Pipinha do Vale Trentino

Mais um pedalzito reunindo a tropa para dar risada e cansar as pernas. Nos agrupamos ali no CPe as 14horas, estávamos em 9 pedaladores. Como tínhamos que sair lá por tras do Intercity, cruzamos pelo estacionamento do xópis Iguatemi, onde surgiu o primeiro problema do pedal.

Atravessamos a passarela de pedestres empurrando as bikes, ninguém atravessou pedalando. Ao ingressarmos no estacionamento, local onde circularm veículos, montamos nas bikes e fomos andando, até o outro lado. Eis que logo apareceu um segurança, pilotando sua moto e nos obrigou a descer e empurrar as bikes.

Não achei certo, até tentei me comunicar com o cidadão para saber qual o motivo de não podermos atravessar o estacionamento pedalando, mas não houve chance para diálogo, desci da bike e fui empurrando. Outros até foram pedalando, discutindo com o segurança, que ficou bem brabinho e teve seu momento de fama.

A vida segue, saímos do estacionamento e seguimos em direção ao Desvio Rizzo, “por detras”, hehehe, só que surgiu o segundo problema do pedal. O ricardo meio que bobebou numa descida, se “perdeu nos controles” e acabou caindo da bike. Machucou as mãos e fez alguns arranhões pelo corpo, mas a bike tava inteira.

Com o tombo ele preferiu voltar, é melhor não seguir em frente nestes casos, pois se algo pior aconteceu, só vai descobrir quando esfriar e acalmar a adrenalina. Seguimos então em 8 pedaladores em direção à Forqueta.

De Forqueta demos a volta no Vale Trentino, fomos até lá em baixo, passando pela casa do Seu Barbante e subindo pelos cotovelos malditos da cascatinha. Aliás, eu e o Duca subimos pedalando, foi fudrido, mas subimos. Eita subi9ndinha complicada aquela.

Depois reagrupamos novamente a tropa e descemos até o final do Vale retornando por Nossa Senhora da Salete. Chegemos de novo em Forqueta, onde paramos para reagrupar e tomar alguma coisa para rehidratar, tipo umas cervejas, óbvio. E aproveitamos para arrumar os furos dos pneus de algumas bikes, hehehe.

Aí surgiu o terceiro problema do pedal. O Esequiel resolveu ligar para o Ricardo para saber como ele estava, eis que venho a triste notícia de que ele havia sido atropelado na Perimetral, bem perto de casa. Aí acabou o ânimo do pedal.

Acabou até a minha vontade de escrever mais, pois se eu for escrever tudo o que penso de motoristas, principalmente os péssimos motoristas da nossa região, eu ficaria horas teclando e expondo a raiva que tenho destes elementos, o que não levaria a nada, só ao meu próprio desgaste.

De Forqueta retornamos por uma das rodovias da morte, a RS122.

Bom, ficam algumas fotos do pedalzito, para relembrar da baita parceria da galera

Até o próximo e que o Rica se recupere logo e volte a pedalar o mais rápido possível. E, além disto, esperamos que um dia os motoristas ignorantes entendam que ciclista não é vagabundo ou marginal.

That’s all.

Testando o Xoelho detonado

Após um longo período sem pedalar por causa do tratamento no joelho, neste último sábado tentei voltar aos pedais. Por ordem médica: SEM FORÇAR.

Havíamos combinado de nos encontrar ali na elevada do bigodudo, caso o tempo estivesse bom. Como o tempo estava incerto, não sabíamos se daria ou não para pedalar sem se molhar e passar frio. Resolvemos cancelar o pedalzito.

Por volta de 13:30h, em casa, vendo TV, recebi a ligação do Fábio para uma voltinha de speed. Eu respondi: Tu tá loco, vai chover. Ele insistiu e fomos, mas de mtb. Em 10 minutos eu já tava pronto e esperando ele ali em casa.

Partimos em direção ao Desvio Rizzo, atravessamos os trilhos, passamos pelos sem-teto e seguimos adiante, pela estrada que liga até Forqueta. De forqueta fomos até Nossa Senhora da Salete, pelo asfalto e lá adiante pegamos as esquerdas para fazer a descida da cascata.

Sempre fizemos este trajeto ao contrário, nunca por este lado. Para quem tava parado e com o joelho detonado, foi até uma boa, pois só tem uma subida pra judiar das pernas.

E que subida, não achei que fosse tão longa, hehehehe. Nas primeiras pedaladas morro acima eu já notei que iria sofrer até chegar no topo, devido ao tempo parado no DM. Mas segui, tranquilito e devagarito, até chegar lá em cima onde o fábio me aguardava cansado de esperar.

Dalil voltamos para o asfalto e de volta para forqueta. Paramos no buteco para tomar uma cueca-cuela e voltamos para casa pela mesma estrada da ida, nos encontrando com os cachorros malditos da casa verde.

Mas foi tudo tranquilo, 48km para testar o joelho. e não choveu, aleluia. Ah, o joelho tá tranquilo, doeu o normal, nada que assuste, agora é retomar o ritmo das pedaladas, ou não, hehe. Até…

Colhendo rabanetes

Seguinti, relato bem curto. Este pedal que relatarei (?) aconteceu ainda no dia 23 do mês passado, mas como não tivemos tempo para colocar no ar vai só agora, assim o site não fica parado, mesmo que esteja atrasado. E não tem muitos detalhes, hehehe.

Bom, reunimos a tropa em na frente da Igreja de São Pelegrino. Aí está a tropa de pedaladores do dia.

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Queríamos fazer um pedal diferente neste dia, relembrar os tempos que pedalávamos com toda tropa. Resolvemos então ir para os lados de Forqueta Baixa e arredores. Seguimos então em direção à Forqueta, depois entramos na estrada das Galinhas na pista, onde fizemos outra para da para fotos.

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Antes desta parada fizemos também uma filmagem, onde, desta vez, o câmera man fui eu e não o Zunho, como sempre acontece. Foi mais para dar uma sacada em como funcionava o equipamento e tal. Cois ade louco, uma câmera de nada no capaceta já tira completamente o equilíbrio. Foda, muito foda.Ah, a filmagem ficou uma bosta, um dia eu monto um vídeo só com as bobagens que falamos e posto aqui, um dia.

Bom, passamos pelas galinhas e seguimos adiante. Fomos em direção ao centro da terra, pela mesma estrada de sempre, até que então alguém gritou: “Vamos entrar ali, parece ter uma estradinha.”

Eu nem pensei duas vezes, entrei reto na estradinha que indicaram e começou um descidão do cão. Espetacular. No meio da descida eu fui sugado por uma valeta e o Zunho me passou. O Rambo vinha logo atrás e o resto da tropa mais atrás.

Paramos lá em baixo para reagrupar e tirar algumas fotos.

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Esperamos um pouco pois o Minu e o Testa não apareciam, só descobrimos depois que o Minu levou um capote e ficou colhendo rabanete.

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Bom, tropa reunida, partimos. Continuamos descendo e descendo, até que achamos uma entradinha que voltava para a estrada principal, passamos para ela e seguimos viagem. Paramos logo adiante para ultrapassar um rio que se formou no meio da estrada devido à uma queda d’água gigantesca. Mais adiante vocês verão ela de cima.

Seguimos viagem, agora o objetivo era fazer a subidinha da cascata do cotovelo mortal. Uma subidinha básica, bem fácil. Qualquer um sobe pedalando e sem suar.

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A foto acima foi tirada do meio do cotovelo, para terem idéia do local. A esquerda da foto, onde não se vê a estrada, é a parte que subimos para chegar ao cotovelo. Do lado direito da foto, é o resto da subida. Coisa linda isso.

Mais uma foto do mesmo local. Agora para mostrar o piso e o Zunho preparando outras fotos.

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Uma foto da vista geral.

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Uma foto da cascata que eu falei um pouco antes.

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Uma foto da tropa.

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E agora a parte principal do pedal, onde todos começaram a subir, um por vez. Primeiro foi o Zunhyo, exibidão.

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Força vagabundo. Depois foi a vez do Andrius.

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O Testa não foi fotografado, subiu muito rápido e não esperou a gente preparar o equipamento. Logo depois foi a vez do Rambo. Se peidou todo pra subir, mas subiu. A primeira vez desta subida é cruel, a bike foge pra todos os lados, é bem complicado, mas muito divertido.

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Depois foi o Minubas.

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E, por fim, sobrou pra mim fechar a subida. Óbvio que ninguém me esperou e tive que subir sem ser fotografado, assim eles podem ficar inventando coisas a meu respeito e tal. Mas lá de cima eu tirei uma foto do que subimos.

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Reagrupamos toda tropa em baixo de uma árvore para comer alguma coisa. Paradinha rápida, logo retomamos o pedal. Resolvemos tirar mais uma foto, agora do meio de transporte alternativo, quando as pernas cansam.

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Agora era subir mais e subir muito mais, pela estrada das uvas. Até lá em cima no asfalto foi rapidão. Subimos todos quase juntos, conversando e falando mal dos demais, como sempre.

No aslfato a festaacabou, seguimos em direção à Forqueta e fim de papo. Paramos num buteco para comer algo e tomar uma cocona, acompanhada de um limãozinho e seguimos embora. That’s all.Eu disse que ia ser rápido. Falow.

Vacas alpinistas

Mais um sábado, mais um pedal espetacular. E este foi espetacular ao extremo. Saímos só eu e o Minu, pois o resto da tropa ou não se manifestou, ou não podia. Saí de casa 8:40h, me dirigi ao centro, atravessando o caos matinal do sábado.

O combinado era se encontrar na igreja de São Pelegrino para a missa das 9 horas. No horário combinado o Minu apareceu. Conversamos um pouco, esperamos para ver se mais uma alma penada aparecia e largamos fora.

Partimos em direção à Caravágio, via RS, passamos pelo novo viaduto de bike, e seguimos caminho. Entramos na estradinha dos Romeiros, que está sendo preparada para receber, pasmem, aslfato.

Chegamos em caravágio sem susto algum e rapidão.

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Sem susto mais ou menos, pois ali foi onde o minu fez seu primeiro teste real das sapatilhas, hehehe. Primeiro tombo do dia.

Uma foto da igreja para comprovar que estivemos ali.

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E colocamos as queridas para descansar um pouco enquanto nós tomávamos água e falávamos mal dos ausentes.

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Ficamos uns 5 minutinhos ali observando o movimento até que começou uma missa. Nos dirigimos à frente da igreja e fizemos nossa oração.

Resolvemos voltar. Mas como era cedo, não tínhamos compromisso, as pernas estavam tranqüilas, resolvemos nos perder.

Descemos pelo caminho normal da volta, pela estrada dos romeiros, onde eu coloquei 64km/h na descidinha, hehehe. Os novos sapatos da Katja são ótimos de bãos.

No asfalto paramos para o Minu tomar o seu remédio, que mais parecia um supositório. Na verdade, eu to achando que era um supositório mas ele ficou com vergonha de, bem, vocês sabem…

Não subimos pelo caminho normal, dobramos as esquerdas e continuamos no asfaltinho.

Logo adiante paramos na capelinha. Ali tem uma entrada as dereita que eu sempre quis descobrir para onde ia. Dei a sugestão e o Minu veio, nem pensou duas vezes, já estávamos na estradinha.

Algumas casas, plantações e… fim da estrada. Que bosta. Vamos voltar? Que nada, olha ali, a estradinha segue.

Achamos uma quebrada na estrada, subidinha meia chata, mas seguimos. Logo adiante avistamos um cidadão fazendo os reparos num parreiral, paramos e pedimos informações.

Ele disse que a estrada seguia e poderíamos passar. Agradecemos e seguimos viagem. Mais adiante começou a subida. Puta merda, subidinha mais chata ainda, apontando pra cima. Daquelas que esquentam as pernas só de olhar.

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Seguimos viagem, perdidos, sem saber pra que lado estávamos indo, mas sempre pedalando e rindo.

Mais adiante descobrimos uma nova estrada que no futuro será filmada, pois se subir foi espetacular, descer deve ser melhor ainda. Prontamente denominamos de MORRO DAS VACAS ALPINISTAS.

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Por que?

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Paramos num ponto no meio da subida para registrar algumas fotos e se bobear um pouco.

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Será que dá?

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Bom, algum tempo parado e as pernas começaram a esfriar, retomamos logo o pedal antes que aparecesse alguém e nos desse um tiro pensando que estávamos roubando as vacas porradonas.

Logo adiante um cotovelo pras esquerdas, mais adiante um pras dereita e outro pras esquerdas. E a subida continuava. Estávamos no topo do morro até que chegamos em uma plantação.

Ah, calma, antes da plantação o Minu caiu ainda duas outras vezes devido ás sapatilhas que não queriam se soltar. Ficou olhando a paisagem e perdeu o controle.

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Não tinha mais estrada por onde seguir, só as tradicionais estradinhas de lavouras, por onde passam as tobatas, cachorros e viventes da região.

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Após um bom tempo andando pra lá e pra cá, completamente perdidos no meio de mais uma plantação e inúmeras estradinhas, achamos um vivente. Ele nos explicou por onde ir, não entendemos nada e nos perdemos novamente.

Mas saímos de novo na mesma estradinha que chegamos no topo do morro, só que agora resolvemos ir adiante, seguir por ela mesma.

Andamos uns 50 metros e escutamos uma matilha de cães raivosos sedentos por pernas de ciclistas. Eu gelei, o Minu parou, ficamos estáticos, pois não havia o que fazer a não ser respirar.

Quando os cachorrinhos estavam já no nosso lado veio um grito lá de longe, de cima de uma tobata. “Paaaaaaaarrrrrrrrrraaaaaaaaaaaaaa…” e todos pararam.

Era o dono dos bichos do mal. Eles se acalmaram e fomos conversar com o vivente. Fomos nada, conversamos a distância, pois ninguém queria se mexer dali, hehehe.

Após alguns instantes de conversa os bichos se acalmaram e se dispersaram, chegamos mais perto dos agricultores e estabelecemos um diálogo. Conversamos um pouco, pedimos informações e eles nos mostraram a estrada por onde seguir.

Fácil, fácil, tendo educação e respeito pelo que é dos outros tudo fica mais fácil. Nos despedimos e seguimos caminho, mas os cachorros não nos esqueceram e continuaram latindo, hehehe.

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Chegamos no final da estradinha por onde o cidadão mandou seguir. Havia uma bifurcação e nenhuma das duas aparentava ser transitável. Seguimos pela esquerda e rapidamente notamos que não era por ali, pois nos enroscamos num arame no meio do gramado alto.

Voltamos e seguimos pelo outro lado, não tinha estrada, não tinha trilho, só gramado e plantação… e um banhadão também.

Andamos alguns metros e chegamos em outra propriedade e novamente uma manada de cachorros nos recebeu. Paramos como anteriormente e aguardamos as feras se acalmarem.

Ficamos ali, estáticos, até que apareceu um vivente. Devia ser o dono das terras, e os cachorrinhos queridos se acalmaram e nos esqueceram.

Nos apresentamos, conversamos com o Seu Bertuol e já fizemos amizade, estamos liberados para passar ali outras vezes, sempre que precisar. Segundo o Minu ele nos convidou até pra almoçar. Hehe. O minu achou o lugar interessante.

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Explicamos que novamente estávamos bem perdidos e ele nos deu a dica. Estávamos perto de onde queríamos chegar, na estrada que levava ao clube Parque das Águas, segundo seu Bertuol ela logo ali depois da curva.

Curva? Estrada? Onde?

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Bom, nos despedimos, agradecemos e seguimos o conselho da mente sábia do campo. E deu certo, andamos mais aulguns metros e chegamos em lugar conhecido. Saímos do meio do mato direto na estradinha que leva ao clube. Espetacular.

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Demos alta volta, nos perdemos, descobrimos outras estradinhas, subimos e saímos ali, na estradinha conhecida. Que maravilha. Este caminho está marcado, será feito no futuro, pelo lado inverso, para podermos descer e filmar a descida das VACAS ALPINISTAS.

Dali até o clube foi um tapa, sem susto mesmo, pois acho que a partir do quase terceiro tombo o Minu começou a pegar as manhas dos engates dos pés e não caiu mais.

Passamos pelo clube, abandonado, e seguimos. A subida agora está mais cruel do que nunca, pois está calçada. Paralelepípedos e mais paralelepípedos. Coisa bem ruim de subir. Quando chegamos no cotovelão lá em cima eu agradeci.

Saímos da estrada e pegamos o asfalto, sim, agora está tudo asfaltado ali, acredito que o asfalto tenha chegado em Mato Perso, em uma outra oportunidade vamos vonferir.

A fome bateu, aí fomos até Forqueta Beach para comer algo. Paramos num buteco, pedimos o tradicional limãozinho e comemos um X. Encontramos ali também um grande amigo. Sir Dailor Santos, que estava chegando de viagem.

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Após um tempinho de conversa deixamos ele ir embora e sentamos para almoçar.

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E tomar o limãozinho.

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Descansamos um pouco, rimos dos viventes mais estranhos que habitam este planeta e estavam no mesmo buteco que nós e resolvemos partir de volta pra casa.

Voltamos pela estrada de dentro de Forqueta, para não pegar o asfalto e o tumulto da RS. Chegamos em Caxias tranqilos, sem maiores sustos.

Nos despedimos e cada um seguiu pro seu lado. Deu 63km pra mim, foi um pedal espetacular, com direito a muita diversão, como sempre. Até o próximo.

Perdidos da selva

Verão, sol forte, calor, muito calor, mulheres semi-nuas nas praias e nós aqui, no meio do mato pedalando. É bão demais isso. Neste último sábado sobrou para os RomarioBikers de plantão fazer jus ao espírito pedalador, fomos só eu e o Testolino.

Nos encontramos no local de sempre, na rótula da perimetral norte, 9 horas eu já estava lá e um pouco depois apareceu o Testolino, sempre atrasado, óbvio. Decidimos de imediato fazer um pedal mais longo, o mesmo trajeto feito no pedal da Viagem ao Centro da Terra.

Partimos então em direção à Forqueta, pelo asfalto. Que coisa mais ruim andar no asfalto, ta loco. Cruzamos a cidade e chegamos até o bairro Desvio Rizzo. De lá seguimos adiante, sempre pelas estradas paralelas à RS122 ou RST453, como preferirem.

Chegamos na Capelinha e paramos para os primeiros retratos do dia.


Da Capelinha seguimos em direção à Forqueta, agora sim, Forqueta mesmo, logo depois passamos por Nossa Senhora da Salete e seguimos adiante, sempre pelo asfalto.

Durante o caminho íamos pensando nas opções do pedal, no trajeto que poderíamos fazer, passamos pela entrada da estradinha do pedal do riso, encontramos dois espideiros e chegamos lá em baixo, onde quase termina o asfalto.

A direita tem a entrada da trilha, que deveria ser a esquerda, mas como a gente é perdido mesmo, era mais certo confiar no contrário do que pensávamos. E entramos na estradinha.


Papo vai, papo vem, seguimos sempre pela mestra estradinha até acharmos uma casa, onde paramos para pedir informações. Após observar que estávamos indo no caminho errado, voltamos e pegamos o caminho certo.

Descidão ao lado de um parreiral. Estrada boa, arrumaram devido ao início da safra de uva, nesta época os gringos ficam tudo loucos. Lá no final da descida achamos um vivente, que estava arrumando o parreiral. Pedimos para ele se poderíamos seguir caminho e também pedimos para onde seguir.

Ele nos indicou a estrada e seguimos morro abaixo. Um descidão bem complicado, praticamente impossível de pedalar. Eu até que tentei descer pedalando, mas em alguns momentos foi bem complicado.


Seguimos sempre pela mesma trilha, até porque não tem para onde ir se não voltar, hehehe.


Quando a mata abriu, avistamos uma clareira, só que também avistamos algo que deixou o Testolino bem feliz.



Descemos bastante e a estrada estava bem fechada, mas chegamos lá em baixo, onde queríamos chegar. Um ponte onde agora tem várias saídas. Indo para a esquerda é o caminho certo, para baixo, reto, não sabemos se tem saída e para a direita é uma subidona, trilha nova, que resolvemos descobrir.


Subidão legal, no meio do mato, uma estrada boa de pedalar, não é muito fechada e não tem pedras. Pedalamos bastante nela, fomos até lá em cima, paramos no cotovelo e resolvemos desistir. Quem resolveu foi o Testa, pois eu queria ver onde a estrada acabava.

Como o pedal é sempre democrático, fui voto vencido, resolvemos voltar. Agora a subidona se tornou descidona. Puta merda, eu quase caí umas 3 vezes. Mas é bem legal de descer, tem um cotovelo maldito que é bem complicado de ser ultrapassado, mas chegamos lá em baixo tranqüilos.

Retomamos o aminho certo e seguimos viagem, agora era novamente beirando o parreiral, só que o parreiral logo terminou e nós não sabíamos para onde seguir.

Entramos numa estradinha errada, demos uma volta grande e não achamos saída. Resultado; nos perdemos. Voltamos até o ponto inicial e achamos a estrada certa, seguimos por ela até encontrarmos outro parreiral, onde provamos uma uva.


Agora o caminho era barbada, bastava seguir a estradinha do parreiral e achar a saída. Será? Malditos ETs que mudam os parreirais de lugar e transformam as estradas, acabamos saindo no meio de uma plantação e não achamos a estrada. Nos perdemos novamente.


O mais legal de tudo isso é que do ponto onde paramos dava para avistar a estradinha. Láaaaaaaaaaaaaaa em baixo.


Pois é


È mato e verde pra todo lado


Bom, como não tinha muito o que fazer, o batcóptero não poderia ir nos buscar, o jeito foi achar uma saída. Voltamos até o parreiral, pegamos outra entrada, descemos, descemos até achar a estradinha certa.

Após achar a estradinha certa vimos que não era tão difícil assim, bastava saber o caminho, hehehe. Depois de tudo isso, de se perder duas vezes, ficar preso no meio da selva, finalmente achamos uma estrada que nos levaria a algum lugar.

O Testolino queria descer e ir até o Caí, aí fo iminha vez de se impor e dizer que não teríamos perna para voltar. Ele não titubeou e concordou, hehehehe. As pernas falaram mais alto.

Começamos a subida, agora não tinha mais erro, era só seguir adiante, sempre pela mesma estradinha. Será mesmo?

Pedalamos até chegarmos no riozinho famoso que eu não sei o nome. Ali resolvemos limpar as queridas, já que os pneus do Testa traziam junto metade da terra lavrada pelos agricultores. Era uns 15kg a mais de peso nas rodas.

Do riozinho tem duas saídas: seguir pela estrada principal, ou cortar o rio e seguir pela outra. Seguimos pela principal, pois a vontade de se perder novamente havia terminado.

Subimos, subimos e subimos. Ainda bem que o sol tinha dado uma trégua. Quando estávamos semi-cansados resolvemos parar para tomar uma água, comer alguma coisa e descansar um pouco. A subida não estava nem na metade.


Testolino se puxando nas subidas.


Descansamos por alguns instantes e logo retomamos o pedal. Continuamos subindo, subindo e subindo. Sempre pela mesma estrada. Só que esta estrada tem várias saídas, algumas conhecidas, outras que conheceremos num pedal futuro.

Passamos por várias plantações, alguns parreirais brancos, outros com uvas comestíveis. A subida estava quase acabando, mas antes tem um semi-cotovelo, que sempre faz as pernas cansarem.

Testolino vindo…


Testolino se puxando na curvona…


E Testolino se mandando


Enquanto isso eu descansava e tirava fotos da localidade. Ah, óbvio, a Katja descansava também. ela adora aparecer nas fotos.


Dali em diante foi só subir mais alguns km e chegar novamente no asfalto, no mesmo ponto em que paramos para descansar no pedal do riso.

Do asfalto seguimos até Forqueta, sem estresse e sem susto. Paramos numa padaria para comer algo e tomar uma gelada.


Como estávamos meio cansados, resolvemos tomar uma Malze para fazer leite.


E terminou o pedal… Opa ainda não, tem a volta pra casa ainda. Para voltar pegamos a mesma estradinha que fizemos na ida e logo no início o maior incidente do pedal. Um maldito prego se atravessou no meu pneu. Coisa linda. Nem era grande. Nem fez estrago.


Tudo bem, faz parte. Assim a gente aproveitou para descansar mais um pouco, pois sempre é bom parar e apreciar a paisagem, mesmo com um “rótiváiler” na cola do cara.

Pneu arrumado, seguimos viagem, rapidinho até em casa. Entramos na civilização e a alegria terminou, assim como o pedal.

Mais uma vez foi um ótimo pedal, que será refeito no futuro para desbravarmos as estradinhas que fizeram a gente se perder e descobrir novas opções. Até lá…

Barro, muito barro.

Antes de começar o relato, preciso avisar que não tem fotos desta vez, pois eu era o único fotógrafo presente no pedal e não estava nem um pouco com vontade de sujar o celular.

Agora vai!

Nos reunimos sábado de madrugada em frente à Igreja de São Pelegrino. Lá estavam Junior, Marcos, Prona, Testolino, Andrius, Amigo do Prona e eu. Não sabíamos para onde ir, nem para que lado começar o pedal.

Seguindo indicações do Prona que quis mostrar serviço ao seu amigo de Porto Alegre, resolvemos abandonar a idéia de irmos até a rampa sul e fizemos um outro trajeto.

Partimos em direção ao Desvio Rizzo, saindo na RS 122, um pouco depois da entrada do Samuara. Andamos uns 200m na contramão graças as peripécias do Prona, que já estava perdido.

O Prona queria mostrar uma trilha para o seu amigo, e tentou descobrir a entrada dela. Só que esta trilha não existe mais, está fechada faz tempo e mesmo eu falando isto para o Prona ele insistiu em tentar achar a trilha. Resultado: tivemos que voltar mais alguns metros na contramão da RS para entrarmos no Samuara.

Descemos pelo asfaltinho até a estrada que leva à Monte bérico, onde entramos e saímos lá em baixo nas pedras soltas, também denominado de Trilha da Buceta Molhada. Descemos um monte, no meio de pedras soltas, barro, poças d’água, galhos e mais barro. A chuva começou a cair, de leve, só para tirar o barro das bikes, nem sequer ficávamos molhados.

Saímos na estrada principal que leva te o clube Parque das águas, onde seguimos reto até Monte Bérico de Foorqueta. Seguimos em direção à São Tiago para descer pelo morrinho dos 80, onde a velocidade mais baixa constatada entre os pedaladores foi de 72km/h e a mais alta 88km/h, mas esta tem que ser descartada pois foi o Zunior que bateu e o cateye dele não marca certo. Hehehe.

De São Tiago o Prona resolveu inventar novamente, pois o bom é se perder, hehehe. Ao invés de descermos até a ponte e depois subir o Carvalho seguimos reto por uma estrada desconhecida.

Tal estrada era bem interessante, até que começou a ficar bem fechada e sem sinais de que por ali passava a civilização. Continuamos adiante até que não tinha mais saída. Porcaria, estrada sem saída é foda, tivemos que voltar.

Então voltamos até a igreja de São Tiago e rediscutimos o caminho. Alguns queriam subir, outros queriam se divertir, foi onde o grupo se separou, indo Marcos, Prona e amigo do Prona para um lado, subir o Carvalho até Santa Justina e outros voltaram para a estrada principal e resolveram ir até Mato Perso, eu estava dentre estes últimos.

Subimos então o morrinho dos 80, os quatro restantes do pedal: Zunior, Testolino, Andrius e eu. Pegamos as dereita e seguimos em direção à Mato Perso, onde paramos para almoçar e dar umas risadas. Ah e falar mal de algumas pessoas que não estavam presentes também, bem coisa de calhorda.

Cada um comeu um xize, tomamos duas coconas, uns Bizes, uns salgadinhos do Carrefour e descansamos um pouco.

Também conversamos com o tiozão dono do buteco que nos avisou: “Vocês vão voltar por Forqueta? Ali ta um lamaçal só. Nem carro passa direito ali. Tem muito barro!”

Oba, disse eu. Barro faz bem, hehehehe.

Estava ficando frio, arrumamos as tralhas e partimos de volta para casa. Seguimos pela estrada principal de Mato Perso, que está sendo “arrumada”, tendo alguns trechos já asfaltados.

O pedal estava ótimo, com pouco barro, algumas poças e um pouco de chuva para refrescar. Continuamos os 4 juntos até que chegamos num ponto da estrada onde o negócio complicou. O barro tomou conta. Mas muito barro mesmo.

Andamos uns 5 km em cima do barro, ladiando, fazendo força, desviando dos buracos maiores. Foi uma pedalada cruel para as bikes. Teve gente que saiu reclamando que ia estragar a bike. Bem coisa de fruta.

Era tanto barro que aumentou o peso das bikes em uns 3kg para cada um. Principalmente para o Testa que usa pneu kendão de trator e segura muito barro. Foi querer falar mal dos michelão, hehehehe.

Passamos pelo trecho embarrado e saímos lá adiante no asfaltinho, no cruzamento da estrada dos Romeiros. Eu e o Zunior queríamos ir pelo Lóris pra casa, mas o Testolino estava nervoso e brabo, com um beiço que raspava no guidão e disse que não iria por ali.

Como saímos juntos tínhamos que chegar juntos. Esta é a idéia. Resolvemos acompanhar o beiçudo pelo asfalto, até o posto em Forqueta, onde as bikes foram lavadas e lubrificadas. O beiço do testa estava diminuindo, mas não muito.

Dali até em casa foi um pulo. Seguimos pelo asfalto da RS453, ou 122, como preferirem, mesmo a contragosto meu. A chuva aumentou um pouco e começou a lavar mais ainda as bikes. Eu tava louco para chegar em casa com ela toda embarrada, pois fui o único que não valei a querida no posto, mas a chuva tirou um pouco da sujeira, hehehe.

Chegando em casa, após 70,65km pedalados, muito barro, cansado, era hora de lavar tudo. Acho que engordei uns 5kg de tanto barro. Até hoje sai pedrinhas de barro dos olhos, hehehe. E a bike não estragou, como disseram alguns. Nada que uma boa lavada e uma lubrificação bem feita não resolva.

Foi um ótimo pedal, como sempre. Até o próximo.

Cãimbras, suor, tombos e diversão

O Sol estava de “raxá o coco” neste sábado, mas mesmo assim não cancelamos o pedal e partimos rumo à mais uma indiada ciclística. Reunimos a gurizada em frente à igreja de São Pelegrino e saimos de lá perto das 14 horas. Seguimos pelo Desvio Rizzo, Forqueta até Nossa Sra. da Salete. Neste trajeto uma subidinha para perturbar as pernas.


Da igrejota em diante uma descidona de asfáltico, bom pra pegar um vento na cara enquanto o Sol judiava da gente. Lá em baixo uma entradinha pras dereita, saimos na trilha das pedras soltas, muita pedra solta. Aí o primeiro acidente. Consegui dar uma pirueta com a Bike, coisa linda. Após, tentei continuar a descida enquanto o Testolino batia fotos e quase o atropelei, quase!


E continuamos a descer. Descemos mais, e mais, e muito mais. O capeta está lá nos aguardando, pois a descida não terminava. O centro da terra estava próximo. Acabou a descida das pedras, dobramos as esquerdas onde um pessoal mais kamikase nos aguardava e seguimos caminho.


Parada para tomar uma agua e repor energias.


Agora começaria a parte boa do pedal: a interminável subida. Sim, pois depois de tanto descer teríamos que subir. E subimos. Que subida judiante.


Ela não é tão íngreme, mas é longa. Mas a vista do local é impressionante. Muito bala mesmo.


Algumas paradas no meio da subida se fizeram necessárias.


Outras paradas maiores, nas quais paramos para tirar fotos, comer uva e dar umas risadas.


Depois de tanta parada no meio da subida mais uma parada para reunir toda turma antes da despedida final do dia. então, turma reunida defronte a igreja de Nossa Sra. da Salete.


Após isso foi voltar para casa, uns mais rápidos, pois tinham compromisso e outros mais tranquilos ainda pararam nom buteco de bêbados em Forqueta City para tomar uma cueca-cuela. E voltamos para casa. Só 62,34km, um pneu furado, um câmbio torto, um óculos perdido (mas recuperado), 183 litros de água, solaço e muita diversão com os amigos.