De volta ao mundo

Bem amigos da rede glo… ops, não é isso. Buenas amigos dos pedais. voltamos ao mundo das pedaladas após uma breve parada devido aos inúmeros acontecimentos, imprevistos e acidentes dos últimos dias.

Neste último sábado sobrou para mim e para o testolino um pedalzito light. De leve pois na sexta tivemos uma festa em Bento (no Bangalõ, ótimo lugar por sinal) e as condições pedalísticas para o sábado estavam preocupantes.

O interesse era fazer um pedal até Caravagio, para renovar a proteção divina, abençoar a Katja Loira e dar uma esquentada nas pernas. Mas nada disso foi feito, ainda estamos devendo a visita ao santuário e a conversa com nosso amigo lá de cima.

Fizemos um pedal diferente, por estradas que há tempos não passávamos, lá pelos lados de Monte Bérico e região, estradas ótimas para se pedalar, pois não havia nenhuma alma viva aos arredores.

Não tiramos fotos, não paramos muito (mentira, até paramos, mas não tiramos fotos) para conversar e falar mal dos outros como de costume, pois o tempo era curto e as pernas não estavam nas melhores condições para acelerar e chegar cedo em casa.

No final das contas vimos que o Lóris tá bem ainda, tá tudo igual na região, apenas com o início das obras da pista de teste da Randão, o que agitou um pouco a localidade. No mais tá tudo igual…

Feito o relato. Simples… 50 e poucos km, algumas risadas, nenhum tombo, nenhum pneu furado. Ótimo isso. E a Katja Loira passou no teste. Até o próximo.

Com graminha no meio é melhor

Pedal combinado na sexta-feira. Marcamos para as 9 horas na frente da igreja de são Pelegrino para nos encontrarmos e partirmos rumo à benção da bici rosa-escuro do Testolino. Cheguei na igreja e lá estava o Prona, pronta para algumas escaladas num ótimo dia para pedalar. Pouco depois chegou o Testolino. Mais ninguém apareceu, partimos. Desta vez não contamos com a presença dos gigantes, pois os mesmos faram fazer um pedal mais longo, coisa de alucinado, hehehe.

Partimos pelo caminho tradicional dos RomarioBikers. Subidinha dos SPA para aquecer as pernas, depois uma longa descita até Santa Justina. é bom descer ali, uma descida interminável, boa para pegar um vento e despencar morro abaixo.

Rapidinho chegamos a Santa Justina. Fizemos uma paradinha bem rápida par atomar água e nos mandamos em direção à Descida do Carvalho. Adentramos no morro e o Prona se mandou na frente. eu mais atras tentando alcança-lo e o Testolino um pouco depois. Na retinha antes da bifurcação do rio Sem Ponte o “catái” marcou 68km/h, o coisa boa essa. continuamos descendo até a Ponte do Rio Limpo.

Na passagem pelos famosos espinhos que evitam acidentes veio algumas lembranças em mente e fui mais deagarito. A única coisa que eu conheço que não cai duas vezes no mesm olugar é raio, então foi melhor reduzir e ir com mais cuidado naqule maldito cotovelo. No penúltimo cotovelo o Prona foi reto, testou a área de escape, hehehehe.

Uma paradinha na ponte para tomar uma água e começamos a subida interminável. De início sugeri fazermos outro caminho, pegar a estrada para São Tiago, mas não aceitaram minha sugestão e subimos para Mato Perso. Uma subida boa. Antigamente´eu dizia uma subida cruel, agora já é uma subida boa de se fazer. Subi como manda a regra, na frente, hauahuahauahua, sempre na coroa do meio, só controlando a pedalada, até que lá em cima, antes do cotovelinho me cai a corrente entre os raios e o cassete. Porra cacete!!! Parada rápida para arrumar e seguimos.

Cheguei em Mato Perso, logo depois chegou o Testolino e um pouco mais atras apareceu o Prona que veio na maciota pois estava sem pedalar faz tempo. paramos, descansamos, recalibramos a água nas caramingolas e partimos.

Na saída de Mato perso fomos em direção à linha 30 de Farroupilha, entramos pelas terras da vinícoloa que não vou dizer o nome pois não faço merchan, hehe, e seguimos adiante. uma estradinha ainda não conhecida, com graminha no meio, ótima para pedalar. Estas estradas do interior, de colônia mesmo, com graminha no meio e só o trilho pros pneus são as melhores.

descemos, subimos, descemos e subimos. aí subimos, subimos e subimos. Passamos pela estrada que leva ao Parque das àguas e seguimos reto até o asfaltinho. Uma paradinha para esperar os demais e reagrupar a tropa e seguimos morro acima. Uma subida tranquila, quase plano, só que com um vento danado. Cheguei na ponte e procurei uma sombrinha para esperar os outros dois pedaladores.

Todos reagrupados, agora seria a hora da verdade. Esta subidinha da ponte do asfalto até o topo do morro em Caravágio é cruel. Ela começa bem inclinada, dá um descanso e no final, quando as pernas já estão fracas ela piora, e muito.

Coroinha acionada e vamos lá. Morro acima pra aquecer. Segundo o Testolino eu subi com pressa, mas não, eu tava testando as pernas, pra ver até onde elas aguentavam. e aguentaram bem, subi tranquilo até lá em cima, senti uma fisgana na perna quando fiz um esforço maior, mas coisa poca, logo parou.

E chegamos em Caravagio. Bassmussen em primeiro, Testolino um pouco depois, um gordinho com uma Scale 60 um tempo depois e, subindo na maciota, o Prona. Esse gordinho da scale 60 já haviamos encontrado oua vez, no bar do véio. ficou ali no buteco conversando conosco. Desta vez foi igual, paramos no bar em Caravagio e ele ficou ali batendo um papo e apreciando nossas torradas.

Uma longa parada para descansar, tomar uma Sprite, comar umas 10 torradas com pão colonial, falar algumas besteiras, quebrar um copo, xingar uns barulhentos de moto, sendo que dois eram meus conhecidos.

Fomos para o Sol pegar um bronze e aquecer um pouco, pois na sombra estava ficando frio, aí apareceu um véio com uma Van Mercedez, véia pra burro, daquelas quadradas. Tava ele e o filho na van. Estacionaram a encrence e o motor tava fervendo. Abriram a tampa do radiador e aquilo parecia um vulcão em erupção. Quase tomamos um banho. Depois o cara ainda coloca uns 38 litros de água e perde a tampa e fica xingando o filho. hauhauahua. Que cena linda!

Chega de risada, chega de Sol. Fomos pegar e benção pra bici rosa-escuro do testa e partimos de volta pra casa. Agora pela estrada normal dos romeiros. Já na primeira descida fui obrigado a ultrapassar duas motos que estavam a meio por hora. Passei zunindo… Parei lá em baixo na ponte para esperar os outros dois pedaladores. Nos unimos novamente e agora era morro acima.

Este morro sempre me judiou, desta vez eu judiei dele. Eu tava endiabrado neste sábado, testei as pernas até o limite. Como seria a última subida forte do dia resolvi encarar mais um desafio. coroa do meio, 4ª marcha atras e pernas fazendo força. Nada de descanso. Foi cansativo, mas muito bom. São nestas horas que o cara percebe que pode pedalar mais, mas isso não é coisa de RomarioBiker. lá em cima parei para esperar os demais, pois pedalar solito é ruim.

Dali em diante foi mais um trajeto tradicional. Bar do Loris, com direito a gritos para o mesmo, descidão do Samuara, subidinha tranquilo até o asfalto. Depois subimos pelo Mart Center até chegarmos em casa. foi um pedal muito bom. Pra mim, que neste pedal era o que morava mais perto, deu 69km. Uma distância razoável, mas um passeio bem agradável com os amigos. Até o próximo.

Fotos do último sábado

Já que não deu tempo para o Bassonildo colocar as fuetos, vou meter algumas ai.

Se preparando pra descida do carvalho

Porra, que posesinha do Minu! VSF! VTNC!
Estacionamento de óculos
Lá no fundo é pra ter uma cachoeira
O Basso e o amiguinho dele, nada mala, lá no campinho do Lóris
E era isso. Pro infeliz aqui que mora longe, o cátái fechou 65,4km de pedalada. E sábado tem mais. O sistema está nervoso.
It’s done.

Aumentando a média

Eita nóis. De volta ao mundo pedalístico fizemos um pedal bom neste último sábado. Trajeto normal: Santa Jiustina, Mato Perso , Caxias. Eu estava sem pedalar faziam 16 dias e o Minubas atmbém. Mesmo assim nossa média foi muito boa, estamos progredindo. No final do percusro de 54km ficamos com média de 16,3km/h, pra nós isso é demais, cansa muito, hauhauahauhauah.

O Gaio arroiou e não apareceu no lugar marcado, então fomos apenas eu, o Minu e o Testa. E ava chovendo, pouca coisa, o pior foi o vento frio em pleno verão. Sábado foi testado também o sistema nervoso da equipe RomarioBikers. Simulamos várias atitudes e desentendimentos que por ventura poderiam ocorrer em alguma competição. Todos passaram no teste, hehe.

E na volta, óbvio, tínhamos que passar pelo já tradicional e consagrado Bar do Lóris para tomar a PowerCuba e ter forças para os últimos 5.000.000cm.

É isso ae, não tem fotos desta vez. Quer dizer, fotos tem, mas eu tava com preguiça de colocar aqui, fica para a próxima. Falow…