Depois de uma semana agitada no trabalho, showzaço do Iron na quarta e trago violento sexta de noite na festa da Clarice, patroa do Minu, no sábado rolou um pedalzito para cansar mais ainda o corpo e descansar a mente. Na sexta de noite o troço foi forte, fui no amor a camiseta para o pedal marcado para as 10h com o Zunior e o Basso, esse que talvez viria. Mas o poder do trago não permitiu, e ainda ele teria mais festa no sábado e teria que estar em condições.
Mas vamos lá: eram um sábado de manhã com um solaço cada vez mais forte, a ressaca era braba mas pedalar é preciso. E também era preciso inaugurar os aros e os pneus novos. Os kendão intermináveis deram lugar para uns “michelão”, e me livrei daqueles aros infernais para tirar o pneu. A Verméééia ficou uns dias no spa e tava um espetáculo. Tudo 100%. Parecia nova. Eu e o Zunior começamos a subir a 116 meio sem rumo, mas logo pensamos em fazer aquele descidão do Faxinal e ir para aqueles lados.
Passamos pelo viaduto da Arrota do Sol e adentramos no bairro Castle. Logo começou a estrada de chão. Pegamos uma quebrada e subimos até o município cassado de Ana Rech. Passamos reto e pegamos o descidão até a represa do Faxinal. Descidão dos “bão”! Para sentir como a bike ficou com os pneus novos e tal. Ficou “mui” bueno. Pegamos um trecho com um cascalhedo desgraçado que a bike vai dançando em cima. Fomos até a barragem do Faxinal para ver como está o nível da represa. Tá meio baixo o troço. Vamos economizar água porraaa.
A dupla do dia…
O Zunior conferindo as “garra” nova da Verméééia….
O sol tava pegando valendo. Continuamos a indiada pelas quebradas da região. Os cascalhado tá brotando por aquelas bandas, e pedalar no cascalhedo é “ótimo”. Andamos por umas estradas já conhecidos de um outro pedal e a idéia era ir até a Vila Seca. A cada subidinha mais forte o corpo sentia os efeitos da noite anterior onde a festa foi forte. Mas vamos a luta! Em uma determinada bifurcação decidimos ir por uma estrada desconhecida. Logo paramos em uma casa com uns 47 cães latindo alucinados e pedimos para a senhora habitante do local para onde ia a estrada. Segundo ela ia para dar em um outra estrada que para a esquerda ia para Aparecida e à direita para a Rota do Sol. Ela disse: É só ir seguiiiinndooo! Dando a entender quero um trecho longo. A estrada segue entre parrerais e uns pinheiros, e depois de um descidão logo chegamos na estrada que a mulher falou. Estrada conhecida, segundo o Zunior, que havíamos passado esses tempos.
Umas fotos no local…
O Zunior querendo aparecer na paisagem…
Bom, feito o registro e como o sol tava castigando, logo seguimos viagem. Ao invés de ir para Aparecida, fomos para a direita em direção a Rota do Sol e a idéia era parar para comer no boteco tradicional em Vila Seca. Depois de descidas e subidas por aquelas belas estradinhas, chegamos na rota. Voltamos um pouco até Vila Seca. Lá na bodega vimos alguns nativos, matamos um Fruki Limão e um xizoto cada.
Frukis limão…
Depois do descanso e quando o sol estava mais forte começamos a retornar. Pegamos a estradinha do acidente do Basso que liga Vila Seca e Souza Farm. E em Souza Farm voltamos por dentro até o posto Shell e depois rota do sol. Volta normal até casa. Opa, antes uma parada para “pegar emprestado”umas flores para levar para as patroas nos dia delas.
E resumindo foi isso. Foram uns 54km, mas pelo estado físico até que foi bastante. Então, sem mais, até a próxima.























