É muito treino, nem dá tempo para postar.
E tá frio.
Ehehe, sonha que a pepsi paga…
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Testando o Xoelho detonado
Após um longo período sem pedalar por causa do tratamento no joelho, neste último sábado tentei voltar aos pedais. Por ordem médica: SEM FORÇAR.
Havíamos combinado de nos encontrar ali na elevada do bigodudo, caso o tempo estivesse bom. Como o tempo estava incerto, não sabíamos se daria ou não para pedalar sem se molhar e passar frio. Resolvemos cancelar o pedalzito.
Por volta de 13:30h, em casa, vendo TV, recebi a ligação do Fábio para uma voltinha de speed. Eu respondi: Tu tá loco, vai chover. Ele insistiu e fomos, mas de mtb. Em 10 minutos eu já tava pronto e esperando ele ali em casa.
Partimos em direção ao Desvio Rizzo, atravessamos os trilhos, passamos pelos sem-teto e seguimos adiante, pela estrada que liga até Forqueta. De forqueta fomos até Nossa Senhora da Salete, pelo asfalto e lá adiante pegamos as esquerdas para fazer a descida da cascata.
Sempre fizemos este trajeto ao contrário, nunca por este lado. Para quem tava parado e com o joelho detonado, foi até uma boa, pois só tem uma subida pra judiar das pernas.
E que subida, não achei que fosse tão longa, hehehehe. Nas primeiras pedaladas morro acima eu já notei que iria sofrer até chegar no topo, devido ao tempo parado no DM. Mas segui, tranquilito e devagarito, até chegar lá em cima onde o fábio me aguardava cansado de esperar.
Dalil voltamos para o asfalto e de volta para forqueta. Paramos no buteco para tomar uma cueca-cuela e voltamos para casa pela mesma estrada da ida, nos encontrando com os cachorros malditos da casa verde.
Mas foi tudo tranquilo, 48km para testar o joelho. e não choveu, aleluia. Ah, o joelho tá tranquilo, doeu o normal, nada que assuste, agora é retomar o ritmo das pedaladas, ou não, hehe. Até…
Bacia de São Tiago
E finalmente chegou o tal de Doismiledez. Para comemorarmos, nada melhor do que iniciar o ano com uma pedalada. Eu to no DM, mesmo assim driblei a segurança e fui pedalar. Junto levei o Cemin e o Caipa Botox. O destino era incerto, eu só tinha certeza de que iríamos nos perder.
Saída marcada para as 14 horas ali do toldo das ovelhas. Neste horário o Botox já estava lá. Eu cheguei um pouco depois e o Cemin logo apareceu. Tinha perdido por ali, um pedalador da turba da loja picareta, como foi deixado pra traz, resolveu ir pedalar conosco.
Partimos em direção à rótula do Sol, atravessamos ela e seguimos em direção à Monte Bérico. Eu tava com vontade de me perder em uma estrada que passamos seguido, mas nunca entramos para ver onde sai. Mais adiante do relato saberão de qual estrada falo.
E seguimos pelo caminho de sempre, descidão do gringo, volta do Tegão super poluído em diante. Chegamos no início do rio de Pedras e seguimos adiante, a idéia era costear o Tegão até o asfalto de Mato Perso. E seguimos. Logo adiante passamos pela maldita casa do PitBull cego e o cão sarnento tava lá, esperando alguém passar para dar o bote. E deu, fez o Cemin e o estranho sprintarem feito loucos. Eu e o Botox passamos caminhando, o Éder tava armado com uma árvore, hehehe. Deu tudo certo.
Mais adiante reagrupamos e seguimos viagem até que chegamos no asfaltão de Mato Perso. Ou Parque das Águas, como preferirem.
Ali paramos para reagrupar e logo apareceu outro pedalador perdido querendo parceria. Ficamos um tempo decidindo para que lado ir até que decidimos pelo mais certo: SE PERDER, heheheh.
Nesta parte do asfalto, bem na curva, tem uma estradinha que lava ao desconhecido. Descobrimos, pela placa que tem no local, que ela leva para São Tiago. Ora bolas, São Tiago é logo ali, do lado de Mato Perso. Vamos encarar. E nos metemos pela estrada desconhecida.
De início uma estradinha tranquila, com sinais de que carros não passam por ali com tanta frequência. Logo chegamos em uma propriedade e o primeiro impasse surgiu: Para cima ou para baixo?
De longe avistamos uma senhora que gesticulava e gritava. Ainda não sabemos se era indicação para onde seguir ou se estava nos xingando. Não ficamos muito tempo pensando nisso, logo resolvemos subir e tentar descobrir o caminho mais adiante. E que subidinha chata!!! Curta, mas bem ingreme e com muito cascalho. Os gringos adoram casacalho, nunca vi.
Subimos, subimos e subimos, até que chegamos em uma outra bifurcação. Parei e pedi informação para um senhjor, que indicou dois caminhos. Um mais rápido, pelo asfalto e outro mais empolgante, pelas colônias. Só que a tropa já estava adiantada e nem esperaram para saber por onde seguir. Ficamos eu e o Éder pra desvendar a estrada.
No caminho, indo atrás dos demais e sem se preocupar com a estrada, resolvemos parar para umas fotos, pois o caminho precisava ser retratado.
Plantação de ameixa, pêssego e maçã. Mas não uma plantaçãozinha de nada. Era uma baita plantação. Pomar para todos os lados. E coisa boa pelo visto (e provado).
Logo adiante o povo nos aguardava ancioso já no asfalto. Eu avisei que tinha outro caminho e que era pra me esperar, hehehe. Fiz a tropa voltar e pegamos outra estradinha. O É der já tava mortaço, um bom tempo sem pedalar, ele não conseguiu acompanhar-nos no resto do pedal e resolveu aboretar a missão, sobrando pros demais desvendarem o mistério de São Tiago
Na bifurcação onde agora paramos, ficamos conversando um tempo e decidindo por onde ir. Desci até uma casa onde estava uma senhora trabalhando e pedi informação. Ela confirmou o que o outro morador da localidade havia me dito: “Pega a direita depois do pomar grande e depois é só descer todo moRo.”.
Dito e feito, pegamos a direita, ao lado da casa da senhora e começamos a descer. QUE DESCIDA. Será filmada no futuro, pois é daquelas pra ficar guardada. Do lado esquerdo uma parede forrada de plantações, do lado direito um peral igualmente forrado de plantações.
Descemos, descemos e descemos até que finalmente chegamos na localidade de São Tiago. Já conhecida e visitada em outras pedaladas, mas nunca por este caminho.
Agora que descobrimos esta estrada, temos que descobrir a outra, que eu quiz parar no meio da decida para ver e não me deixaram, hehehe. Num, futuro próximo, esta estradinha será desvendada também. Tenho quase certeza de que ela nos leva ao Carvalho, mas preciso confirmar. Se for isto mesmo, será um caminho (uma pedalada) espetacular.
Bom, nem paramos muito tempo, o povo estranho tava com pressa e não é acostumado a ficar parando para fotos, conversa e tal. Resolvemos zarpar fora. Os dois estranhos foram na frente, eu fiquei com o Cemin mais pra trás. No início da subidona até o asfalto eu comecei a terminar de detonar meu joelho. Resolvi dar uma de fodão e judiar das pernas.Cheguei lá em cima rapidão, mas as forças terminaram a partir dali e o joelho não foi mais o mesmo depois desta subida. Puta merda, senti que algo estava errado.
Dali, o povo do pedal se dividiu, os dois estranhos que já estavam com pressa e cansados de tanto parar, resolveram seguir em frente no ritmo deles e “se foram-se indo”. Eu e o Cemin ficamos. Voltamos mais devagarito, no ritmo que meu joelho deixava (bosta tripla).
No caminho de volta, pelo asfalto, passamos novamente pela entrada da estradinha antes desconhecida, e um dos estranho estava ali, sentado numa pedra avistando jacarés voadores. Pediu informações de caminhos para a volta dele, dei as informações e seguimos, eu e o Cemin.
Dali pra frente foi um parto, cada pedalada a mais o joelho reclamava, pensei em abortar, mas não iria começar o ano assim. Seguimos em frente. O cemin queria chamar resgate pra mim, eu não deixei, fiz ele ir devagarito comigo, sempre na buena, sem judiar das pernas.
Voltamos pelo rio de pedras e costeando o Tegão, quase o mesmo caminho da ida. No meio da pedalada avistamos uma bacia às margens do Tega. Não uma bacia de lavar roupas, aquelas de plástico, não dessa. Avistamos uma BACIA HUMANA, isso mesmo que vocês leram. Acredito que seja restos de algum infeliz que foi desovado no tegão, só pode.
Continuamos nossa indiada até a Rota do Sol, alguns kms de asfalto e logo estávamos novamente na civilização. Pedalamos até em casa e chegamos sãos e salvos, antes da chuva, para a tristeza dos pedaladores. Mas faz parte, nem sempre São Pedro manda a chuva na hora certa, hehehe.
Foi um pedal bala, pra começar o ano tá mais do que bom, 54km de estradas novas e dores no joelho. Falow.
P.S.: o Éder tá vivo, foi resgatado por um conhecido que passava de caminhão pela estrada por onde voltava. E de noite tomamos umas 35 cervejas para comemorar este pedal, hehehe.
Relatório da Semana
Buenas viventes!
Semana passada ocorreram vários fatos pertinentes ao mundo dos pedais que merecem ser destacados aqui, além, claro, do pedal realizado sábado. Mas, pois então, vamos a eles:
Quarta-feira 31/01/2007
Neste dia o romariobiker Bassolin sofreu um semi-atropelamento. Como ele relatou abaixo. O rapaz está de férias e se recuperando de uma virose feia. Então, ele combinou com nosso amigo Zorze para dar um pedalada de leve para ir voltando ao mundo bicicletístico. Porém, a coisa boa não durou muito. Ele estava indo encontrar o Zorze e ali perto da casa de pedra, quando um fdp sem noção conduzindo um Del Rey, sim um Del Rey, acreditem, ainda tem desses circulando, meio que fechou o Basso contra o meio fio até bater nele com o carro. Ai deu né. Chão, asfalto, piruetas e etc. O animal do carro se mandou e por sinal nem deve ter visto o que fez. Foi um baita susto que felizmente, e devido ao uso do capacete, causou apenas umas escoriações, arranhões e cortes no amigo. Nada que uns remendos por uns dias não resolvam. Ele falou com o Zorze por telefone que foi ao local e levou o Basso na Unimed. A bike também sofreu alguns danos mas nada de grave. Um aro quebrado mas ele vai ganhar uns aros novos por isso.
E ai está o sujeito sendo tratado…..
Quinta-feira 01/02/2007
Na quinta de noite teve uma zanta de confraternização dos pedaladores dos RomarioBikers e Serrabikers. Rolou um xizoto lá no Felipis. Eu, apesar de estar em Caxias, não pude ir devido a compromissos com a dona patroa. Pelo o que me falaram, as seguintes figuras se fizeram presentes no evento: Basso, Igor, Zunior, Zorze, Marcos, Mica e Andrius. Não tem fotos do fato mas ele ocorreu.
Sexta-feira 02/02/2007
Na sexta-feira era feriado em Porto Alegre, eita coisa boa, portanto eu estava na serra. Eu e a Márcia Pit Bull, que também é minha irmã, fizemos um pedalzito leve até a igrejinha de Nossa Senhora da Rocca. O objetivo era testar se as aulas de power spinning estão fazendo algum efeito nela. Até que estão ajudando mas poderia ser melhor. A pedalada foi realizada abaixo de sol forte. Saimos ai pelas 11h da matina. No total foram 27km e uns quebrados. Essa igrejita é muito legal e fica bem na ponta de um morro ali para os lados de São Virgilio, do motel Lebond, por onde se vai para a Rampa Sul e etc. O caminho até lá tem um visual bala como podem ver.
Pedala Pit Bull….
Outra….
Bela paisagem….
Foto em homenagem ao Jorge…
Outra estilo Jorge…
A igrejinha de frente…
Sábado 03/02/2007
Finalmente no sábado, rolou a tradicional indiada sabadiana. Saímos cedito. 8h da madrugada eu estava esperando o Zunior lá na frente de casa. Mas ele acabou desistindo de pedal para se preservar mais uns dias pois ele tá com uns problema das “zérnia”. Então me larguei e encontrei o Zorze Ok e o Marcos lá no posto do Bob’s.
Conversamos e o destino foi definido para os lados de Souza Farm e possível ida até Vila Seca por uma estrada desconhecida até então. Subimos a BR e pegamos aquela estrada atrás do Chateau Lacave que sai na Rota do Sol. Seguimos um pouco na rota e entramos naquela mesma estrada das maçãs de semana passada. As maçãs foram colhidas e o Marcos não pode fazer a feira. Passamos pelo tal de lugar chamado Bevilacqua e seguimos até Fazendo Souza.
Ali em Souza Farm, seguimos até o final da avenida da localidade e pegamos uma estrada à esquerda que segundo o Marcos, e também uma placa, nos levaria até Vila Seca. E levou mesmo. Estradinha boa de andar e sem muitas subidas. Em um certo momento, o Zorze tava mais na frente, veio um caminhão de gás levantando um pó dos inferno, eu e o Marcos fomos para o lado para o animal passar. Depois só vimos aquela nuvem de poeira e mais nada. Nada do Zorze. Só depois avistamos o animal lá bem na frente tentando buscar o caminhão de butano na subidinha. Hehehe…e ele falando depois para nós: Porque eu não ia deixar ele passar..porque eu ia buscar ele…porque isso…porque aquilo… Eita Zorze véio de guerra. Ele é meio estourado as vezes. Acho que depois de uns 9km chegamos na monumental Vila Seca, onde tomamos uma cueca-cuela semi gelada, matamos um pingo d’ouro, amendoinzitos e uma rapadura. Falamos com uns piás nativos da região que tavam lokos pra derrubar a Verméééia, e depois pegamos a estrada por volta das 11h com aquele solão na cabeça. Eu tinha que voltar meio cedo e tal.
Voltamos pela rota do sol até um pedaço e depois pegmos uma estrada de chão que vai até Ana Rech passado pelo clube de aeromodelismo e etc. Depois só asfalto até lá em casa. Como ninguém havia levado a máquina vegetal, tiramos umas fotos ali em casa mesmo enquanto era reposto o líquido do corpo com umas brejas geladas. A fotógrafa foi a Pit Bull.
Pedaladores cansados…
Repositor energético…
Eu…
o Zorze…
e o Marcos…
E era wilson mais uma vez. Foram uns 59km pra mim e um pouco mais para os outros. Uma estrada nova foi descoberta, nenhum tombo, nenhuma fruta “emprestada” e, que eu lembre, nenhum ataque de cachorro. That’s all!
Acidentado
Semana passada entrei de férias. como não iria viajar, meus planos eram simples: fazer pedais curtos todos os dias para recuperar a forma perdida nos 30 dias parados em virtude da virose adquirida no início do ano.
Então convenci o Jorge de ir pedalar comigo. Na quarta-feira, arrumamos um tempinho para dar uma volta, fazer um bate-volta até a igreja de Santa Justina, só pra ver se eu ainda sei pedalar.
Tudo certo, tudo combinado. Arrumei as coisas, bike pronta, montei na Katja e me dirigi ao encontro do Jorge. Ele me aguardava lá perto dos SPA, pois mora no camiho que eu iria passar para o pedal.
Es estava indo pela perimeral, quando ali próximo à Casa de Pedra, aconteceu o inesperado. Acidente, colisão, abalroamento, fechada, eita maravilha. O trânasito na cidade é o caos, não existe respeito, vale a lei do maio, do que tem mais força.
Resultado: dois talhos na perna direita, uma tampa tirada do ombro, alguns cortes e escoriações nos braços, dois ematomas na perda esquerda, um aro que abriu o bico e foi pro espaço, uma câmera, um risco no quadro, um par de luvas e uma sapatilha rasgada.
E alguns dias de molho. Hoje completo 36 dias sem pedalar. Preciso me benzer.
