Pedalzito do trabalhador

Terça-feira, feriado mundial do dia do trabalho, fizemos um pedalzito bacana. Inicialmente haviamos marcado para sair pela manhã, mas a novale mexicana que sempre ocorre nas negociações dos pedais (hehe) não permitiu, resolvemos então largas de tarde.

Saímos ali do Mosteiro, subimos os SPA, descemos o 30 e fomos em direção à Santa Justina, sem susto, sem descanso, pois tava muito frio e precisávamos esquentar. Ah, sim, no pedal estava eu, Duca, Zéqui e mais dois amigos pedaladores do Zéqui, um deles exteando sua “moto” nova. Que nave!!!

Ali em Santa Justina uma paradinha pra reagrupar a tropa e decidir por onde iriamos. Eu e o Duca descemos atá a capelinha do garganta, enquanto o Zéqui e os demais resolveram dar uma atalhada pela gruta. Combinamos, sem querer, de nos encontrar em Otávio Rocha.

Seguimos então morro abaixo, no laço, até a gruta, dobramos para o Rio sem Ponte pro Duca conhecer a estrada e seguimos. Agora é só subida, até o final da volta. E que subida! Fazia muito tempo que eu não passava por ali. É muito bala esta estradinha.

Subimos a primeita parte até a Árvore Erótica, onde paramos para umas fotos.

Antes disso o Duca ainda tirou outras fotos, mas não mandou pra eu publicar, acho que ficou com vergonha, hehehe, ou eu não tirei direito, um dos dois aconteceu.

Ali da árvore erótica ainda batemos uma foto da subida que nos aguardava.

Subimos, subimos e subimos, sempre num ritmo muito bom, as pernas estavam estourando. Lá em cima, no primeiro lance plano da estrada, mais uma foto para retratar a passagem e uma vista bala do vale.

E seguimos subindo, agora em um estradão mais largo, onde os carros já andam em velocidades mais elevadas. E chegamos no cartódromo oval. Ali resolvemos descer de volta para Otávio Rocha, sem ir pelo Carvalho, fica pra outra pedalada.

Descemos rapidinho, pela estradinha de terra que passa dentro das propriedades da região, pois descer pelo asfalto iria gastar demais os pneus. Chegamos em Otávio Rocha e achamos o resto da tropa tomando um cotão no armazem da esquina, que fica perto do bar da esquina, barbada de achar.

Ali, paramos, tomamos uma coca também – aliás, devo uma coca 600 pro Duca – e falamos umas bobagens. Estava esfriando, resolvemos levantar acampamento e voltar.

Voltamos pela subida mortal, pelo atalho do milharal, em direção ao sítio da Lagoa. subidinha bala, sem descanso, mas subimos legal, sempre num ritmo bom e estourando as pernas. O Duca tá se puxando, preciso treinar mais, hehehe, ou beber menos na noite anterior, pois neste ponto a cerveja da janta do dia anterior já estava saindo pelos poros.

Láaaaaaaaa no asfalto reagrupamos, andamos um pouco pelo asfalto e pegamos as dereita no atalho do véio louco. Passamos zunindo pela casa dele e eu nem reparei que ele estava lá, com o tacape na mão, esperando alguma alma para ser abatida.

Quase no final do atalho do véio louco eu tomei um banho de barro e água gelada. É… vou me vingar, hehehe.

Na saída do atalho (ou entrada) agora tem uma pontezinha e asfalto. Asfalto é o que mais tem nesta região agora, nossas opções para estes lados estão ficando esgotadas. Seguimos então pra cima, óbvio, pela igrejinha, pra cansar um pouco mais. Subida chara, com bastante pedras e cascalhos, mas subimos bem de novo.

O Duca, pra variar, subiusocando a bota e eu, desta vez, fui ficando pra tras. Mas cheguei.

Pouco depois o resto da tropa também apareceu e despencamos morro abaixo. Teve gente que quis adquirir uns dois terrenos em dois pontos diferente, mas não conseguiu. Ufa!!!

Agora a subida pra voltar pra casa é sem graça, só asfalto até a civilização, sem sustos. Apenas renomeamos parte da subida, agora ela é conhecida como subida das galinhas escaladoras.

Ali na capelinha do 30 paramos para regrupar e nos despedir da tropa. Foi um pedal bem legal, 58km socando a bota nas subidas, culpa do Duca. Até o próximo.

Cuca, pastel e cerveja

Mais um sábado de chuva e mais um sábado de pedal no barro. Eita coisa boa isso. Neste ultimo sábado o pedal foi com a tropa dos PANGAS, gurizada medonha, gente boa. Na verdade, foram poucos os corajosos pedaladores, apenas Eu, Cemin e Nena participaram da pedalada.

Marcamos para a saída ali no posto do tigre, ao lado do Gianela. 13:30h e só as almas penadas estavam ali.

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Esperamos mais um pouco para ver se mais gente aparecia e nada, ninguém. Não sabemos se ficaram com medo da chuva ou com medo do fantasma, hehehe. Como era só a gente mesmo, partimos. Subimos os SPA e não sabíamos para onde ir. Coube a mim decidir.

O dia estava lilndo, bastante chuva… sinal de que haveria barro para todo o lado. Resolvemos entrar na trilha da linha 30. No retão da trilha, onde dá pra atingir altas velocidades, acima dos 5km/h, o Cemim tava puchando a frente e deu de cara com os barulhentos destruidores de trilhas. Tivemos que sair da frente para não ser atropelados.

Mais adiante saímos no estradão principal e pegamos a outra trilha, a que volta para o asfalto. Não sei, mas preciso dar um nome para estras trilhas, para ficar mais fácil de identificá-las. Esta segunda trilha muda de lugar a cada dia. Acho que o pessoal ali da localidade não gosta muito que seja usada. Isto dificultou um pouco nossa entrada para o mato.

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Mas aí o Nena achou uma semi-entrada para o matagal e seguimos a trilha.

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Depois de muito barro, um tombo e muita risada saímos no asfalto da linha 30 novamente e rumamos em direção à Santa Justina. Descemos, subimos, sempre pelo asfalto, passamos no Ranzolin e tinha festa daNona, até pensamos em parar para filar uma sobra de almoço, mas seguimos adiante.

A cota de asfalto do dia estava sendo extrapolada, ali na parada de busão, pegamos as dereita para entrar na subida da casa portuguesa. E que subidinha chata. Lá em cima paramos para esperar o Cemin, que vinha acompanhando os retardatários.

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Lá vem ele.

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Subimos, subimos e subimos. Depois de uma boa aquecida nas pernas chegamos finalmente no entroncamento da Casa Portuguesa. Ali paramos para aditivar o radiador.

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De volta ao estradão, agora sim fomos em direção à Santa Justina, não pelo asfalto, mas sim pela estrada de chão, que é muito mais melhor de bom. Passamos pelo cimita, pela Igreja e seguimos adiante, para descer o maldito Carvalho. Antes da descida alucinante, uma breve parada.

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E despencamos. Com chuva eu nunca tinha descido ali, é bem complicado, hehehe. Não dá para quebrar o recorde de 73km/h que um certo louco um dia estabeleceu. Além do mais, no meio do retão agora tem um galho de árvore que passa perto e um valetão que chama pro tombo. Sobre o galho, é bom aparar as aspas antes de descer ali, pra garantir que passe com folga.

E chegamos na capelinha. Ali decidimos dar mais uma judiada nas pernas. Descemos pelo Garganta até o rio sem ponte, onde ficamos algum tempo pensando: “Dá ou não dá?!”. Uma dúvida muito cruel. Como o rio estava alto e meio tenebroso, decidimos passar pela ponte mesmo, hehehe.

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Pra cima, era só isso que nos restava a partir deste ponto. No primeiro pedaço da subida, ali na Casa Sem Fio, paramos para que o Nena desse um grito e acordasse toda família que estava sossegada no seu descanso da tarde. Preciso ressaltar que uma moradora da casa o reconheceu por causa da barriga.

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E seguimos o baile. Estradinha que antes era uma trilha, agora passa fácil um carro. Meio que perdeu a graça, mas ainda assim o lugar é muito bala. Pedalar por esta região é muito bom. Seguimos pra cima, em direção do Cartódromo Oval. Apenas uma parada para reagrupar a tropa que estava ficando muito dispersa.

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Chegamos no cartódromo oval e logo descemos para Otávio Rocha, pois a cerveja do Gringo (estupidamente gelada) estava nos aguardando. E tava muito boa aquela cerveja. Aquela não, aquelas.

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Aqui abro um espaço fora do pedal. O cidadão careca que aparece nas fotos apareceu do nada ali no Gringo, sentou e ficou conversando conosco. Disse pedalar sempre solito. Em menos de 5 minutos descobrimos o porquê disto.

Voltamos ao pedal. Mais cerveja, dizem que faz bem pras pernas.

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Segundo o Nena, ele não consegue pedalar mais que 50km sem que coma algo. Partimos então em busca de “sustância” pra criança não desistir da volta. Achamos uma padaria ESPETACULAR que faz umas cucas mais espetaculares ainda. A Tia das Cucas não queria aparecer na foto, mas o Jorge Tadeu consegui capturá-la meio que no susto.

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Teve gente que só não comeu mais cuca porque não havia espaço. Até levar pra casa tava querendo.

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Mas tava muito boa mesmo. Cuca com pastel pra rebater o lúpulo da cerveja.

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Pronto, todos abastecidos. Agora era hora de voltar. O tempo não estava a nosso favor e a chuva continuava. Decidimos voltar pelo estradão da linha 60 até a cantina. Dali descemos pela Linha 40 e subimos o Zanrosso. e chegamos no ponto da dispersão, que foi de onde saímos.

Foi um baita pedal, muito bala. Deu 58km de muita diversão. Era isso, até o próximo. E valeu pela parceria dos Pangas. A lenda vive…

Quase coelhos

Sábado fizemos um pedal atípico. Não, ninguém depilou as pernas. O pedal foi diferente porque foi “ligeirão”. O Testolino precisava estar em casa cedo, bem cedo. Saímos 8:30h da madruga ali do posto da subida do SPA. Eu, Testolino, Everaldo e Ruaro, os pedaladores do dia.

Subimos os SPA, passamos por N. Sra. Da Saúde, descemos até Santa Justina, caminho tranqüilo, asfalto básico já detonado. Sim, asfalto com algumas crateras perdidas no meio da pista.

Fomos sempre no mesmo ritmo, todos agrupados, a única vez que nos separamos foi quando dei uma escapada pra ver se conseguia bater umas fotos da tropa. Ali no final da subida das Chácaras eu fugi e fiquei esperando os demais.

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Agrupamos novamente e fomos até Santa Justina, bem ligeirão, sem perder tempo nem conversar. Chegamos logo em Santa Justina, uma paradinha para retratar o local e logo seguimos.

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Dali descemos pelo tradicional carvalho, morrinho bão de descer, neste dia estava um pouco complicado pois tinha várias costeletas na pista, mas deu pra descer tranqüilo.

Paramos lá na capelinha do garganta para mais umas fotos.

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Óbvio que tinha que retratar o Testa arrumando suas mangas “japonesinhas”.

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Não ficamos muito tempo parados, apenas explicamos o caminho para o Everaldo e para o Ruaro que não conheciam ainda o trajeto e seguimos embora. Passamos pela frente da casa do Garganta e descemos até o Rio Sem Ponte, que agora tem ponte.

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Aqui paramos um pouco mais, para re-hidratar e para retratar nossa passagem pelo local.

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Do Rio agora não tinha saída, era subir ou subir. Mas esta subida já foi bem pior, no início subíamos na coroinha, agora a gente é gente grande, aprendemos a pedalar.

No final da subida, onde tem a casa sem fios de luz fomos recepcionados por um Pastor Alemão que ficou nos cuidando. Logo após passarmos por ele, o querido animal chamou seu outro amigo cão, um pouco menos socializável.

Mas não deu nada, os cães ficaram apenas nos cuidando e nos seguiram por alguns metros.

Seguimos caminho, sempre morro acima, por estradinhas muito conhecidas e já muito pedaladas. Passamos pela Árvore Bucleta para mostrar aos desinformados que isto existe sim. Apenas o Ruaro parou para analisar o material mais de perto, logo seguimos pela estradinha.

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Após um longe trecho só de subida chegamos no topo, no famoso Cartódromo Oval. Ali fizemos uma paradinha pois as pernas estavam um pouco cansadas, o ritmo estava forte neste dia, ninguém se poupou.

Ficamos um tempo na sombra, conversando, falando mal dos outros, principalmente dos pedaladores que não se fizeram presente e tiramos lagumas fotos do local.

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Bom, o tempo tava passando e o Testa tava ficando nervoso. Precisávamos partir. Como era cedo e ainda dava para fazer um pedal mais longo, antes do almoço, resolvemos pegar a descida onde se perde cateye.

Descemos do Cartódromo em direção à encruzilhada da Caveira. Uma descida bala, show de bola, meio traiçoeira, mas se o cara desce na boa, sem bobear é uma descida nota 10.

Lá em baixo a tropa se foi, pois teria outra subida pela frente enquanto eu, o fotógrafo do dia, fiquei tirando algumas fotos de onde nós passamos.

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Logo a frente mais subida, agora pelo morro da Cachaça. Subimos, subimos e subimos. Eu cheguei lá em cima com as pernas já meio bambas. Mas não paramos, apenas reagrupamos e seguimos viagem. Mais subida.

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Após um longo trecho de subida finalmente chegamos na capelinha do asfalto da rodovia Slaviero, que nos levaria até Otávio Rocha.

Em Otávio Rocha paramos no já tradicional Gringo, onde almoçamos, tomamos o também tradicional limãozinho, jogamos conversa fora e NÃO descansamos.

Isso mesmo, sequer fizemos a digestão já partimos. Pagamos as contas, quase que o Ruaro precisa ficar para lavar a louça, pegamos as bikes e partimos de volta pra casa.

Volta tranquila, pela linha 60, depois linha 40, depois atalhamos pela Cantina Michelon, subimos até a linha 30 e chegamos na capelinha no topo da subida, onde pudemos dar uma descansada nas pernas, pois a subida foi sem respirar. Coisa de louco, quase saltou fora as rótulas.

E se foi mais uma pedalada espetacular com os parceiros. Coisa rápida, mas bem divertida. Até a próxima, que hoje sou eu que to sem voia pra escrever. Falow.

Polentada da Capital

Antes de começar é preciso dizer: este relato, por ser um dos mais folclóricos já feitos e com o maior número de pedaladores reunidos, foi escrito por mim (Bassolin) com a ajuda dos parceiros Testolino e João Leite.

Vamos lá.

Oi, tudo bem? Que bom, pois aqui está ótimo. Aliás, falando em ótimo, preparem-se para o super relatão do último pedal, realizado neste final de semana. Um pedal espetacular.

Há tempos estávamos negociando com o pessoal de Porto Alegre um pedalzão pra reunir a tropa de lá com a tropa daqui. Quem começou as negociações foi o Testolino, em conversas com o amigo João Leite (Poabikers). Após inúmeras negociações, inúmeros e-mails e ligações, chegamos ao dia do pedal.

Bom, vamos lá, vamos ao que interessa, o pedal em si. Marcamos para sair de um local de fácil acesso, pois o pessoal viria de transporte motorizado para Caxias. Nos reunimos por volta de 9 horas de fronte à igreja da Linha 60. No horário marcado lá estavam todos. Até um pessoal de São Gotardo e região apareceu para pedalar.

Os pedaladores de Caxias se reuniram as 8h da madrugada na antiga Mosteiro e rumamos na maciota até a Linha 60 para esperar os pedaladores de Poa. O pessoal chegou um pouco antes da 9h, escoltados pelo Igor e a patroa.

Enquanto o pessoal desembarcava da van, outros desembarcavam as bikes e outros jogavam conversa fora. Antes de começar a pedalada, várias fotos e muita risada pra começar o pedal em alto estilo, como sempre.

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Pedaladores do dia: Daqui de Caxias os seguintes pedaladores se fizeram presentes: Testolino, Minu, Zunho, Rambo, Valens, Andrius, Marcos e Bassolinovinsky. Da capital vieram Adair, André, Cícero, Cinara, Eco (o japinha), Fabi, João, Lisa, Tatu , Wagner e Zé. Mais um pedalador Marcelo e duas pedaladoras de São Gotardo que eu não sei o nome (sorry!). Além do pastor Igor e a patroa Aline que acompanharam o trajeto de camioneta dando apoio para a galera.

Um detalhe para o adesivo colado na camioneta

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Vários veículos já ostentam em sua lataria tal ornamento. Bom, continuamos…

Antes da largada o Basso deu as instruções ao seu motorista de como chegar até o Trav. Alfredo Chaves. Mas logo vimos que ele era conhecedor da região.

Foi dada a largada. Dia perfeito para pedalar. Saímos da igreja do 60 em direção à Santa Justina , caminho tranqüilo, paramos lá na frente na Casa Portuguesa e começamos a primeira descida do dia, em direção ao Morceguinho.

O pessoal estava com fome de pedal. Nem tinham terminados as fotos oficiais de toda turma e já tinha se largando. Na esquina da casa Portuguesa paramos para fazer o primeiro reagrupamento do dia e esperar passar uma pequena carreta com pequena patrola em cima.

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Alguns desceram na frente, rapidão, outros nem tanto. Outros foram indo na boa, curtindo o visual da região e, por último, íamos eu, Tatu e a Cínara. Alías, na primeira descida a Cínara já tava com câimbras nos dedos de tanto frear. Hehehe.

Reagrupamos toda tropa pela segunda vez na igreja do morceguinho (São Francisco). Ali paramos para muitas fotos e pro pessoal começar a curtir a paisagem. Alguns goles d’água, algumas bananinhas e seguimos viagem. Agora em direção ao aslfato do 80. Descidão legal, alguns se largaram e outros, novamente, foram devagarito. Novamente lá em baixo, já cruzando o asfalto, reagrupamos.

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Passamos reto, seguimos adiante, passamos pelo lugar do banho de lama, seguimos até a encruzilhada dos PMs. Em vários pontos alguns pedaladores já paravam para registrar a paisagem. Ali na ponte dos PMs não foi diferente. Fotos tiradas, montamos nas bikes e começamos a subir. Pela frente a subidinha do Manga, para testar as pernas.

Subimos, subimos e subimos. Até lá na encruzilhada da parada de busão, onde os que iam na frente estavam esperando os demais. Novamente reagrupamos. Sempre que alguém ou um grupo se distanciava, os da frente, puxados pelo Testolino e o Zé FBI, controlavam a tropa até a chegada minha e do Tatu, que íamos sempre fechando as porteiras.

O Zé FBI só ia passando rádio para o Tatu indicando os pontos estratégicos do pedal.

Dali foi um tapa até o Travessão Alfredo Chaves, onde combinamos que seria outro ponto de reagrupamento. Parada para água, bananinhas e seguimos adiante. Agora o destino era o Mirante Gelain.

O seu motorista que não lembro o nome já estava ali em uma sombra tirando uma pestana.

Atravessamos o Travessão Alfredo Chaves e caímos a esquerda na estrada de chão que nos leva ao fim do mundo. O grupo ia meio separado neste ponto. Lá atrás só tinha eu, Tatu e a Cínara. Na primeira curva, bem no início da estradinha um Tipo prata dirigido por um imbecil acéfalo em alta velocidade quase atropelou a Cínara, só deu tempo de puxar a bike pro lado pra escapar do animal.

O Tatu passou um rádio pro pessoal lá da frente se cuidar com o cabeça de jaca, parece que ele diminuiu a velocidade e viu a merda que quase fez. Quando estávamos quase na casa abandonada o animal do Tipo prata estava voltando e cruzou novamente por nós. Agora bem devagarito, longe, lá no canto da estrada. Acho que a pedra que estava na minha mão fez efeito.

Quando chegamos na casa abandonada um primeiro incidente: o pessoal da frente estava disperso, uns foram para a esquerda e outros pararam, pois o caminho certo era para a direita. Após alguns instantes de conversa via rádio, gritos e mais gritos, a tropa que foi errado retornou e reagrupamos.

Pois então, eu (Testa) estava mais ou menos no meio da tropa quando cheguei na casa e vi o Rambo indo para o lado errado. Gritei chamando ele, e ele avisou que o pessoal tinha ido para lá. Ele foi chamar o pessoal e também os rádios do Tatu e do Zé FBI entraram em ação. E ficamos ali na sombrinha esperando a galera.

Seguimos todos até o salão do XC do Morceguinho, onde paramos para muitas fotos, água, bananinhas e um descanso. Ah, ali tinha um magrão fazendo peripécias com sua moto ultra potente, louco pra levar um tombo e beijar o chão. Infelizmente saímos logo dali e não vimos se ele caiu realmente, hehehe.

Aqui foi mais uma parada para água pois a coisa começava a ficar quente. Também ali o pessoal terminou com as bananinhas do João. Comida agora só no Gringo.

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Descemos, descemos e descemos, até o Gelain, onde fizemos uma parada mais longa para descansar, comer, beber e dar risada. Lembrando que o Igor e a Aline iam sempre de camioneta da firma na frente ou atrás do grupo para dar um eventual apoio necessário e principalmente tirar fotos.Ficamos ali uns 15min e logo começaram os gritos do João: Vamos lá pessoal! Ele estava ansioso para conhecer as polentinhas brustoladas do Gringo. A tropa se ajeitou nas bikes e começamos a volta até o Trav. Alfredo Chaves.

Parte do João. Esta parte deixamos para o João escrever, para ele ir se acostumando com a idéia de ser um SombraBiker e, também, para termos noção do que o pessoal de porto achou do pedal.

Finalizando a primeira parte do pedal encontramos a Van, nos aguardando exatamente no local combinado, próximo da igreja de Travessão Álvaro Chaves. Logo que chegaram os últimos colegas acompanhados pelo Basso, foi feita a pergunta que já era esperada, pois fora combinado quando da organização do passeio:

“Quem continuará pedalando até Otávio Rocha? Quem embarcará na Van?

Apenas uma colega decidiu embarcar, nossa GAROTA de GRAMADO (veja nota logo abaixo).

Feito isto lá se foi o POA-SOMBRA-BIKERS (sim, claro, a esta altura do campeonato já éramos um grupo só) subindo mais uns trechos e deixando para trás o Travessão. Ainda restavam muitas descidas e subidas, o pessoal já um pouco cansado, mas sempre motivado, ora pelas bobagens e causos (um pausa aqui: estes gringos são piores que pescadores, quando começam a contar causos e mentiras não param mais), ora pelo aroma da polenta do gringo que podia ser sentido a quilômetros de distância.

Por falar em aromas, as dezenas de parreirais pelos quais passamos só não emanavam aquele perfume das uvas, esperado por alguns colegas, porque ainda não estão frutificando e, segundo o Testa, isto deverá acontecer entre janeiro e fevereiro (entenderam a malícia? sim? então vamos colocando na agenda).

Neste trecho de 10 Km aproximadamente, alguns colegas já faziam preces para São Pedro enviar uma chuvinha, quem sabe até um rápido Torózinho, pois o calor era muito. Explico: é que temos uns loucos (um pouco mais acentuados do que todos nós) que preferem um hidro-pedal e, ao que parece, essa estranha, mas muito atrativa tendência adrenalítica, está presente também em alguns exemplares dos Sombras. Buenas, não citaria aqui, em hipótese nenhuma o nome ou qualquer outra característica que revelasse quem seriam estes malucos: ECO e BASSO .

Continuando nossa aventura, já quem nem sombra de chuva, ou melhor sem chuva porque sombra tinha (e eles pareciam se multiplicar naquelas descidas kamikases), fomos comendo (quase que literalmente, pensando no almoço) os poucos Km que restavam.

Finalmente, chegando na pacata e agradável Otávio Rocha, nos dirigimos ao restaurante onde nos esperava o Gringo que, ao nos ver, deve ter pensado:
“Que roubada, estes ciclistas esfomeados vão detonar com meu estoque de polentas, massa caseira e queijinho frito”.

Por falar em queijinho frito Huuuuuuuuuuuuummmmmm, estava supimpa, que delícia.

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Mas não vou falar do almoço, se não acabo me empolgando. Apenas um comentário: Fui esperto e fui sentar perto dos Sombras, pois estes já são clientes do gringo, hehehehehe.

Nota: a Cinara iria para Gramado neste final de semana e, como também gostaria de pedalar conosco no sábado, ela iria se deslocar de Gramado até Caxias, com sua bike embarcada em seu carro. O Testa e o Basso já estavam enviando explicações detalhadas, mapas, cartas geográficas, detalhando as estradas a tomar, seus respectivos estados de conservação, etc. Mas, de última hora nossa colega resolveu ir conosco de Van, a partir de Porto Alegre, pois seu compromisso fora adiado. Os Sombras pensaram que ela era de Gramado mesmo, então ficou assim: A GAROTA DE GRAMADO, que até poderia dar música: “Ela é gaúcha, ela é gaúcha, olha o jeitinho dela pedalar” … MAS AHHHHH, Tom Jobim deve estar se contorcendo no túmulo.

Continuando, já que o João cansou, sobrou pra mim, Bassolin, terminar o relato.

Bom, vamos retomar a pedalada. Depois do almoço, alguns que ainda tinham pernas, resolveram encarar a segunda parte do pedal. Agora desceríamos até o Rio Sem Ponte e subiríamos pela Madereira.

Largamos então em direção ao cartódromo oval, pelo asfalto mesmo, pra não judiar tanto das pernas dos mais cansados. Lá em cima paramos para reagrupar e tirar algumas fotos. Além de preparar os equipamentos para a filmagem.

O Testolino foi na frente comandando o pessoal, o Zunho foi de intermediário filmando a gurizada e eu fiquei lá atrás para avisar os retardatários dos locais problemáticos, curvas, bifurcações, cruzamentos, etc…

Descemos todos tranqüilos, apenas um susto no meio da descida, no curvão do cascalho maldito, onde o Adair caiu. Não foi nada grave, logo estava em pé, apenas alguns arranhões e o susto. Ele caiu quase parando, ainda bem.

Seguimos viagem, morro abaixo, sempre pelas estradinhas do carvalho, passando por locais bem interessantes onde o pessoal parava para tirar fotos.

Chegamos finalmente no rio sem ponte. Alguns decidiram não encarar a água do rio e passar por cima da semi-ponte que fizeram no local. Outros resolveram atravessar o rio pedalando. E teve ainda o japinha que resolveu passar umas 398 vezes pelo rio, hehehe.

Depois de algumas fotos e muita risada, além de esperar o japinha passar pelo rio mais uma vez, subimos até o Garganta e paramos na capelinha da encruzilhada para reagrupar a tropa e ver se todos estavam bem. Faltava pouco para o fim do pedal.

Começamos a subir, pelo Carvalho mesmo, mas não em direção ao topo, dobramos as esquerdas para pegar a subida da madereira e irmos direto ao destino. No início da subida uma pequenota aranha resolveu passear pela estrada bem na mesma hora que passávamos.

Continuamos subindo, uns mais cansados e indo bem devagar e outros nem tanto. Resolvemos dar uma paradinha no parque da cascata pro pessoal tirar mais fotos, além de aproveitar e descansar um pouco.

Mais subida, agora estávamos quase lá em cima, falta pouco, muito pouco. Uns já empurravam a bike nos trechos mais íngremes. E, finalmente, chegamos em Otávio Rocha novamente, todos cansados mas realizados. Pedal feito.

Reunimos toda tropa no clube esportivo da localidade, onde os da capital tomaram banho (cedido pelo seu Luiz) e algumas cervejas. Nós, os sombrabikers, tivemos que negar a cerveja, pois tinha umas cubinhas bem geladas esperando para serem degustadas.

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Depois de tudo, nos despedimos do pessoal da capital e fizemos nossa pedalada até em casa. E assim termina a pedalada do ano, que reuniu os SombraBikers e o pessoal da Capital. Uma pedalada nota 10. Abraços e até o próximo pedal.

Falow.Como tem muita foto neste pedal, usamos no decorrer do relato apenas algumas para ilustrar alguns momentos. Mas, maaaaaaaaaaass, você pode conferir todas as fotos que foram tiradas no dia da pedalada nos links abaixo.

That’s all!

Batizando os Chocantis

Finalmente consegui pedalar, finalmente. Após longas três semanas de viagem e dengue estou de volta ao ritmo alucinante das pedaladas folclóricas. Neste último sábado fizemos um pedal reunindo os SombraBikers com os emergentes pedaladores Chocantis.

Nos encontramos 9 horas da madrugada no mosteiro para um pedal leve, pra não detonar os caras logo no primeiro contato com o mundo ciclístico, apesar deles pedalarem há algum tempo. Lá estavam Eu, Zunho ueifi, Gordo, Batista e Shipe.

De início subimos os Spa, descemos o 30, bem no início da descida pegamos as esquerdas para entrar na trilhazinha que tem ali e começar com a confusão. Pedalamos alguns metros no meio do mato para deixar os caras perdidos, hehe, aí paramos para retratar a união dos dois grupos de ciclistas.

Eu e o Zunho estávamos representando os SombraBikers. Gordo, Shipe e Batista representando os Chocantis Bikers. Faltou o Testolino nesta pedalada, ele estava em Constantina cuidando de uma barraca de mel na Fecomel, hehehe.

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Ah, claro, não podemos esquecer que o Gordo usou seu suporte de câmera digital ultra top plus turbo 2.0 para acoplar a máquina e tirar as fotos. Uma descoberta muito útil.

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Fotos tiradas, pedal e tropa retratada, partimos adiante. Agora seguimos pela trilha para voltar ao asfalto do 30. A trilha agora era mais fechada, o Gordo quase caiu na primeira valeta, hehehe.

Poucos metros adiante eu e o Zunho paramos para esperar a tropa, de repente eles apareceram, mas o primeiro pneu furado do dia também.

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Não deu nem 5km pedalados e um pneu furado, isto sim que é bom, dá pra descansar mesmo antes de cansar, hehe.

Arrumamos o pneu que, diga-se de passagem, tinha dois furos e seguimos adiante, pela mesma trilha fechada, cheia de galhos, pedras e espinhos, em direção ao asfalto do 30.

Lá no final da trilha, quase no asfalto, quase onde abre a clareira para podermos ver o sol no meio do mato, outro pneu furado. Agora foi a vez do Zunho, que empurrou a bike alguns metros para podermos arrumar em um local mais tranqüilo.

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Aí está o pequeno espinho que furou o pneu do Zunho.

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Arrumamos a encrenca, demos mais algumas risadas e seguimos adiante, morro abaixo, pelo asfalto.

Entramos no caminho tradicional, ao lado da igreja, na estradinha que tem o nome de Atalho do Desmanche. Saímos lá adiante na Linha 40. A gurizada que nunca tinha andando por estas bandas estava perdida, mas logo se localizaram.

Passamos a igreja, não tocamos nenhum sino e subimos, subimos e subimos. Agora a subida está quase toda asfaltada. Inclusive estavam em obras, com o pessoal dos “teodolitos” fazendo medições e marcações para asfaltar o que ainda falta.

Lá em cima, na casa dos cachorrinhos paramos para esperar e reagrupar a tropa. Enquanto isso deixamos nossa marca no local, um poste foi demarcado, basta passar lá para ver.

Tropa unida, água tomada, pernas já doendo, seguimos adiante, em direção à Otávio Roca. Na encruzilhada da cantina paramos para mostrar os diversos caminhos aos novos pedaladores, depois seguimos em direção à Santa Justina pela estrada de chão, óbvio.

Próxima parada, atalho do milharal, onde reunimos novamente a tropa. Adentramos na estradinha, eu dei a primeira escapada do dia para esquentar as pernas que esquentaram rápido e os pulmões reclamaram. No descidão do impossível o Zunho despencou na frente e eu fui atrás, tava bão de descer, pois não havia cascalho, coisa rara naquela descida.

Paramos novamente na frente da igreja do Otávio Rocha para reagrupar a tropa e esperar o Shipe, que estava com sede mas sem pressa. Passamos no Gringo para mostrar onde almoçaríamos e pensar no próximo percurso do pedal. O Shipe aproveitou e já ligou pra chamar resgate, mas continuou conosco, só deixou o resgate de sobre-aviso.

Subimos a rodovia Slaviero até o cartódromo oval, onde paramos para arrumar a parafernalha da filmagem do dia e tirar algumas fotos do pessoal chegando e da localidade.

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Galera na frente da igreja.

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Bom, ainda não tínhamos filmado esta descida durante o dia e esta foi uma boa oportunidade para fazer isto, pois a estrada e legal e dá pra se divertir um monte, um belo lugar pra mostrar aos novos pedaladores.

[video]http://www.youtube.com/watch?v=T3p1HG2owpU[/video]

Todos sobreviveram à descida do Rio Sem Ponte, menos um pneu, hehe. Puta merda, o quarto pneu furado do dia, que coisa!

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Após tudo arrumado, uma foto do rio para mostrar que passamos por ali. Esqueci de tirar foto da ponte. Sim, agora o rio sem ponte possui uma ponte para carros e a estrada não é mais a mesma.

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Dali até a casa do Garganta foi um pulo, rapidão. Depois paramos na encruzilhada da capelinha para esperar os demais. Tinha gente já empurrando a bike, normal, o importante é chegar.

Reunimos novamente a tropa e seguimos adiante. Para não matar ninguém não subimos o Carvalho, óbvio, pegamos as esquerdas e entramos na estrada dos Vagalumes, para sair em Otávio Rocha mais rápido e sem sustos.

O Zunho e o Gordo se mandaram na frente, eu fiquei mais pra trás dando um apoio moral ao Shipe e, principalmente, ao Batista, que tava mortaço, mas seguia firme na pedalada, no bom estilo “devagarito e pelas sombras”.

A subida estava muito lenta e se tornando cansativa, aí resolvi dar uma acelerada para chegar antes no gringo e ver se o resgate do Shipe já estava lá, aí aproveitaria e mandava o resgate buscar os dois mais cansados.

Não adiantou, mesmo dando uma escapada na subida, passando o Zunho e o Gordo, cheguei bem antes no Gringo, mas o resgate não estava lá, pensei que tivessem se perdido, hehehe.

Logo chegou o Zunho e o Gordo, sentamos e esperamos o resto. Assim que o resgate chegou, nem adiantou ele sair para buscar os dois atrasados, pois chegaram em seguida.

Eita, todo mundo vivo, todo mundo cansado e todo mundo batizado com o sagrado limãozinho, já tradicional nas pedaladas dos SombraBikers.

Shipe sendo batizado

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Gordo.

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Batista

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O Zunho, fingindo que não bebe.

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E eu, que não sou nada gringo e não gosto de limãozinho.

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Após alguns minutos de descanso, risadas, bate papo em geral, entramos no recinto para desfrutar do excelente almoço proporcionado pelo Gringo.

E tava bão demais.

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Foi um pedal leve, tranqüilo, sem muito sofrimento. Também, não podemos judiar dos caras logo na primeira pedalada, a judiação fica pra segunda, hehehe.

Show de bola. Deste ponto em diante só eu e o Zunho continuamos, os demais pediram resgate e foram pra casa de carona. Os SombraBikers presentes continuaram sua pedalada, subiram em direção à linha 60, descemos o 40, depois subimos o Zanrosso para chegar em casa tranqüilos.

Nunca voltamos tão rápido lá do Gringo, acho que o poder do queijo frito agiu bem desta vez. Foram 56km pedalados, 4 pneus furados, um tombo, vários gritos e muita diversão.

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Até o próximo. Feito.

O Retorno ao Rio Sem Ponte

Mais um sábado, mais um pedal. Novamente eu, o Zunior e o Bassolin fizemos a indiada do dia. Ultimamente os outros pedaladores não estão aparecendo. Sem trajeto definido, nos encontramos as 13h lá no posto da perimetral. Rapidamente nos xingamos, calibramos os pneus, subimos nas magrelas, demos umas duas voltas na rótula até decidir para onde iríamos. Decidimos ir lá para o lado do Rio Sem Ponte pois fazia alguns meses que não passávamos por lá.

Então começou a festa. Atravessamos a cidade pela perimetral, subimos os “Spavilhão” em direção a Nossa Senhora da Saúde. Fizemos o descidão de asfalto passando pela Linha 30, passando pelo restaurante Nona Julia gritando para quem estava almoçando e lá embaixo na ponte pegamos aquela estradinha de chão à direita par pegar o primeiro pó do dia. E o sol começou a fazer efeito.

Tava violento o troço. Subimos e depois fizemos o descidão que volta no asfalto mais lá na frente. Tocamos direto até Saint Justine onde fizemos a primeira parada do dia. Na sombra é óbvio.

Metendo uma água.


Teve gente roubando água do cemita.


Logo seguimos em frente depois de preparar o equipamento do cinegrafista tabajara cerfify Zunior. Fomos em direção à descido do Carvalho onde fizemos o primeiro registro cinematográfico do dia. Descidão do capeta. Quase 70 por hora naquela parte final. Tinha um valetão que deu um cagaço em todos. Mas chegamos bem na capelinha onde entramos à direita para ir rumo ao Rio Sem Ponte.

A capelinha com a sombra do animal que tirou a foto.


Pegamos então a estradinha da casa do garganta. O guri que fala “pouco”nunca mais foi visto. Descemos na lenha até o Rio Sem Ponte com o Zunior CameraMan documentando esse trajeto. Calma, o vídeo já vem. Descobrimos que estão fazendo uma espécie de ponte, não entendi o porquê da mesma mas tudo bem.

Deve ser obra da prefeitura, orçamento participativo o coisa que o valha. Hehehe. Duvido que algum político já tenho passado pelo Rio Sem Ponte.

Ali aparece a obra da ponte.


Dois pilantras.


Atravessamos o riozito e começou a subida. Subida tranqüila e bonita. Já foi bem mais cruel essa subida. Lembro da primeira vez que eu, o Basso mais o Minu descobrimos essa estradinha. Cramenha…. Não terminava nunca. Ali começou um mosquitedo fia da puta. Íamos andando e atravessando as nuvens de mosquito, comendo alguns, outros grudando no óculos e braços.

Sob um solaço desgraçado subimos direto até o Travessão Carvalho, local também conhecido como Kartodromo. Ali também tem o cemitério onde já foi feito um freeride em cima dos túmulos…hehehe. Mas sábado não foi feito. Tomamos mais uma água rápida e descemos até Otávio Rocha para tomar um refrizoto gelado no Gringo, e claro um limãozinho também pois todo mundo é filho de Deus.

Ta ai o cinegrafista amador Zunior.


O Basso secando o limãozinho.


Barrinha de cereal e guaraná Sarandi.


A fachada do Gringo.


Ficamos ali um tempo olhando o movimento de Otávio Rocha e tal, depois largamos fora pelo caminho normal para Caxias. Na descida da Linha 40 foi feito outro registro audiovisual da indiada. Tá bom então. Está ai o resultado dos vídeos feitos sábado.

Era wilson. Enchi o saco de escrever. Depois a gente foi para casa e pronto. Sábado que vem tem mais.

Uma pedra no meio do caminho

Neste último sábado conseguimos pedalar. Reunimos a tropa dos sequelados, aqueles que estavam no departamento médico, para dar uma volta. Até o zunior operado se fez presente, juntamente com o Senhor testolino Gripe Eterna, Igor Namoro Novo e eu, Bassolinovinzky Married.

Como sempre, não tínhamos nada programado, mas queríamos fazer algo mais curto, pois a volta aos pedais sempre é cruel. Nos encontramos no Bosteiro e partimos em direção aos caminhos do 40, 60, 80, 100 e por aí vai. Região bastante pedalada.

Logo após passar pelo Pharras, achamos o Zaka voltando de sua pedalada, estava com pressa. Paramos para dar um olá e tal e retomamos o pedal.

Descemos até Santa Justina, onde fizemos a primeira parada para descansar. Sim, desancamos um pouco após 20 minutos de descida, hauhauahaua. Ah, claro, e tiramos umas fotinhos, pois isto é marca registrada nos nossos pedais.


O Zunior achou um óculos bem legal. Não tinha dono, hehe


O Testolino adora posar para fotos.


Além de nós, as bikes também descansaram um pouco


Este salão é bem famoso.


Chega de descanso e fotos, vamos voltar ao pedal. Pegamos a estradinha que nos leva à descida do Carvalho, seguimos em diante, pois a nossa intenção era descer até o cruzamento anterior ao Rio Sem Ponte.


A descida que tínhamos pela frente é espetacular, vários já foram os que tentaram descer rapidão e se deram mal, outros já encontraram os espinhos e o barranco no meio da descida. Descida do Carvalho, como é conhecida e chamada por nós, maldita descida.

Todos preparados, eu larguei na frente e logo atrás vinham os demais. O Zunior que estava voltando de uma operação delicada, estava calmo ainda, não tinha libertado seu lado kamikaze.


Sobrou pra mim abrir o caminho. E lá fui eu, alucinadamente descendo. Tem gente que não coloca 40km/h nesta descida, alguns colocam 50km/h e já é bastante. Desta vez resolvemos nos superar e quebrar a marca dos 60km/h.

Larguei a milhão e fui descendo, quase sem frear, raramente dava uma cutucada no freio para conseguir vencer as curvas. Resultado: 68,8km/h, no meio das pedras, cascalho, valetas e muito mais. Uma descida espetacular. Cheguei lá em baixo e mostrei o marcador para todos. Novo recorde no carvalho. Dormirei feliz, hehehehe

Na encruzilhada entramos as dereita e seguimos caminho. Sempre com a tropa unida, conversando e falando mal dos outros, outra marca registrada dos nossos pedais. O Zunior começou a soltar seu lado moleque de ser.


Pena que sujou toda relação, hauhauahauahau.

Chegamos na madeireira e paramos para negociar o caminho. Resolvemos não entrar e subir até o Cartódromo, pois as pernas não estavam no melhor estado pedalístico. Seguimos caminho até otávio Rocha, para posteriormente almoçarmos no Gringo. Acho que ele estava com saudades de nós e das bicicletas, pois fazia tempo que a gente não pedalava para aqueles lados.

Almoçamos, bebemos e demos risada. Ficamos um tempo descansado e retomamos o pedal. Assim que saímos e Otávio Roca começou a chuviscar. Uma chuva fraca, mas com o frio que fazia, tava incomodando.

Subimos num ritmo bom, apesar das pernas estarem cansadas. Todos estavam cansados pois ultimamente os pedais andavam escassos. Chegamos no 60 e nem paramos, seguimos reto, em direção ao 40.

Na descidona do 40, que está sendo preparada para receber asfalto, havia muita pedra solta e a estrada estava bem ruim. Na frente ia o Junior, agora já mais solto e voltando ao ritmo Kamikaze, logo atrás eu, depois o Testolino e um pouco mais atrás o Igor.

Descíamos bem, numa velocidade rápida, até que POWW! PSSSSSSSSS. Uma pedra no meio do caminho. No meio do caminha havia uma pedra, e das grandes. O junior acertou ela em cheio, jogou ela em cima de mim. Estourou o pneus, entortou o aro e rasgou minha sapatilha, onde bateu a pedrinha, hehehe.


Fomos obrigados a parar bem no meio da descida, coisa ruim, pois estávamos descendo legal. Arrumamos o pneu do Junior, mas o aro não teve jeito, o negócio foi continuar com o freio dianteiro raspando.


Apesar do susto, continuamos. Descemos até o 40, passamos reto na igreja e começamos a subir novamente. Lá em cima, quase no final do asfalto o pelotão estava reunido, eu ia na frente quando o pastor Igor resolveu dar uma investida e chamou pro Sprint. As pernas ferveram. Foi legal. Apesar do tempo parado a Katja se portou bem no sprint e chegou na frente, hehehe.

Subimos o Zanrosso, chegamos nos SPA e retornamos a civilização. Um pedal curto, coisa de 50km, mas ótimo para retomar o ritmo das nossas pedaladas, pois o importante é se divertir. Até o próximo.