Four beers in the whorehouse

Voltei. Sim, voltei aos pedais. Após longo período de inatividade ciclística, devido ao probleminha das costas e do ombro, estou de volta. A melhor notícia dos últimos tempos foi que o médico me liberou para pedalar.

E fizemos um pedalzito legal neste último sábado. Sol e calor marcaram o dia. Dia perfeito para uma voltinha básica. 54km de muita diversão e parceria dos amigos. Saímos ali do VGB às 13:30h, eu, Gaio, Cemin e Mamá. Na saída meu pneu dianteiro já apresentava problemas, um rasgo que começou a encher o saco. Ali na subidinha das piscinas nos encontramos com o Testolino e o Everaldo, estavam saindo para uma pedalada lá para os lados de forqueta.

Rumamos em direção à Caravágio, descemos, descemos e descemos. Na ponte pegamos “as dereita” em direção à Mato Perso e seguimos embora, até o asfalto. Neste ponto meu pneu já tinha perdido metade do líquido selante, mas tava firme, hehehe.

Chegamos no posto de Mato Perso e paramos para uma Cerveja e alguns quitutes, só para dar um brilho e meter uma energia pra dentro do organismo.

E o pneu dianteiro finalmente parou de vazar. O selante funcionou. E a cerveja também. Enquanto isso o Gaio se inteirava das notícias da região.

Tava muito quente. O dia merecia uma gelada. Uma não, quatro, pois estávamos em quatro pedaladores.

Voltamos para Caxias pelo asfalto dos espideiros até o cruzamento com a estrada dos romeiros, onde pegamos “as esquerda” para retornar pra casa. Eu já tava cansado, muito tempo sem pedalar, as pernas demoram pra voltar ao normal. Mas agüentei até em casa, hehe.

E foi mais um pedalzito bala. Era isso, e nada mais. Até o próximo.

Aníver do Zunho

Parabéinx, parabéinx, hoje é seu dia, que dia mais feliz. Eita nóis, ZUNHO  com os anos em festa, que maravilha. Relato atrasado, beeeeem atrasado, mas o que importa é o que interessa. Então, vamos lá…

Ah, antes que venham me xingar pois não tem fotos no pedal, xinguem o Zunho que não quis mandar as fotos para nós. Se ele mandar as fotos antes do próximo pedal, eu coloco aqui no relato para vocês se deliciarem. (o zunho ficou com medo de sofrer represálias e me enviou as fotos)

Reunimos a tropa para comemorar o aniversario do Zunho pedalando. Nos encontramos 9 da madrugada na frente do Bosteiro, lá estavam: Rambo, Minubas, Zunho aniversariante do dia e Yo. Prontos para uma pedalada tranqüila e divertida na companhia dos amigos. O Testolino Jaguará não se fez presente pois foi buscar muamba no país dos tupamaros.

Enquanto esperávamos pra ver se mais alguma alma penada aparecia, ficamos batendo um papo e falando mal dos outros, como sempre. Ninguém mais apareceu, partimos. Subimos os SPA bem rapidão, passamos a capelinha e começamos a descer o asfalto em direção à Santa Justina.

Bem no início da descida pegamos a estradinha no meio do mato que nos leva para a trilha dos pneus furados, local onde nunca se passa sem que se fure um pneu. A trilha agora está bem aberta, largamos fincado na trilha até chegarmos na estrada paralela à descida. Andamos mais um pouco e chegamos na entrada da trilha dos pneus furados.

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Entrada nada, existia uma entrada antigamente, agora não tem mais nada, destruíram tudo. Mas, como somos chatos e não queríamos voltar, resolvemos enfrentar o mato e descobrir onde estava a trilha antiga.

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Após um período de indecisão e discussões acirradas achamos a maldita estradinha. Todos preparados, começamos a descer. Esta estradinha é curta, bem rápida de ser feita, mas é bem divertida. Sempre que um pessoal novo vem pedalar conosco levamos para este local para testar as habilidades dos mesmos.

Esta trilha é curtinha mas é show de pelota, tem vários atrativos.

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Em alguns pontos, com o desmatamento proposital, não tinha como pedalar.

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Lembram que eu comentei que esta trilha é a dos pneus furados? Pois bem, dito e feito, o pneu do Minubas apareceu furado do nada. Isso só pode ser coisa do além. Enquanto passávamos a porteira ficávamos reclamando do pneu furado. Paramos logo adiante para arrumar a encrenca.

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Pneu arrumado, caminho escolhido, até porque não há outro, seguimos em frente. Andamos mais alguns metros até chegarmos novamente no asfalto que desce para santa Justina. Eu disse que a trilha é curta.

Dali até a igreja da Santa Justina não tem muita emoção, é tudo asfalto, asfalto e asfalto, e se vocês conhecem nosso gosto, sabem que não gostamos de andar no asfalto. Paramos uma única vez para que os três mosqueteiros do pedal mostrassem uma trilha descoberta em um pedal que não me fiz presente. Baita trilha, será desbravada no futuro, como todas, hehehe.

Chegamos na igrejota de Santa Justina. Paramos para relembrar do dia em que o Zunho achou os óculos amarelos dele. E para fotos, óbvio.

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Parada rápida, seguimos em frente, em direção à descida do Cargvalho, local já bem relatado aqui nos pedais e que, também, não tinha nada de novo. Quer dizer, a única coisa nova nesta descida foi que eu não passei dos 30km/h devido aos pneus carecas. Mas calma pessoal, já providenciei a troca pelos azulões, quanto os pneus novos não chegam.

Lá na metade do carvalho, na capelinha, paramos para reagrupar a tropa, já que estávamos muitos dispersos. Todos juntos, começamos a subir, como passamos da entrada da estrada da Madeireira, tínhamos que voltar um pouco até a encruzilhada. Entramos na estrada e seguimos em frente.

Alguns km adiante eu achei uma estradinha as dereita da estrada, resolvi entrar para ver no que dava e o resto da tropa veio junto. Subidinha cruel no início, dá pra esquentar as pernas.

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Andamos, andamos, subimos e subimos e nada. Chegamos numa semi-porteira de uma casa e paramos. Não arriscamos seguir em frente para não levar um tiro de sal. O negócio foi voltar, e como na ida foi subida, a volta seria descida. E que descidinha legal, bem curta, coisa de nem 100 metros, mas bem legal e complicada devido a grande quantidade de pedras soltas e, para mim, aos pneus carecas.

Voltamos para a estrada e continuamos adiante, sempre unidos, até chegarmos na madeireira. Ali paramos pára falar mal do Testa, pois na última vez que passamos por este ponto a noite, perdemos mais de meia hora arrumando o pneu dele. Hehe

Na madeireira pegamos as esquerdas, pra cima, em direção ao cartódromo. Subidinha também muito conhecida. E que subidinha chata. No início ela não é íngreme, é bem tranqüila, até a encruzilhada de Mato Perso, depois ele complica, vai ficando cada vem mais íngreme, com cotovelos pelo caminho. Mas subimos.

Um cotovelo…

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Outro cotovelo.

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No último cotovelo parei para retratar o Minubas e o Rambo empurrando as bikes. As bicicletas cansaram, hehehe.

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Reagrupamos e seguimos adiante, até o cimita e, posteriormente, cartódromo oval, local que já passamos várias e várias vezes.

O Rambo tava com fome e o Minubas cansado, então resolvemos encurtar nosso pedal e dali mesmo seguir para Otávio Rocha, sem fazer mais voltas que estavam programadas. Descemos rapidão até Otávio Rocha, pela Rodovia Slaviero, chegamos no Gringo e fim de papo.

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Comemos, cantamos parabéns pro Zunho, bebemos o tradicional limãozinho, agora mais forte e mais completo, colorido até, e depois descansamos um pouco.

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Sim, aí está a nova versão do limãozito.

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É bão…

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Não podemos deixar de lembrar que o Rambo não tomou o limãozito porque não bebe, mas o que ele comeu de sagu é algo impressionante.

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Um pouco nada, ficamos um bom tempo ali na frente do gringo jogando conversa fora e apreciando o movimento do local, pois havia uma festa na comunidade e tinha “bastante” gente.

Fatos marcantes deste período do dia:

1 – xingamentos aos gaioleiros que só fizeram barulho e andar com as gaiolas que é bom nada.

2 – discussão com duas senhoras sobre os programas da TV que são montagens e pura falcatruas, como os políticos, hehehe

3 – “pontos turísticos” novos, muito interessantes.

O papo tava bão, mas precisávamos voltar. Chega de descansar. Dali pra frente foi a tradicional volta do Gringo, sempre pelo mesmo caminho. De novo agora só o asfaltão que está quase tomando conta de toda volta, daqui uns dias teremos que descobrir um caminho novo para fazer nossa volta do Gringo.

Descidão do 40 agora asfaltado, só é bom pra pegar mais de 70km/h na descida, pois não serve pra mais nada. Subimos o Zanrosso e chegamos na civilização nada civilizada. A capelinha nos aguardava.

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Por fim, uma imagem de satélite do que foi a pedalada, só pra ter um “plus a mais” nop relato. Sim, eu sei que não dá pra ver nada, hehehe.

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Nos despedimos, cada um foi pro seu canto e chega. Deu 54km pedalados, muita risada, um pneu furado, nenhum tombo e bastante, mas bastante mesmo, diversão. Era isso, até o próximo.

Batizando os Chocantis

Finalmente consegui pedalar, finalmente. Após longas três semanas de viagem e dengue estou de volta ao ritmo alucinante das pedaladas folclóricas. Neste último sábado fizemos um pedal reunindo os SombraBikers com os emergentes pedaladores Chocantis.

Nos encontramos 9 horas da madrugada no mosteiro para um pedal leve, pra não detonar os caras logo no primeiro contato com o mundo ciclístico, apesar deles pedalarem há algum tempo. Lá estavam Eu, Zunho ueifi, Gordo, Batista e Shipe.

De início subimos os Spa, descemos o 30, bem no início da descida pegamos as esquerdas para entrar na trilhazinha que tem ali e começar com a confusão. Pedalamos alguns metros no meio do mato para deixar os caras perdidos, hehe, aí paramos para retratar a união dos dois grupos de ciclistas.

Eu e o Zunho estávamos representando os SombraBikers. Gordo, Shipe e Batista representando os Chocantis Bikers. Faltou o Testolino nesta pedalada, ele estava em Constantina cuidando de uma barraca de mel na Fecomel, hehehe.

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Ah, claro, não podemos esquecer que o Gordo usou seu suporte de câmera digital ultra top plus turbo 2.0 para acoplar a máquina e tirar as fotos. Uma descoberta muito útil.

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Fotos tiradas, pedal e tropa retratada, partimos adiante. Agora seguimos pela trilha para voltar ao asfalto do 30. A trilha agora era mais fechada, o Gordo quase caiu na primeira valeta, hehehe.

Poucos metros adiante eu e o Zunho paramos para esperar a tropa, de repente eles apareceram, mas o primeiro pneu furado do dia também.

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Não deu nem 5km pedalados e um pneu furado, isto sim que é bom, dá pra descansar mesmo antes de cansar, hehe.

Arrumamos o pneu que, diga-se de passagem, tinha dois furos e seguimos adiante, pela mesma trilha fechada, cheia de galhos, pedras e espinhos, em direção ao asfalto do 30.

Lá no final da trilha, quase no asfalto, quase onde abre a clareira para podermos ver o sol no meio do mato, outro pneu furado. Agora foi a vez do Zunho, que empurrou a bike alguns metros para podermos arrumar em um local mais tranqüilo.

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Aí está o pequeno espinho que furou o pneu do Zunho.

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Arrumamos a encrenca, demos mais algumas risadas e seguimos adiante, morro abaixo, pelo asfalto.

Entramos no caminho tradicional, ao lado da igreja, na estradinha que tem o nome de Atalho do Desmanche. Saímos lá adiante na Linha 40. A gurizada que nunca tinha andando por estas bandas estava perdida, mas logo se localizaram.

Passamos a igreja, não tocamos nenhum sino e subimos, subimos e subimos. Agora a subida está quase toda asfaltada. Inclusive estavam em obras, com o pessoal dos “teodolitos” fazendo medições e marcações para asfaltar o que ainda falta.

Lá em cima, na casa dos cachorrinhos paramos para esperar e reagrupar a tropa. Enquanto isso deixamos nossa marca no local, um poste foi demarcado, basta passar lá para ver.

Tropa unida, água tomada, pernas já doendo, seguimos adiante, em direção à Otávio Roca. Na encruzilhada da cantina paramos para mostrar os diversos caminhos aos novos pedaladores, depois seguimos em direção à Santa Justina pela estrada de chão, óbvio.

Próxima parada, atalho do milharal, onde reunimos novamente a tropa. Adentramos na estradinha, eu dei a primeira escapada do dia para esquentar as pernas que esquentaram rápido e os pulmões reclamaram. No descidão do impossível o Zunho despencou na frente e eu fui atrás, tava bão de descer, pois não havia cascalho, coisa rara naquela descida.

Paramos novamente na frente da igreja do Otávio Rocha para reagrupar a tropa e esperar o Shipe, que estava com sede mas sem pressa. Passamos no Gringo para mostrar onde almoçaríamos e pensar no próximo percurso do pedal. O Shipe aproveitou e já ligou pra chamar resgate, mas continuou conosco, só deixou o resgate de sobre-aviso.

Subimos a rodovia Slaviero até o cartódromo oval, onde paramos para arrumar a parafernalha da filmagem do dia e tirar algumas fotos do pessoal chegando e da localidade.

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Galera na frente da igreja.

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Bom, ainda não tínhamos filmado esta descida durante o dia e esta foi uma boa oportunidade para fazer isto, pois a estrada e legal e dá pra se divertir um monte, um belo lugar pra mostrar aos novos pedaladores.

[video]http://www.youtube.com/watch?v=T3p1HG2owpU[/video]

Todos sobreviveram à descida do Rio Sem Ponte, menos um pneu, hehe. Puta merda, o quarto pneu furado do dia, que coisa!

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Após tudo arrumado, uma foto do rio para mostrar que passamos por ali. Esqueci de tirar foto da ponte. Sim, agora o rio sem ponte possui uma ponte para carros e a estrada não é mais a mesma.

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Dali até a casa do Garganta foi um pulo, rapidão. Depois paramos na encruzilhada da capelinha para esperar os demais. Tinha gente já empurrando a bike, normal, o importante é chegar.

Reunimos novamente a tropa e seguimos adiante. Para não matar ninguém não subimos o Carvalho, óbvio, pegamos as esquerdas e entramos na estrada dos Vagalumes, para sair em Otávio Rocha mais rápido e sem sustos.

O Zunho e o Gordo se mandaram na frente, eu fiquei mais pra trás dando um apoio moral ao Shipe e, principalmente, ao Batista, que tava mortaço, mas seguia firme na pedalada, no bom estilo “devagarito e pelas sombras”.

A subida estava muito lenta e se tornando cansativa, aí resolvi dar uma acelerada para chegar antes no gringo e ver se o resgate do Shipe já estava lá, aí aproveitaria e mandava o resgate buscar os dois mais cansados.

Não adiantou, mesmo dando uma escapada na subida, passando o Zunho e o Gordo, cheguei bem antes no Gringo, mas o resgate não estava lá, pensei que tivessem se perdido, hehehe.

Logo chegou o Zunho e o Gordo, sentamos e esperamos o resto. Assim que o resgate chegou, nem adiantou ele sair para buscar os dois atrasados, pois chegaram em seguida.

Eita, todo mundo vivo, todo mundo cansado e todo mundo batizado com o sagrado limãozinho, já tradicional nas pedaladas dos SombraBikers.

Shipe sendo batizado

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Gordo.

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Batista

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O Zunho, fingindo que não bebe.

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E eu, que não sou nada gringo e não gosto de limãozinho.

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Após alguns minutos de descanso, risadas, bate papo em geral, entramos no recinto para desfrutar do excelente almoço proporcionado pelo Gringo.

E tava bão demais.

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Foi um pedal leve, tranqüilo, sem muito sofrimento. Também, não podemos judiar dos caras logo na primeira pedalada, a judiação fica pra segunda, hehehe.

Show de bola. Deste ponto em diante só eu e o Zunho continuamos, os demais pediram resgate e foram pra casa de carona. Os SombraBikers presentes continuaram sua pedalada, subiram em direção à linha 60, descemos o 40, depois subimos o Zanrosso para chegar em casa tranqüilos.

Nunca voltamos tão rápido lá do Gringo, acho que o poder do queijo frito agiu bem desta vez. Foram 56km pedalados, 4 pneus furados, um tombo, vários gritos e muita diversão.

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Até o próximo. Feito.

Bate e volta rampa sul, by Zunho

Bem amigos da rede globo……

NOTA DO EDITOR: Calma, muita calma nessa hora, primeiro preciso salientar que o relato foi escrito pelo Zunho e só foi postado aqui por mim, pois eu não fui pedalar devido ao departamente médico não ter me liberado. Agora vai…

Mais uma vez nos encontramos no bat ponto de encontro posto delta na rótula da perimetral eu zunho ueifi e o Testolino kid, o nosso amigo Bassolino está no departamento médico.

Como sempre, aquela história: Vamos pra onde? Como o Testa tinha compromisso cedo, pensamos numa indiada mais curta. Rampa sul… boa pedida!!!!!!

Se bamdiamo pro lado do bairro cruzeiro com uma passagem breve pela ciclobel do lado do presídio, para consertamos uma câmara de pnéi.

Largamos pelo mesmo lugar, falando mau dos outros e contando umas mentiras quando escutamos um buzinaço quase ensurdecedor. Quem será? Era um cara com um classe A branco, eu o Testa se olhamos. Será que eééé???? E era mesmo, o Pastor Igor com o carro da mais nova!!!!! Hehehehehe, muitos comentários e muitas risadas.

Seguimos firme em direção ao nosso destino. Caminho já bem conhecido, se puxando, até que chegamos na encruzilhada antes da subida da rampa.

Descidona legal, me larguei na frente e o Testolino se largou atrás, uns “s” traiçoeiros e quando avistamos logo adiante uma plantação de cascalho. Sim era uma plantação de cascalho das grandes, tá loco, mas vamos adiante, já íamos pensando: “será que mais adiante, na outra subida os caras colocaram cascalho também”. Dito e feito, neste lugar saiu uma foto pra registrar o cacalhedo.


E uma foto para marcar presença.


Subimos bem apesar das condições da estrada, umas escapadinhas normais, chegamos então ao nosso destino. O visual é deslumbrante.


Não sei como e nem onde, mas o Testa achou uma toca de tatu. Se ele conseguiu tirar o tatu de lá é só ele que pode dizer.


Tomamos um água comemos umas barrinhas, falamos mau dos outros e fizemos uma pequena homenagem ao nosso amigo Basso, que vocês poderão conferir no vídeo postado logo abaixo.

Não demoramos muito, pois o Testa tinha compromisso com a patroa e neste caso não pode se atrasar senão o bicho pega. Hehehe. Enquanto isso, mais algumas fotinhos para marcar nossa passagem pelo local.


Resolvemos fazer a filmagem da descida. Huhuhuuuuu, com aquele cascalho todo. Coisa de louco.

Lá embaixo parei para fazer a filmagem do nosso amigo Testolino, passou a milhão. Faltava pouco para chegar no final da descida quando fui atacado por umas abelhas taradas. Fiadasputa! Ainda furou o meu pnéi traseiro. Que raiva, mas vamo lá, pnéi consertado, agora era subir.

Voltamos pelo mesmo caminho e fizemos uma bela volta, para não perder o ritmo. 54km, vamos ver se próximo findi teremos o Basso de volta, pois o Testa está saindo férias. Era wilson, como diria o Testa e realmente, tenho cada vez mais convicção que “a sombra me fascina”. Zunho Ueifi.

Uma pedra no meio do caminho

Neste último sábado conseguimos pedalar. Reunimos a tropa dos sequelados, aqueles que estavam no departamento médico, para dar uma volta. Até o zunior operado se fez presente, juntamente com o Senhor testolino Gripe Eterna, Igor Namoro Novo e eu, Bassolinovinzky Married.

Como sempre, não tínhamos nada programado, mas queríamos fazer algo mais curto, pois a volta aos pedais sempre é cruel. Nos encontramos no Bosteiro e partimos em direção aos caminhos do 40, 60, 80, 100 e por aí vai. Região bastante pedalada.

Logo após passar pelo Pharras, achamos o Zaka voltando de sua pedalada, estava com pressa. Paramos para dar um olá e tal e retomamos o pedal.

Descemos até Santa Justina, onde fizemos a primeira parada para descansar. Sim, desancamos um pouco após 20 minutos de descida, hauhauahaua. Ah, claro, e tiramos umas fotinhos, pois isto é marca registrada nos nossos pedais.


O Zunior achou um óculos bem legal. Não tinha dono, hehe


O Testolino adora posar para fotos.


Além de nós, as bikes também descansaram um pouco


Este salão é bem famoso.


Chega de descanso e fotos, vamos voltar ao pedal. Pegamos a estradinha que nos leva à descida do Carvalho, seguimos em diante, pois a nossa intenção era descer até o cruzamento anterior ao Rio Sem Ponte.


A descida que tínhamos pela frente é espetacular, vários já foram os que tentaram descer rapidão e se deram mal, outros já encontraram os espinhos e o barranco no meio da descida. Descida do Carvalho, como é conhecida e chamada por nós, maldita descida.

Todos preparados, eu larguei na frente e logo atrás vinham os demais. O Zunior que estava voltando de uma operação delicada, estava calmo ainda, não tinha libertado seu lado kamikaze.


Sobrou pra mim abrir o caminho. E lá fui eu, alucinadamente descendo. Tem gente que não coloca 40km/h nesta descida, alguns colocam 50km/h e já é bastante. Desta vez resolvemos nos superar e quebrar a marca dos 60km/h.

Larguei a milhão e fui descendo, quase sem frear, raramente dava uma cutucada no freio para conseguir vencer as curvas. Resultado: 68,8km/h, no meio das pedras, cascalho, valetas e muito mais. Uma descida espetacular. Cheguei lá em baixo e mostrei o marcador para todos. Novo recorde no carvalho. Dormirei feliz, hehehehe

Na encruzilhada entramos as dereita e seguimos caminho. Sempre com a tropa unida, conversando e falando mal dos outros, outra marca registrada dos nossos pedais. O Zunior começou a soltar seu lado moleque de ser.


Pena que sujou toda relação, hauhauahauahau.

Chegamos na madeireira e paramos para negociar o caminho. Resolvemos não entrar e subir até o Cartódromo, pois as pernas não estavam no melhor estado pedalístico. Seguimos caminho até otávio Rocha, para posteriormente almoçarmos no Gringo. Acho que ele estava com saudades de nós e das bicicletas, pois fazia tempo que a gente não pedalava para aqueles lados.

Almoçamos, bebemos e demos risada. Ficamos um tempo descansado e retomamos o pedal. Assim que saímos e Otávio Roca começou a chuviscar. Uma chuva fraca, mas com o frio que fazia, tava incomodando.

Subimos num ritmo bom, apesar das pernas estarem cansadas. Todos estavam cansados pois ultimamente os pedais andavam escassos. Chegamos no 60 e nem paramos, seguimos reto, em direção ao 40.

Na descidona do 40, que está sendo preparada para receber asfalto, havia muita pedra solta e a estrada estava bem ruim. Na frente ia o Junior, agora já mais solto e voltando ao ritmo Kamikaze, logo atrás eu, depois o Testolino e um pouco mais atrás o Igor.

Descíamos bem, numa velocidade rápida, até que POWW! PSSSSSSSSS. Uma pedra no meio do caminho. No meio do caminha havia uma pedra, e das grandes. O junior acertou ela em cheio, jogou ela em cima de mim. Estourou o pneus, entortou o aro e rasgou minha sapatilha, onde bateu a pedrinha, hehehe.


Fomos obrigados a parar bem no meio da descida, coisa ruim, pois estávamos descendo legal. Arrumamos o pneu do Junior, mas o aro não teve jeito, o negócio foi continuar com o freio dianteiro raspando.


Apesar do susto, continuamos. Descemos até o 40, passamos reto na igreja e começamos a subir novamente. Lá em cima, quase no final do asfalto o pelotão estava reunido, eu ia na frente quando o pastor Igor resolveu dar uma investida e chamou pro Sprint. As pernas ferveram. Foi legal. Apesar do tempo parado a Katja se portou bem no sprint e chegou na frente, hehehe.

Subimos o Zanrosso, chegamos nos SPA e retornamos a civilização. Um pedal curto, coisa de 50km, mas ótimo para retomar o ritmo das nossas pedaladas, pois o importante é se divertir. Até o próximo.

Renascimento

Último pedal do ano. Ainda conseguimos reunir 5 bravos pedaladores para um passeio rapidinho e sem frescura. 9 horas da madrugada nos encontramos em frente à igreja de São Pelegrino: Eu, Jorge e Prona. No horário marcado partimos para o encontro dos outros dois pedaladores que nos aguardavam mais adiante: Andrius e Douglas.

Chegamos no posto onde os dois nos aguardavam, conversamos um pouco, decidimos o caminho a seguir e partimos.

De início ninguém sabia para onde ir, só o Andrius, que parecia estar meio perdido. Fomos seguindo o cidadão por onde ele ia. Cruzamos o São Caetano até chegarmos na localidade de São Marquinhos, onde paramos para retratar a passagem da tropa pelo local.


O caminho era novo para a maioria dos pedaladores então o Andrius indicou por onde seguir e partimos. Logo na saída da igreja tem um descidão do capeta. O Prona despencou na frente, pra variar. Uma descida curta, mas bem complicada de ser feita, com duas curvas traiçoeiras. Mas descemos todos bem, ou melhor, quase todos.

Chegamos todos lá em baixo e só faltava um: o Jorge. Ele normalmente desce mais devagar que os demais, apreciando a paisagem, mas desta vez estava demorando muito. Esperamos um pouco e o cidadão apareceu, com cara de brabo, pneu no chão. Primeira parada da tarde.

Vira bike, tira roda, desmonta pneu, tira câmera, aquela história toda. O Jorge queria fazer tudo sozinho e parecia guri de primeira viagem, apavorado com a situação, quase apanhando do pneu. Eí eu resolvi ajudar para ver se não tinha nenhuma mosca morta dentro do pneu.


Como não estava achando o furo do pneu resolveu mergulhar o mesmo no córrego que tinha ao lado da estrada.


E nada de achar o furo…


Depois de meia hora procurando o furo e não achando o mesmo, fez até o Prona tirar a câmera dele pra emprestar, resolveu colocar de volta tudo no lugar pois não havia furo nenhum.

Nada de furos, pneu de volta no lugar, enchido e vamos voltar ao pedal. Mas antes retratamos a passagem pelo local para futuras investidas neste caminho.


Montamos nas bikes e continuamos a descer. Andamos uns 100m e ouvimos um grito. Era o Jorge novamente, agora o pneu havia saído do aro. Quem mandou deixar ele fazer tudo sozinho? Quem? Hehehe


Paramos, montamos a roda direito desta vez, enchemos e fomos embora. Descemos e descemos. Eu só tava esperando alguém falar do caminho que teríamos que fazer na volta.

E continuamos descendo. Aí pegamos um caminho espetacular. Na minha opinião é a melhor descida já feita. Antes de entrarmos de vez nesta estradinha e descer, paramos para mais fotos.


Esta descida é show de bola, coisa de louco. Cheia de cascalho na pista, mesmo assim foi muito boa de ser feita. Tem que ter bastante cuidado para não ir reto nos barrancos ou desfiladeiro abaixo, mas dá pra descer bem rápido.

E descemos muito, mas muito mesmo. Saímos lá em baixo, no meio do Belo, pouco acima dos malditos cotovelos.


Este ponto une a subida do Belo, também conhecida como Estrada dos Imigrantes que segundo o Jorge foi por ali que começou Caxias do Sul, e o Travessão Lucia Iob, por onde descemos e que futuramente será desbravado com mais calma.


Paramos para várias fotos e para descansar um pouco. O Sol estava matando, todos estavam cansados e com fome, principalmente eu. Tomamos bastante água, conversamos um pouco, eu briguei com uma aranha que tentou me aprisionar e seguimos em frente. Agora não tinha mais descida, era subir ou subir.

Quando voltamos para a estrada, prontos para subir o Douglas avisa: Pneu furado. Eita maravilha, mais um.


Mas o guri é rapidão, em 10 segundos já tinha tirado a roda, tirado o pneu, tirado a câmera e estava esperando para trocar. Aí o Prona ofereceu a câmera semi-nova-remendada dele que o Jorge não usou. Em mais 10 segundos e já estava tudo no lugar, pneu cheio e pudemos voltar ao pedal. Guri rápido este. Jorge, faz umas aulinhas com ele, heheheh.

A subida estava judiando. Eu estava bem cansado, pernas fracas e o sol comento o cérebro. Subimos bastante, mas subimos tranqüilos. Na frente ia ao Douglas e o Jorge, um pouco mais atrás o Andrius e fechando as porteiras eu a o Prona conversando.


Algumas paradas para fotos e reagrupar a tropa e sempre seguíamos morro acima. Até chegarmos em São Luiz da 3ª Légua, onde paramos para reabastecer as caramingolas e tomar um banho rápido na torneira.


A água estava ruim, mas a sede era pior. Ninguém resistiu.


Subimos mais um pouco, passamos por São Pedro da 3ª Légua, logo em seguida por Nossa Senhora das Graças e voltamos para o asfalto, de volta á civilização.

Antes de entrar de vez na cidade vazia devido às festividades e feriado de final de ano, paramos par amais uma foto que deu nome a este pedal.


Depois disso foi só entrar na cidade e voltar para casa. Foi um pedal rapidinho, coisa para ser feita outras muitas vezes. Também foi o pedal de despedida da Maria Cristina. Foi um pedal para fechar o ano de bem com a vida. Abraços, um ótimo ano de 2007 para todos e que neste ano tenhamos ainda mais pedais pela frente.

LaRgatos me mordam

O verão está chegando e este sábado que passou tivemos uma amostra do que ele vai aprontar para nós pedaladores. Nos reunimos as 9 horas da madrugada no Bóbis e no horário marcado lá estavam todos: Bassolin, Igor, Andrius e Testolino. Todos preparados para mais uma indiada ciclística.

Ainda não tínhamos decidido o roteiro, conversamos e resolvemos fazer uma “passeio” até Souza Farm. Então, partimos em direção ao Bairro Cruzeiro, descemos até o tradicional Bar do Veio, onde paramos para uma negociação sobre qual percurso seguir.

Pensávamos em fazer algo não muito curto, mas um pedal não tão judiante, pois o Igor está voltando de um bom tempo parado. Pedimos a opinião dele, sobre se agüentava ou não e o mesmo disse que sim. Isto todos dizem antes de conhecer o caminho, hehehehe.

Descemos então em direção à Ponte Amarela. Uma descida interminável, boa para testar os pneus novos que coloquei na querida. Aliás, muito bons estes pneus.


Antes da descida uma paradinha para registrar a equipe do dia. Neste pedal, quem fez a vez de Jorge Tadeu foi o Igor.


Ninguém mandou ele dizer que tinha comprado uma “vegetal” e levado consigo pra pedalar.


Linda paisagem. Bastante comum nesta região.


Plantação de “caqui” nas montanhas.


Após as fotos, despencamos morro abaixo. Eu desci na frente, pois desta vez não tinha o Zunior nem o Prona que, normalmente, são os Kamikazes nas descidas. Lá na ponte paramos para o Igor descansar (só descida até este ponto) e tirar algumas fotos.


Agora era morro acima. Esta subida judia das pernas, mas o negócio é não deixar ela vencer o cara, é encarar e pronto. Coroa do meio, terceirinha na traseira e vamos pra cima. Eu e o Andrius subimos na frente, logo atrás vinha o Testolino e mais atrás o Igor.

Esta subida começa forte, depois dá uma aliviada, mas logo adiante piora, e piora bastante quando chega os dois cotovelos em seqüência. Mas não desanimamos, passamos os cotovelos sem descansar, apenas alterando a frente. Ora o Andrius, ora eu puxava a fila. Sempre na coroa do meio, só controlando a pedalada e suando bastante, pois o Sol começava a judiar.

Achamos uma sombra quase no final da subida e paramos para esperar os demais e para tomar bastante água. Descansamos um pouco as pernas e em seguida chegou o Testolino que vinha devagarito para não se judiar muito. Um pouco depois aparece o Igor empurrando a bicicleta. Notei que ele já estava cansado na primeira subida da tarde e que o pedal seria cruel para ele, mas do ponto onde estávamos não tinha muita escolha, era ir adiante e pronto.

Deixamos o Igor recompor as forças e seguimos adiante, para mais uma parte da subida interminável. Alguém tinha que fazer as honras de gigante, então sobrou pra mim puxar a fila novamente. As pernas já estavam pedindo substituição, mas segui morro acima.

Subimos, subimos e subimos, até pararmos em frente á uma casa antiga onde registramos algumas fotos.


O Igor riscando meu quadro.


As fotos estavam ficando legais, mas a estrada nos chamava, precisávamos partir. Seguimos viagem em direção à Gruta dos Índios. Como o Andrius e o Igor não conheciam o local, resolvemos descer e apresentar a gruta aos dois com a esperança de que as índias bolagateiras estivessem por lá.

Abrimos a porteira, pegamos a estradinha, toda cheia de cascalho e descemos. O Testolino ia na minha frente, quando de repente um réptil saiu do barranco, avançou na estrada, partiu para cima do Testolino e sua bicicleta. Uma cena terrível. Parecia o Aligator atacando os transeuntes indefesos. O Testolino, ágil que é, freou a bicicleta, se esquivou e o bichano passou por ele e se perdeu dentro da mata. Foi por pouco!!!

Passado o enorme susto seguimos adiante. Continuamos a descida até a pontezinha. Esquecemos que logo após a pontezinha tem uma subida de primeira e o único que conseguiu subir pedalando foi o Testolino. Acho que ainda estava abalado por causa do Aligator.

Levamos os dois pedaladores para conhecer a gruta. Na parte de cima paramos um pouco para jogar umas pedras na água. Depois descemos até lá em baixo, onde tem o grutão. Mas só tinha o grutão mesmo, nada das índias. Algumas fotos foram tiradas, alguns escorregões nas pedras cheias de limo e alguns morcegos nos espiavam.


Olhem o nosso fotógrafo aí.


Após conhecer a gruta pegamos a estrada novamente. Voltamos à estrada principal pela mesma subidinha que se entra na gruta e seguimos viagem. Mais um trecho em subida. O Igor estava ficando para trás.


Neste ponto, paramos para registrar o momento Jorge Ecomotion da tarde. Belas fotos para homenagear este querido amigo de pedal que não pode estar presente e sempre faz bons retratos de nós e dos locais por onde passamos.

Uma porta.


Uma janela.


Uma flor.


Como na primeira vez que passamos por ali, resolvemos pegar um atalho e encurtar o caminho. Seguimos então pelo Atalho do Moinho Abandonado. Encurta o caminho, mas a subida até o Moinho abandonado judia as pernas. Novamente eu subi na frente, sempre na coroa do meio, só controlando a pedalada e a respiração. Maaaaazzzaaaaaahhhhhhhhh!!!

Uma parada estratégica no Moinho para esperar o resto. O Andrius chegou junto, paramos e logo atrás apareceu o Testolino. Um pouco (bastante) depois chegou o Igor, reclamando de dores nas pernas. As câimbras estavam atacando o cidadão. Descansamos bastante até o Igor se recompor. Muita água tomada, pois era meio-dia e Sol estava forte e queimando bastante.

Enquanto o Igor descansava a gente conversava e falava mal dos outros. Além de jogar pedras pra dentro do Moinho abandonado na esperança de que lá de dentro saísse alguma alma penada. Como não apareceu nada e o Igor estava um pouco melhor retomamos o pedal.

Estradinha estreita, com graminha no meio, no melhor estilo para se pedalar. Na frente seguíamos eu a o Andrius, passamos por uma chácara cheia de cachorros. O maior estava preso, ainda bem, mas saiu de algum buraco um misto de rato e cachorro que se atravessou na frente das bicicletas. Eu desviei mas o bicho foi pra cima do Andrius que freou na hora. Com a freada algumas pedras voaram e fez o tradicional barulho do cascalho, o que assustou o bicho, que saiu acoando e fugindo de nós. Nem paramos, só escutamos de longe uma senhora que estava na casa chamando o bicho de volta.

Paramos lá na encruzilhada que leva ao Camandoli. Mostramos os diversos caminhos possíveis aos que não conheciam a região e seguimos adiante. Um bom trecho em descida para depois chegarmos no Estradão de Souza Farm e continuar subindo.

Entramos no estradão e o Igor estava sentindo as pernas. A cara dele não era das melhores, hehehe. Mas seguimos. Esta estrada é boa de pedalar, bem larga, só se torna ruim quando aparece algum gringo imbecil com seu carro a milhão por hora jogando pedras pra todos os lados, fato que é bem comum. Continuamos subindo e parando nos locais mais altos para esperar o Igor que vinha vagarosamente se controlando lá atrás.

Pedalamos mais alguns km, entre inúmeras subidas e algumas descidas, até chegarmos numa sede recreativa de alguma igreja da região. Não sei o nome pois nunca lembro o nome dos locais. Mas paramos para algumas fotos, descasar e reabastecer as caramanholas. O Sol estava cruel.



Todo mundo abastecido, partimos adiante, para mais uma subida. Esta subida já é cansativa em dias normais, mas com o Sol queimando do jeito que estava sábado, a subida se tornou infernal. Na frente subiu o Andrius e o Testolino, o Igor ficou pra trás, então eu resolvi fazer companhia para ele. Sei que subir solito é muito ruim, ainda mais quanto do cara está muito cansado.

Subimos devagar, conversando, eu tentando dar apoio pra ver se ele criava forças para conseguir vencer a subida inteira. Paramos algumas vezes para alongamento. Em alguns trechos foi necessário dar uma força extra ao Igor. Nada que um empurrão não resolva. E chegamos lá em cima. O Testolino e o Andrius estavam nos aguardando debaixo de uma árvore, na única sombra que havia na estrada.

Tomamos mais alguns litros de água, alongamentos diversos para as pernas no Igor não caírem fora e descanso. Vários veículos passavam por nós em velocidades altíssimas, quando aparece lá no fundo da estrada, uma caminhãozinho da Agrale, vindo devagar. O Igor não teve dúvida e fez sinal para o Tiozão parar. O Andrius observou que conhecia o cidadão, gritou o nome dele e o Igor arrumou uma carona até Souza Farm.

Gente fina o motora, seu Marcelo. Ofereceu carona para todos, mas só o Igor montou no caminhão. Os demais ainda tinham pernas e queriam fazer o trajeto pedalando. Combinamos então de nos encontrar no Bar Suspenso em Souza Farm. O Igor se mandou na carona e nós pedalando. Estávamos já no asfalto que leva a Fazenda Souza e em pouco tempo, sem parada alguma, sem descanso, sem água para tomar, chegamos. Uma subida rápida.

Chegamos no Bar Suspenso e lá estava o Igor já matando uma cueca-cuela. Como ele sabia que logo os RomarioBikers chegariam já adiantou uma cubinha pra nós. Eita maravilha.

Largamos as bicicletas para descansarem e sentamos numa mezinha na sombra. Na mesa ao lado um tipo estranho com três queridas logo foram embora. Acho que não gostaram de nossa presença, ou o cidadão ficou com medo que a gente roubasse elas.

Fizemos nosso pedido: 4 X salada. Comemos, falamos um monte de besteira, descansamos, xingamos um imbecil que estacionou o uno na frente do bar e ligou a “sonzêra” de gosto duvidoso pra toda região escutar. Tal cidadão fora prontamente apelidado de Sadol devido a sua musculatura avantajada. Hehehe. Apareceu também um bando de barulhentos, mas estes nem perturbam mais, já nos acostumamos.

Descansamos bastante e começamos a pensar na volta. O Igor estava mal, achávamos que não agüentaria subir o Eberle naquele estado. Mas pensamos em voltar devagar para não ter problemas. Ah, antes de sair já demos novo nome ao buteco, que agora passou a se chamar Bar que Não Tem Nada. Porra, não tinha gelo, não tinha mais coca-cola, não tinha água sem gás, não tinha nem ervilha… que lástima.

Saímos de Fazenda Souza e pegamos o asfalto para Caxias do Sul. Agora era só asfalto pela frente. Entramos na rota do sol e, quando fizemos uns 200m aparece novamente seu Marcelo para salvar o Igor do martírio que seria a volta. Prontamente ele parou e veio conversar conosco, ofereceu carona para todos, e desta vez subiram o Igor e o Andrius. Eu e o Testolino viemos pedalando.

Nos despedimos e começamos a pedalar. Asfalto não tem graça, não tem diversão. Voltamos num ritmo bom, paramos somente depois do Morro do Eberle. Eu comecei a subida na frente, todo morro puxando e exigindo bastante das pernas que já estavam bastante desgastadas. Na última reta, onde o morro dá uma inclinada pra judiar meu ritmo diminuiu e o Testolino me passou.

Paramos para tomar uma água na parada de busão que tem logo após a subida. 30s de descanso e mais pedalada, pois ainda havia um bom trajeto a ser vencido e agora seria na civilização, onde o respeito termina e começa a sobrevivência para os ciclistas. Mas chegamos em casa.

Foi um pedal ótimo, apesar dos ocorridos. O Igor já está bem, deve ter ficado o domingo inteiro de molho, mas está bem. 74km pedalados, debaixo de muito sol, mas se divertindo muito com os amigos. Até o próximo.