150 degraus

Tempo chato, previsão estranha, mesmo assim rolou um pedal com os parceiros SombraBikers. Sáimos sábado a tarde, pois o Minubas tinha que laborar de manhã. Logo seria um pedalzito curtinho, e foi, mas show de bola, como sempre.

Saímos ali do Bóbis, por volta de 13:20h, Eu, Testolino, Minubas e Zunho, em direção ao bairro Cruzeiro e BelaVista. Cruzamos a cidade, nos despedimos da civilização e seguimos adiante. Pela estradinha que leva ao Motel Lebunda, agora asfaltada, passamos pelo entroncamento que sai na Rocca, seguimos até a casa dos pais do Izóta.

dali em diante era cminha novo para mim, não sei por onde seguimos, só sei que descemos, descemos e descemos, saímos lá em baixo ao lado da igreja de Galópolis. Uma descida espetaular, com pedras, cotovelos, curvas, buracos, paralelepípedos e muito mais. Até quebramolas havia no meio da descida.

De Galópolis seguimos pela BR em direção à Vila Cristina, andamos um pouco e resolvemos pegar uma subidinha para irmos até a Gruta. Qual gruta? Não sei, pergutem para o Zunho, ou continuem lendo.

Antes de começar a subidinha uma foto para retratar a tropa parada na beira da BR.

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Subimos e subimos. Mais adiante mais uma parada para mais fotos da gurizada e da localidade.

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Não sei o que o Minu está segurando. Bom, deixa assim.

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Seguimos… morro acima, sempre. Até que chegamos na tão falada Gruta. E não é que o lugar era bala. Já na entrada algumas fotos da tropa.

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Largamos as bikes num canto e resolvemos descer para conhecer a gruta. E que descida. Não, não dá para descer de bike, são 150 degraus muito inclinados, que só um acéfalo arriscaria descer.

Mas a visita à gruta vale a pena, o lugar é mesmo muito legal.

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Ah sim, os degraus.

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Coisa linda.

O lugar é organizado, tem até um oratório. Teve gente que prometeu fazer seu casamento ali. E eu irei, mesmo não sendo convidado.

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Bom, tiramos algumas fotos de tudo que vimos e resolvemos voltar. Até porque o Minubas ficou lá em cima cuidando das bikes, não quis descer conosco. Sábia escolha, não teve 150 degraus pela frente.

E tem 150 degraus mesmo, o testa subiu contando, apesar de eu achar que ele meteu um “migué” na contagem, só para fechar com o que estava dito na placa.

Da gruta seguimos adiante, pela estrada que nos levaria até a 3ª Légua, mas antes resolvemos dar mais uma paradinhe para ver a cascatinha da gruta de cima. Uma visão bala.

Bah, é alto o treco.

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Bom, o negócio era seguir viagem, pois o tempo estava ficando curto e os caras cheio de compromissos estavam ficando atrasados.

Só mais uma foto para retratar a paisagem.

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Seguimos sem parar mais, sempre morro acima, até chegarmos na 3ª Légua. Subida tranquila e rápida, mas que esquentaram as pernas. Dali até a civilização foi um pulo, nenhum acontecimento a mais. Fechou 50km, pedalados de forma tranquila e divertida, uma rotina.

Era isso, abraços, tudo de bom…

Rocca, aí vamos nós

Ola que tal?!?! Tudo certo por aí? Bom, mais uma vez um pedal interessante para ser postado aqui. Saída mais tarde, pois nem todos podiam sair cedinho neste sábado e, um deles era pedalador novato. Novato nada, mas é pedalador que ficou bastante tempo sem andar e está retomando o mundo dos pedais, Sir Minu d’ Brachóvia, também conhecido popularmente como Minu.

Nos encontramos no porto charrua da Pinheiro, local que já foi ponto de encontro de várias pedaladas, por ficar próximo da casa de alguns e local de fácil acesso. Dez da madrugada, quase de meio dia, nos encontramos lá, o Minu já nos aguardava. Já est´[avamos decididos do caminho que faríamos: Nossa Senhora da Rocca com volta pela estrada do porco. E para lá partimos.

Atravessamos o centro da cidade, observamos que vários fiscais do trânsito trabalhavam naquela manhã, mas não aplicando multas em quem ultrapassa o sinal, quem não dá “seta” para fazer conversão, quem buzina em frente a hospital, nada disso, pois isto eles não sabem multar, eles estavam multando quem estacionou na zona paga e não pagou.

Bom, voltamos ao pedal. Chegamos ao Bairro Cruzeiro, atravessamos, seguimos pela Av. França até o final. Descidão, passamos pelo Lê Bonda, onde o Minu achou um conhecido pintando as paredes e seguimos em frente.

Uma paradinha pra registrar os membros fundadores dos RomarioBikers.


Após uma descida, outra subida e alguns km pedalados chegamos a Nopssa Senhora da Rocca. Rapidinho, como era previsto.


Ficamos um tempo ali falando besteira, tirando algumas fotos e cuidando das vacas. Em seguida voltamos pela mesma estrada que nos levou até lá. Na Casa Amarela paramos para reagrupar. Agora viria a descida do Santo Antônio.

A gente nuca soube do que chamar esta descida, mas é espetacular, precisava de um nome. Agora já tem.

No final da descida, ou o que nós acreditamos ser o final, tem uma placa que pede que estranhos não sigam adiante, sob pena de serem alvejados. Nós, como todo bom cidadão, seguimos somente por onde pode.


Nosso destino agora era a estrada do porco.


Mas antes precisávamos registrar este momento lindo, onde nosso câmera man degusta seu tang laranja com gelo.


Subimos a estrada do porco, passamos pela favela no meio do mato que está cada vez maior. Inacreditável, cada vez que passamos ali tem uma casa de porco nova. E o cheiro é de matar… barbaridade.

No final da estrada do porco tem o início da famosa subida impossível, que até hoje não vimos ninguém subir toda ela pedalando sem parar em momento algum. Não é uma subida longa, mas em alguns pontos é bem inclinada, fazendo com que o pedalador perca o controle da bike e, com isto, perca as forças também.

O Testolino subiu bem, perdeu o controle da bike quase no final, onde tem uma parte bem complicada, inclinada demais. O Minu subiu quase toda empurrando, era demais para um pedalador que está voltando a pedalar. Eu e o Zunho subimos devagarito, aliás, tentamos subir, paramos algumas vezes para retomar a pedalada mas não teve jeito, o negócio foi empurrar em alguns pontos.

Lá em cima paramos para tomar uma água e falar mais umas besteiras. Esquecemos de tirar fotos do local, ultimamente estamos tirando poucas fotos, mas é tudo culpa do Zunho.

Deste ponto em diante não tem muita graça, é só subir e subir. Agora já estávamos voltando, para não matar o Minu no seu retorno,. Hehehe.

Lá em cima, onde eu não sei o nome da localidade, passamos na frente da casa da m~e de um conhecido, mãe do Izoton, o MacGyver dos pampas.


Depois foi só nos dirigir para a cidade novamente, entramos na Av. França de novo e paramos no bar do Patrício para almoçar. Lá ficamos um bom tempo, falando mal dos outros, tomar umas cervejas e um Teem, além de comer o tradicional da casa.

Aí está a equipe deste pedal: Bassolino Kid. Testolin Mello, Zunho Ueifi e Minubas.


Depois do almoço seguimos nosso rumo. Entramos na civilização, nos despedimos e seguimos cada um para seu lado. Na frente da Ciclobel ainda paramos para mais uma Fotinho, enquanto o Zunho retratava nosso patrocinador o resto da tropa esperava inquieta num lugar bem apropriado e seguro para parar de bike.


Aguardem, novidades estão chegando. E era isso. Pouca kilometragem mas muita diversão, é isso que importa. Até o próximo.

Seu Luiz da Corneta

Neste último sábado, o pedal começou diferente. Saí de casa atrasado, pois o pneu dianteiro estava semi-vazio, tive que encher com a maravilhosa bombinha. Me mandei então para o Bóbis. Lá chegando avistei (lembrando que não enxergo nada) o Zunior e o Jorge aguardando.

Mas o que estava diferente então porra? A recepção. E que recepção. Um monte de “gatinha” (hauahauahau) livres, leves e soltas. Acredito que estavam me esperando, ou o Testa, pois quando chegamos algumas começaram a rir, ficarem felizes, outras resvalaram até. Que coisa!

Bom, eles foram embora e nós também. E ficamos tão abismados com a presença das moças que nem lembramos de tirar uma fotinho com elas. Não dá nada, quem foi pedalar viu.

Entramos no Bairro Bela Vista, atravessamos, saímos láaaaaaaaaa na estrada do Lê Bond, continuamos até a bifurcação de Nossa Senhora da Rocca, onde entramos e seguimos adiante. Na outra bifurcação, da casa amarela, pegamos as dereita para fazermos novamente o Atalho do Testa.


Descemos, descemos e descemos, sempre na mesma estrada, com graminha no meio, matagal de um lado e precipício do outro. Um descidão show de bola. Paramos em alguns pontos para fotografar a paisagem.


Tem um lugar, no meio da descida que tinha um valetão. Eu e o Zunior íamos na frente e eu só vi o valetão quando já estava muito em cima, deu tempo só pra puxar a bici e voar. Em seguida do valetão tem uma curva pras dereita, quase que a curva se torna uma reta, quase. Paramos logo adiante para msis fotos.


Em um ponto o Jorge resolveu parar para tentar pegar uma aranha e superar seu medo de aranhas. Sim, ele tem medo de todo tipo de aranha. Ficamos uns 10 minutos vendo o cidadão tentando pegar a aranha e nada. Não deu, o Jorge não superou seu medo, ainda foge das aranhas.


Outras revelações foram feitas pelo Jorge, mas como somos amigos do cara, não vamos ficar aqui dizendo o que ele nos contou. Jamais vamos contar que ele depila o saco e demais partes, jamais.

Continuamos o pedal até chegarmos na estrada que é proibida. Ali pegamos as dereita novamente para entrarmos na estrada dos 3 cachorrinhos, que foi redenominada para Estrada do Porcão. Seguimos adiante, passamos pelo Porcão que deixou o Zunior de boca-aberta. Logo adiante dois índios preparavam as ferramentas para carnear o coitado do porco. Acredito que soltaram o bicho para ele ter alguns últimos momentos de liberdade, pois logo iria para a faca.


Novamente, como sempre fazemos, pedimos para onde iria a estrada e a resposta é sempre a mesma: “- Vai pra Caxias.”. Ho ho ho, bom saber. Continuamos pela estradinha até chegarmos em mais uma bifurcação. Paramos para analisar, pois queríamos descobrir para onde ia a estrada da esquerda. Achamos duas moradoras da região e perguntamos pra onde ia a estrada.

Ficamos sabendo que ela termina na casa das duas moradoras, logo, resolvemos ir pelo caminho conhecido, o morro do corcel. E lá fomos nós, para cima, chega de descer.


E começamos a subir. Da última vez ninguém conseguiu superar a subidinha, pois é muito íngreme e mata as pernas. Se ficar de pé a bike patina, se sentar a bike empina. E desta vez foi a mesma coisa, mas estamos melhorando.

Ninguém conseguiu subir todo o morro. O Zunior tentou, parou na metade, arrancou e seguiu, O jorge parou quase no topo, eu parei logo abaixo. Merda, muito foda este morro, mais ainda será superado.


A subida não havia terminado, continuamos morro acima. Uma subida longa, até que encontramos um asfalto. Sim, agora a estrada que leva até o Pateta é asfaltada, que coisa mais sem graça. Pegamos as esquerdas no asfalto e fomos até o buteco do Pateta para comer algo. Chegamos lá e estava fechado, mas havia um casório, só que ninguém quis nos receber e nos oferecer uma comida.

Ficamos um tempo dialogando e pensando no que fazer, até que resolvemos descer até Galóspi e almoçar por lá. E partimos para Galóspi, descidão do capeta. Eu não conhecia a estrada e o Zunior de cara avisou que havia alguns cotovelos na descida. Eu ignorei e me dei mal, hehehehe. Na primeira curva fui visitar o matagal, fiz um arado ao lado da estrada, coisa linda.

Passado o susto continuamos morro abaixo, sempre no laço, pois pra baixo todo santo ajuda, hehehe.

Após descer alguns vários km chegamos finalmente em Galóspi, onde fomos procurar um lugar para almoçar. Logo na entrada da vila o Testa achou um amigo seu. Amigo de sangue.


Paramos no NN’S Lanches, onde comemos um xizóto cada um, tomamos algumas cueca-culeas, e os mais doentes beberam uma Malzbier para fazer leite. Fizemos até um brinde ao pedal.


O Jorge começou a passar mal. ele não está acostumado com estas coisas.

Ficamos um bom tempo jogando conversa fora e falando mal dos que não foram pedalar conosco, o que é bem comum acontecer, hehehe. Conhecemos uma das figuras mais folclórica já vista nos pedais, o Seu Luiz da Corneta. Figuraça! Eu aproveitei e fiz negócio com o cidadão, troquei de bike. Acho que foi uma ótima troca.


Reparem que vem toda equipada a criança


Também não perdemos a oportunidade de filmar para mostrarmos aos nossos netos como era a bicicleta na nossa época.

Após ouvir as histórias e mentiras do Seu Luiz, pagamos a conta e resolvemos pegar a estrada. Na saída meu pneu estava na chon novamente, fiadasputa. Parada no posto pra abastecer.

Tudo pronto, largamos morro acima, um subidão complicado, eu e o Testolino íamos devagar. Ela por estar a mais de um mês sem pedalar, eu por ter tomado algumas loiras geladas a mais no dia anterior e estar transpirando Polar. Mas chegamos.

O único susto desta subida foi quando um Uno Preto dirigido por um corno de mãe puta, acéfalo, passou raspando na gente, no laço, sem se preocupar com nada. Baita filhodaputa mesmo, espero que esteja lendo isso, o que eu acho muito difícil, pois um merda como aquele não deve nem saber ler. Infeliz.

Lá em cima, quase na civilização, encontramos a placa da Ciclobel, que resgata todo mundo. Aí o Zunior tentou cair para ver se chamava a atenção.


E chegamos na civilização, aí vocês já sabem, volta tudo ao normal, o respeito desaparece e o caos ressurge. Chegamos em casa todos bem, sujos e cansado. Eu ao menos cheguei assim, hehehe. Mais um belo pedal, até o próximo.

GPS que aponta pra baixo

Um sábado que prometia um ótimo pedal. Reunimos toda tropa no Bóbis ainda na parte da manhã para uma voltinha básica até a Rampa sul. Lá estavam os tradicionais pedaladores.


O tempo não estava com cara de bons amigos. São Pedro estava maculando alguma coisa, mesmo assim partimos para o nosso pedal. Adentramos no Bairro Cruzeiro, atravessamos a civilização, passamos pelo Motel LeBond, pelo Portal do Éden e seguimos em frente.

No primeiro entroncamento o Testolino sugeriu darmos uma variada no percurso e irmos até N. Sra. Da Rocca para conhecer o foguete. E lá fomos nós atrás do Testolino, pois esta vez era ele que mandava no percurso, pra não chorar e ficar com beiço.

E chegamos no tal foguete, em N. Sra. Da Rocca.


Batemos umas fotos, demos umas risadas e a chuva começou. Já estava garoando, mas agora a chuva estava apertando. Pegamos a estrada novamente. E que estrada, show de bola.


Seguimos pelo mesmo caminho da ida até encontrarmos uma outra bifurcação que ninguém conhecia. Resolvemos mudar o pedal novamente para conhecer esta estradinha.

Um descidão já de saída onde o Junior se mandou na frente e eu o segui. Os demais vinham mais atrás. E a descida não terminava. Paramos em alguns pontos para analisar a situação e decidir se continuávamos descendo ou voltávamos.


Resolvemos continuar descendo, afinal de contas, estava show de bola. Descemos bastante, até chegarmos em um ponto com duas estradas: a direita placa de proibido pois era propriedade particular, as esquerdas caminho estranho. Fomos pelo segundo.

Uma estradinha que já começava com três cachorros nos esperando, e de marcas diferentes: um pitbull, um rótiváiler e um pastor alemão. Cois alinda os três loucos para nos pegar. Ainda bem que estava bem presos.

Passamos pelos mesmos e chegamos numa semi-casa onde pedimos informação para o único vivente que encontramos na região. O vivente disse que a estrada por onde estávamos indo sairia em Caxias. Ò céus, baita dica. Bom, continuamos para ver onde ia sair a encrenca.

Estradinha fechada, com poucos sinais de civilização, mesmo assim continuamos.


Como havíamos descido bastante o jeito agora era subir. E que subida, parecia sem fim.


Todos tentaram subir, mas era muito íngreme, em alguns pontos não tinha a mínima condição de pedalar, a bike empinava ou patinava. O jeito foi empurrar.


Que subidinha cruel.


Subimos bastante até chegarmos num ponto de descanso, onde paramos para roubar uns caquis e descansar um pouco. Ah, e esperar o Jorge que ficou pra trás, hehehehe.


Descansamos e rimos. Retomamos o pedal e mais subidas com cachorros. Este ponto do pedal já tme nome: subidas dos rotiváilers. Em todas as casas tinha um cão que mais pareciam vacas. E continuamos subindo.


Lá em cima o primeiro tilt da tarde, a bike do Jorge começou dar problema. Nada que umas gambiarras não resolvesse. Arrumamos a encrenca e continuamos.

Continuamos subindo, era bem previsto que isto aconteceria. Lá em cima paramos numa porteira azul para tirar mais algumas fotos e reagrupar a tropa.


Alguns se divertiram de forma estranha.


Bom, deixa quieto. Seguimos caminho. Agora a estrada era bem mais aberta. Continuava a subida mas já com sinais de civilização. Pedalamos mais alguns km e saímos, incrivelmente, na mesma estrada que leva até a Rampa Sul.

A chuva estava apertando de verdade. Não dava pra pedalar direito e o frio começou a pegar de vez. Resolvemos encurtar o caminho e voltar para casa.

Subimos de volta em direção à cidade, entramos no caos e paramos num buteco para comer alguma coisa. Estávamos todos embarrados, logo ficamos do lado de fora do ambiente, passando frio. E que frio. Matamos de cara as frítulas que nos foram servidas, a cuba também não durou muito e os xizes menos ainda.

Após 4 finais de semana com muita chuva, novamente um pedal embarrado. Apesar do frio e da chuva que judiou, nos divertimos muito e este é o espírito dos nossos pedais: a diversão. Até o próximo.

Relatório da Semana

Buenas viventes!

Semana passada ocorreram vários fatos pertinentes ao mundo dos pedais que merecem ser destacados aqui, além, claro, do pedal realizado sábado. Mas, pois então, vamos a eles:

Quarta-feira 31/01/2007

Neste dia o romariobiker Bassolin sofreu um semi-atropelamento. Como ele relatou abaixo. O rapaz está de férias e se recuperando de uma virose feia. Então, ele combinou com nosso amigo Zorze para dar um pedalada de leve para ir voltando ao mundo bicicletístico. Porém, a coisa boa não durou muito. Ele estava indo encontrar o Zorze e ali perto da casa de pedra, quando um fdp sem noção conduzindo um Del Rey, sim um Del Rey, acreditem, ainda tem desses circulando, meio que fechou o Basso contra o meio fio até bater nele com o carro. Ai deu né. Chão, asfalto, piruetas e etc. O animal do carro se mandou e por sinal nem deve ter visto o que fez. Foi um baita susto que felizmente, e devido ao uso do capacete, causou apenas umas escoriações, arranhões e cortes no amigo. Nada que uns remendos por uns dias não resolvam. Ele falou com o Zorze por telefone que foi ao local e levou o Basso na Unimed. A bike também sofreu alguns danos mas nada de grave. Um aro quebrado mas ele vai ganhar uns aros novos por isso.

E ai está o sujeito sendo tratado…..

Quinta-feira 01/02/2007

Na quinta de noite teve uma zanta de confraternização dos pedaladores dos RomarioBikers e Serrabikers. Rolou um xizoto lá no Felipis. Eu, apesar de estar em Caxias, não pude ir devido a compromissos com a dona patroa. Pelo o que me falaram, as seguintes figuras se fizeram presentes no evento: Basso, Igor, Zunior, Zorze, Marcos, Mica e Andrius. Não tem fotos do fato mas ele ocorreu.

Sexta-feira 02/02/2007

Na sexta-feira era feriado em Porto Alegre, eita coisa boa, portanto eu estava na serra. Eu e a Márcia Pit Bull, que também é minha irmã, fizemos um pedalzito leve até a igrejinha de Nossa Senhora da Rocca. O objetivo era testar se as aulas de power spinning estão fazendo algum efeito nela. Até que estão ajudando mas poderia ser melhor. A pedalada foi realizada abaixo de sol forte. Saimos ai pelas 11h da matina. No total foram 27km e uns quebrados. Essa igrejita é muito legal e fica bem na ponta de um morro ali para os lados de São Virgilio, do motel Lebond, por onde se vai para a Rampa Sul e etc. O caminho até lá tem um visual bala como podem ver.

Pedala Pit Bull….

Outra….

Bela paisagem….

Foto em homenagem ao Jorge…

Outra estilo Jorge…

A igrejinha de frente…

Sábado 03/02/2007

Finalmente no sábado, rolou a tradicional indiada sabadiana. Saímos cedito. 8h da madrugada eu estava esperando o Zunior lá na frente de casa. Mas ele acabou desistindo de pedal para se preservar mais uns dias pois ele tá com uns problema das “zérnia”. Então me larguei e encontrei o Zorze Ok e o Marcos lá no posto do Bob’s.
Conversamos e o destino foi definido para os lados de Souza Farm e possível ida até Vila Seca por uma estrada desconhecida até então. Subimos a BR e pegamos aquela estrada atrás do Chateau Lacave que sai na Rota do Sol. Seguimos um pouco na rota e entramos naquela mesma estrada das maçãs de semana passada. As maçãs foram colhidas e o Marcos não pode fazer a feira. Passamos pelo tal de lugar chamado Bevilacqua e seguimos até Fazendo Souza.
Ali em Souza Farm, seguimos até o final da avenida da localidade e pegamos uma estrada à esquerda que segundo o Marcos, e também uma placa, nos levaria até Vila Seca. E levou mesmo. Estradinha boa de andar e sem muitas subidas. Em um certo momento, o Zorze tava mais na frente, veio um caminhão de gás levantando um pó dos inferno, eu e o Marcos fomos para o lado para o animal passar. Depois só vimos aquela nuvem de poeira e mais nada. Nada do Zorze. Só depois avistamos o animal lá bem na frente tentando buscar o caminhão de butano na subidinha. Hehehe…e ele falando depois para nós: Porque eu não ia deixar ele passar..porque eu ia buscar ele…porque isso…porque aquilo… Eita Zorze véio de guerra. Ele é meio estourado as vezes. Acho que depois de uns 9km chegamos na monumental Vila Seca, onde tomamos uma cueca-cuela semi gelada, matamos um pingo d’ouro, amendoinzitos e uma rapadura. Falamos com uns piás nativos da região que tavam lokos pra derrubar a Verméééia, e depois pegamos a estrada por volta das 11h com aquele solão na cabeça. Eu tinha que voltar meio cedo e tal.
Voltamos pela rota do sol até um pedaço e depois pegmos uma estrada de chão que vai até Ana Rech passado pelo clube de aeromodelismo e etc. Depois só asfalto até lá em casa. Como ninguém havia levado a máquina vegetal, tiramos umas fotos ali em casa mesmo enquanto era reposto o líquido do corpo com umas brejas geladas. A fotógrafa foi a Pit Bull.

Pedaladores cansados…

Repositor energético…

Eu…

o Zorze…

e o Marcos…

E era wilson mais uma vez. Foram uns 59km pra mim e um pouco mais para os outros. Uma estrada nova foi descoberta, nenhum tombo, nenhuma fruta “emprestada” e, que eu lembre, nenhum ataque de cachorro. That’s all!