiro tombo do dia. O Jorge não conseguiu controlar a bici e foi reto no barranco. Uma cena engraçada. Quando o cara não se faz nada é legal e bom pra dar risada, hehehe. Foi lindo de ver. E ele nem se assustou, logo já tava na estrada novamente.

Chegamos no rio sem ponte. Com a chuva que caiu durante o dia já esperávamos que estivesse cheio, mas não tão cheio do jeito que o encontramos.


Puta merda, tava complicado de atravessar o rio. Tinha muita água e não se enxergava nada por causa do barro que descia junto da água. Aí o Junior deu uma de machão e resolveu atravessar. Pegou o lado que sempre passamos, mas que não se via nada. Deu tudo certo, nenhum tombo e todos passaram tranqüilos.


O Junior até voltou para o outro lado para atravessar novamente enquanto eu o fotografava.


Saímos do rio sem ponte e seguimos viagem. Agora era só subida pela frente. Até a casa do garganta tem uma subidinha meia complicada, onde foi minha vez de cair. Nada de muito grave, apenas um arranhão no cotovelo, alguns riscos do barendis e um grito. Esta subidinha, logo na saída do rio, é bem chata.


Subimos, subimos e subimos. No meio do barro, onde os pneus pareciam estar vazios de tanto que seguravam. Chegamos na encruzilhada da capelinha, paramos para uns goles d’água e seguimos morro acima. Agora tínhamos o Carvalho pra subir. Um morro complicado, que cansa bastante e tem que ser feito com paciência.

O Jorge subiu na frente, ou e o Junior um pouco atrás. Mantivemos todos o mesmo ritmo, sem se distanciar uns dos outros. Demos uma paradinha na casa dos rótivailers para descansar um pouco as pernas. Pra variar, os animais estavam soltos. Que merda, tem gente imbecil neste mundo mesmo. Ta loco!!!

Passamos e seguimos adiante. Na última parte da subida o Jorge deu uma escapada. O Junior tentou trocar de marcha e detonou de vez o XTR que já tava dando pau. Eu dei duas pedaladas para tentar buscar o fugitivo mas caiu a corrente. Sacramento. Paramos, rimos e o Jorge fugiu. O Junior pegou os pedaços que sobraram o câmbio dele e guardou. Uma hora dessas vamos lá onde ele comprou e mostrar pro cidadão que vendeu que coisa linda aquilo.

Retomamos o pedal e chegamos em Santa Justina, acabou a alegria, acabou o barro, acabou a estrada de chão. Agora era mais 15 km de subida no asfalto. E com um sol meio encabulado, ameaçando aparecer.

Começamos então a última parte do pedal. De início todos juntos, aí novamente o Jorge escapou um pouco. Estávamos num ritmo bom e subindo sem parar. Ninguém parou na subida, todos subiram juntos. O Junior foi ficando pra trás (40 dias sem pedalar é complicado) enquanto eu alcancei o Jorge, passei e comecei a puxar na frente.

Em alguns pontos o Jorge grudava e esboçava uma ultrapassagem. Lá em cima, faltando uns 500m pra chegar na capelinha, onde termina a subida, senti uma pressão. O Jorge querendo passar. As minhas pernas já não estavam mais em condições de fazer muita força, mesmo assim não deixei o gigante passar.

Reuni todas as forças que me restavam e aumentei o ritmo. Nem pensava mais em nada, só girar mais rápido pra fugir do Jorge. E fugi. Maazzaaaaaaaaahhhhhhhh!!!

Chegamos na capelinha ,paramos e as pernas começaram a tremer. Foi um sprint legal. Óbvio que cheguei na frente porque o jorge já tava mortaço, devido aos pedais da semana, mas cheguei na frente de um dos gigantes. Ainda bem que não tinha o Testa junto, se não eu seria xingado por deixar de lado os princípios dos RomarioBikers, hehehe.

Sentamos, descansamos e esperamos o Junior, que em seguida apareceu. Tomamos uma água e partimos de volta pra casa. Cada um seguiu seu destino. Eu cheguei em casa marrom e pesando uns 3k a mais, de tanto barro.

Lavei a bici e me lavei junto. As antes tirei uma foto para comparar onde pega barro e onde não pega barro no corpo. Que coisa linda.


São Pedro tentou estragar nosso pedal, mas não conseguiu. Os bravos pedaladores de sábado ainda deram risada do barro e da chuva que encontraram. Foi mais um belo pedal. Até o próximo.

Rosinha e Ferrugem Bobalhão

Pedal marcado, pedal pedalado. 9:30h deste sábado nos reunimos para mais uma indiada bicicletística. Esta seria mais curta e mais rápida, pois o Testolino precisava voltar mais cedo pra casa e o Igor está voltando aos pedais longos aos poucos.

Resolvemos então fazer uma voltinha tradicional até Otávio Rock, com passagem por alguns locais desconhecidos ao Igor e ao Andrius, e voltaríamos pelo Morro do Carvalho.

Partimos pelo trajeto de sempre: SPA – L40 – L60. Na descida até a igreja da Linha 40 pegamos o famoso Atalho da Cantina. Paramos para umas fotos do local, pois aqui nunca retratamos nada. Também chamamos este atalho de “Atalho do desmanche de jipe”. Por que será?


O atalho começa em subida mas logo em seguida já vem um descidão no meio das residência, por uma estradinha bem estreita, onde passa apenas um carro, o resto vai pra valeta e, quase sempre, eu vou pra valeta nesta estrada. A estrada sai no esfalto e é só pegar as esquerdas e seguir adiante.

Chegamos na Igreja da Linha 40 e veio a primeira subida da tarde. Uma subida que já foi bem pior, de subir suando, cansando, mas agora já dominamos muito bem ela, dá pra subir tranquilo. O Igor cansou nesta subida, acho que ele anda se desgastando muito durante a semana. Ah, ela será asfaltada em breve. Que pena!


Começamos a subir, lá em cima, quase na última parte da subida paramos para ver onde o Igor estava, pois estava demorando muito para subir. Resolvi voltar pra ver se achava o índio. O Andrius e o Testolino subiram na frete enquanto eu desci para acompanhar o Igor. Achei o cidadão ainda na metade da subida, faltava um bom pedaço pra ele pedalar até o topo, então subi com ele pra dar apoio moral e algumas risadas. hehehe.

Enquanto a gente não chegava, o Testolino que já estava nos esperando lá em cima junto do Andrius, resolveu fazer um book dos queridos companheiros cachorros, os quais acompanhamos seu crescimento desde o dia em que vieram ao mundo.


Depois de muitas fotos tiradas dos cachorros, o Igor apareceu. E, notem, começou a apareceu o visual novo do Igor.


Reagrupamos, deixamos o Igor descanar um pouco e partimos em direção à bifurcação da Linha 60. Pegamos as esquerdas e seguimos em direção à casa Portuguesa. Passamos reto e seguimos pela mesma estrada até a entrada do Sítio da Lagoa. Ali, avistamos uma espécie de capela e paramos para umas fotinhos.


Enquanto o pessoal brincava com os santos eu entrei na estradinha que tinha ao lado da capela para ver onde saia. Andei uns 400m e avistei um pessoal de índole um pouco duvidosa vindo em minha direção. Avistei também uma espécie de favelas nos arredores da estrada.


Dei meia volta e me mandei. Encontr-me com os demais na capela e partimos adiante. Entramos na estrada que leva até o Sítio da lagoa e fomos até lá para mostrar o local aos dois pedaladores que não conheciam a região.

O tal Sítio da Lagoa, Restaurante da Lagoa, ou seja lá qual for o nome da bigorna, nada mais é do que uma casa ao lado de uma lago artificial, no meio dos inúmeros montes que tem na região. Olhamos o local e voltamos, sem maiiores sustos.


Voltamos até a estrada principal e resolvemos pegar o Atalho Desconhecido, para mostrar a estradinha. Esta estrada é show de bola, fizemos um vídeo do pedal pela mesma, só que ficou muito grande e o Youtube não tá aceitando. Outra hora eu coloco no rapidshare para quem quiser ver. Por óbvio, não tem fotos desta estrada, é só ao vivo mesmo, quem não foi, perdeu a chance de conhecê-la. heheh

A tal estradinha sai em Otávio Broca, bem na entrada do distrito. Desta vez não paramos para a Power Polenta Brustolada, passamos reto e subimos pela Rodovia Slaviero, que é asfaltada até o cartódromo oval. No meio da subida encontramos um pedalador descendo. Parecia o Testolino.


Neste lugar sempre paramos para descansar e olhar a paisagem. Aproveitamos também para dar uma olhada nas várias estradas que chegam ali. Tem duas que precisamos conhecer e desbravar urgentemente. Acredito que no próximo pedal desvendamos uma delas, a pior, heheh. Do cartódromo seguimos morro abaixo em direção ao Rio Sem Ponte.

No meio da descida paramos para abastecer o penéi do Igor que tava ficando no chão. Paramos bem na encruzilhada onde tem uma trilha que não sabemos onde sai. Não sabíamos, pois agora sabemos. Enquanto o Testolino e o Igor foram pelo caminho normal até o Rio Sem Ponte, eu e o Andrius resolvemos ver onde dava a estradinha.

Que maravilha ver uma estrada assim.


Descemos por uma estrada que a cada metro ia se fechando mais. Os galhos começavam a cobrir a pista de não tínhamos mais onde andar. Até que chegamos aqui:


Mas não pensem que paramos. Neste ponto a estrada faz um cotovelo e continua descendo. Acreditamos que vai até outra parte do rio, mas pensamos melhor e não descemos, resolvemos continuar adiante, até onde não dava mais. Chegamos em um ponto onde não tinha mais lugar pra pedalar. Mato muito fechado. Voltamos. Agora toda aquela bela descida se transformava em uma difícil subida. E que subida!!


Chegamos na encruzilhada, pegamos a estrada normal e descemos até o Rio Sem Ponte onde já estavam nos aguardando. Uma longa parada para recompor as energias, comer alguma coisa, dar umas risadas e já pensar em locais para fazer o Choripan, que estamos combinando há tempos.



O calor estava aumentando e o Igor começou a tirar as peças mais pesadas da roupa. Com isto, seu figurino apareceu mais.

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Pernas descansadas, era hora de voltar. O Rio estava baixo, então todo mundo quis brincar de travessia no rio sem ponte. Primeiro o Testa, sabidão, que conhece todos os caminhos do rio, inclusive dentro da água.


Depois eu. kamikase como sempre.


O Andrius.


E, por fim, o Igor com seu uniforme primavera-verão 2007.


Seguimos viagem, passamos pela casa do Garganta. Ainda bem que ele não estava lá, pois o tempo é precioso e parar para conversar com ele é, no mínimo, duas horas de papo.

Chegamos na encruzilhada do Morro do Carvalho. Sempre descemos, desta vez subimos. Subimos da metade em diante, mas é uma subida fodástica. Em alguns pontos a inclunação é muito crucial.


O Andrius ameaçou subior na frente e eu indo atras. Até que o Testolino nos passou. Como ele é meu parceiro de RomarioBikers não poderia deixá-lo solito, grudei na cola dele e subi junto. Chegamos na casa dos Rótiváilers e paramos para esperar os demais. Um “arubu” apreciava nossa pedalada com olhos de cobiça.

Esperamos um tempo e apareceu o Andrius, logo atras o Igor, capenga, empurrando a bike. Normal, aquela subida é crucial, e ele está voltando aos pedais aos poucos. Descansamos, o Igor repor as energias e mostrou de vez seu uniforme lindo.


Coisa linda do tio este uniforme. Coisa linda!!! Comentários ali em baixo por favor.

Deste ponto onde paramos até Santa Justina tem mais subida, mas agora não era tão cruel, era mais tranquila. Subimos bem, sempre no mesmo ritmo e paramos lá no estacionamento de bicicleta que tem na frente do salão paroquial. De repente apareceu um piá, prontamente apelidado de Ferrugem (em homenagem ao Testa que tava com a relação toda suja e, também, ao Ferrugem, hehehe).

Enquanto o Igor não chegava jogamos um futebolzinho com o piá e dialogamos um pouco com ele. Até que o Igor chegou, de rosinha, e parou ali pra conversar com o Ferrugem também. No fim, achamos que ele é parente do Mika, de tão chato.

Nos despedimos do Ferrugem, que ficou amigo do Testa (“ô, bobalhão”), e partimos. Eu pensava em voltar novamente pela Linha 60 e subir o 40, mas o Testolino estava se atrasando e o Igor já estava bem cansado. Voltamos então pelo asfalto mesmo, meus pneus agradeceram.

Na metade da subida achamos um pelotão de pedaladores. Tinha o César junto, gritei para ele e seguimos. Olho pra tras e o animal estava voltando. Parei para conversar com ele enquanto os demais seguiam morro acima. Uma breve conversa e logo cada um pegou seu rumo.

Alguns km adiante alcancei os demais pedaladores, que iam subindo devagar. O Igor estava ficando para tras e cada vez mais cansado e com câimbras. O Testolino tinha hora pra chegar, se não ia apanhar da mulé. Então fiquei fazendo companhia ao Igor na subida, enquanto o Testa se mandou com o Andrius na frente.

Subimos devagar, parando várias vezes para o Igor fazer alongamento e descansar. Subir devagar assim, sem ritmo, cansa, mas é bom para conversar e rir um pouco, hehehehe. Até que chegamos lá em cima na gruta, onde o Andrius nos aguardava.

Reagrupamos e entramos na cidade, onde termina o respeito e começa a sobrevivência. Seguimos juntos até são pelegrino, onde cada um tomou seu rumo. Antes de nos despedirmos, paramos para ver um tiozinho com sua bike motorizada. Algo lindo de ver, uma estilo “cafão” com motor de serra-elétrica. Espetáculo.

Foi mais um ótimo pedal. Curtinho mas muito interessante. Desbravamos um trilha nova e descobrimos novas estradas para no futuro pedalar por elas. Até o próximo.