Mais um pedalzito

Sábado saiu mais um pedalzito. Saimos tarde, por volta das 14 horas. Fomos só eu e o Gaio. Encontramos vários pedaladores pelo caminho que fizemos, vários mesmo, pois o dia estava espetacular para pedalar.

Subimos os SPA, depois linha 40, linha 60, linha 80, asfaltinho até Otávio Rocha, parada para escapar da chuva, e voltamos por Santa Justina. Pedalzito curto, 50km de muita conversa e boas risadas.

Aproveitamos para tratar de um pedalzito que o Gaio sugeriu, Uma voltinha parecida com a Trilha das Aranhas, mas com uma variante interessante, subidinha fudida do rio até Mato Perso, estrada nova.

Curtam o caminho.

Bom, mais adiante surgem informações desta nova indiada, por enquanto é isso. Feito, fui…

Cuca, pastel e cerveja

Mais um sábado de chuva e mais um sábado de pedal no barro. Eita coisa boa isso. Neste ultimo sábado o pedal foi com a tropa dos PANGAS, gurizada medonha, gente boa. Na verdade, foram poucos os corajosos pedaladores, apenas Eu, Cemin e Nena participaram da pedalada.

Marcamos para a saída ali no posto do tigre, ao lado do Gianela. 13:30h e só as almas penadas estavam ali.

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Esperamos mais um pouco para ver se mais gente aparecia e nada, ninguém. Não sabemos se ficaram com medo da chuva ou com medo do fantasma, hehehe. Como era só a gente mesmo, partimos. Subimos os SPA e não sabíamos para onde ir. Coube a mim decidir.

O dia estava lilndo, bastante chuva… sinal de que haveria barro para todo o lado. Resolvemos entrar na trilha da linha 30. No retão da trilha, onde dá pra atingir altas velocidades, acima dos 5km/h, o Cemim tava puchando a frente e deu de cara com os barulhentos destruidores de trilhas. Tivemos que sair da frente para não ser atropelados.

Mais adiante saímos no estradão principal e pegamos a outra trilha, a que volta para o asfalto. Não sei, mas preciso dar um nome para estras trilhas, para ficar mais fácil de identificá-las. Esta segunda trilha muda de lugar a cada dia. Acho que o pessoal ali da localidade não gosta muito que seja usada. Isto dificultou um pouco nossa entrada para o mato.

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Mas aí o Nena achou uma semi-entrada para o matagal e seguimos a trilha.

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Depois de muito barro, um tombo e muita risada saímos no asfalto da linha 30 novamente e rumamos em direção à Santa Justina. Descemos, subimos, sempre pelo asfalto, passamos no Ranzolin e tinha festa daNona, até pensamos em parar para filar uma sobra de almoço, mas seguimos adiante.

A cota de asfalto do dia estava sendo extrapolada, ali na parada de busão, pegamos as dereita para entrar na subida da casa portuguesa. E que subidinha chata. Lá em cima paramos para esperar o Cemin, que vinha acompanhando os retardatários.

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Lá vem ele.

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Subimos, subimos e subimos. Depois de uma boa aquecida nas pernas chegamos finalmente no entroncamento da Casa Portuguesa. Ali paramos para aditivar o radiador.

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De volta ao estradão, agora sim fomos em direção à Santa Justina, não pelo asfalto, mas sim pela estrada de chão, que é muito mais melhor de bom. Passamos pelo cimita, pela Igreja e seguimos adiante, para descer o maldito Carvalho. Antes da descida alucinante, uma breve parada.

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E despencamos. Com chuva eu nunca tinha descido ali, é bem complicado, hehehe. Não dá para quebrar o recorde de 73km/h que um certo louco um dia estabeleceu. Além do mais, no meio do retão agora tem um galho de árvore que passa perto e um valetão que chama pro tombo. Sobre o galho, é bom aparar as aspas antes de descer ali, pra garantir que passe com folga.

E chegamos na capelinha. Ali decidimos dar mais uma judiada nas pernas. Descemos pelo Garganta até o rio sem ponte, onde ficamos algum tempo pensando: “Dá ou não dá?!”. Uma dúvida muito cruel. Como o rio estava alto e meio tenebroso, decidimos passar pela ponte mesmo, hehehe.

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Pra cima, era só isso que nos restava a partir deste ponto. No primeiro pedaço da subida, ali na Casa Sem Fio, paramos para que o Nena desse um grito e acordasse toda família que estava sossegada no seu descanso da tarde. Preciso ressaltar que uma moradora da casa o reconheceu por causa da barriga.

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E seguimos o baile. Estradinha que antes era uma trilha, agora passa fácil um carro. Meio que perdeu a graça, mas ainda assim o lugar é muito bala. Pedalar por esta região é muito bom. Seguimos pra cima, em direção do Cartódromo Oval. Apenas uma parada para reagrupar a tropa que estava ficando muito dispersa.

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Chegamos no cartódromo oval e logo descemos para Otávio Rocha, pois a cerveja do Gringo (estupidamente gelada) estava nos aguardando. E tava muito boa aquela cerveja. Aquela não, aquelas.

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Aqui abro um espaço fora do pedal. O cidadão careca que aparece nas fotos apareceu do nada ali no Gringo, sentou e ficou conversando conosco. Disse pedalar sempre solito. Em menos de 5 minutos descobrimos o porquê disto.

Voltamos ao pedal. Mais cerveja, dizem que faz bem pras pernas.

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Segundo o Nena, ele não consegue pedalar mais que 50km sem que coma algo. Partimos então em busca de “sustância” pra criança não desistir da volta. Achamos uma padaria ESPETACULAR que faz umas cucas mais espetaculares ainda. A Tia das Cucas não queria aparecer na foto, mas o Jorge Tadeu consegui capturá-la meio que no susto.

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Teve gente que só não comeu mais cuca porque não havia espaço. Até levar pra casa tava querendo.

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Mas tava muito boa mesmo. Cuca com pastel pra rebater o lúpulo da cerveja.

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Pronto, todos abastecidos. Agora era hora de voltar. O tempo não estava a nosso favor e a chuva continuava. Decidimos voltar pelo estradão da linha 60 até a cantina. Dali descemos pela Linha 40 e subimos o Zanrosso. e chegamos no ponto da dispersão, que foi de onde saímos.

Foi um baita pedal, muito bala. Deu 58km de muita diversão. Era isso, até o próximo. E valeu pela parceria dos Pangas. A lenda vive…

Cuidado com a Kombi

Alou gurizada medonha. Mais um relato de um pedalzito divertido, realizado no último sábado. Desta vez estávamos desfalcados, pois o Minu tá com gripe porquina e não pode ir pedalar. O testa foi com o zunho e outros pedaladores fodões para outros lados. sobrou pra mim e pro ruaro fazer as vezes de sombrabikers. Convidei dois conhecidos que não pedalam muito, aliás, um nunca pedalaou, hehehehe.

Combinamos de nos encontrar 9 horas da madrugada ali no bosteiro. Pouco antes eu já estava esperando o Éder ali em casa. O Éder, mais conhecido como capia, é meu concunhado, que sempre me convida e me leva pras provas de enduro e cross, resolvi judira um pouco dele e levei ele para uma pedalada, hehehe.

No caminho até o mosteiro o primeiro incidente do dia, que deu nome a este relato, mas que só contatei lá no final, hehehe.

No horário marcado estávamos todos lá no mosteiro e partimos par auma pedalada gelaaaaaaaaaaada mas sempre divertida. Uma primeira pssada ali no posto da subida do SPA para abastecer os penéis.

Seguimos em direção do 30, descemos até a igrejinha, pegamos o atalho do desmanche e seguimos até o michelon. Caminho já conhecido e já bastante pedalado. Lá no asfalto do 40 reunimos a tropa que ficou pra trás. Subimos o 40 repidão, tava frio, precisava esquentar as pernas. Lá em cima, uma primeira foto para mostrar que o dia estava “bonito”.

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Enquanto isso os dois pedaladores mais atrasados subiam devagarito.

E lá vem eles.

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Dali do topo do 40 seguimos em direção ao 60, pegamos as esquerdas no retão que vai pra Santa Justina. Lá na metade, entramos na reta do milharal. Ao chegar em frente ao que antigamente era o milharal e hoje é só mato, paramos para reagrupar e negociar o caminho.

Era cedo ainda, tínhamos tempo, resolvemos dar mais uma volta antes de ir em direção do nosso almoço. Pegamos as dereita para ir até o Sítio da Lagoa e descer a Descida dos Pintos. Descida bala, curta mas bem interessante, com alguns cotovelos traiçoeiros e agora piorada, pois encheram de cascalho, hehehe.

Ah, não apareceu nenhum pinto, para a tristeza do Ruaro.

lá em baixo na estrada do Morceguinho nos reunimos novamente, para pedalar sempre juntos e seguimos em direção ao asfalto do 80, mas antes uma paradinha na tradicional Capela de São Francisco.

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E mais uma foto do dia “lindo”

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Dali até o asfalto foi um pulo, descidão rapidão, todos despencado alucinados. lá em baixo no asfalto pegamos as esquerdas em direção á Otávio Rocha para almoçarmos.

Chegando em Otávio Rocha vimos que ainda era cedo e dava para fazer mais uma voltinha, as pernas dos mais cansados estavam fracas mas dava pra aguentar. Então suimos em direção ao Cartódromo Oval. no meio da subida, bem na curva fudrida entramos na estradinha do desconhecido e ali seguimos.

Fazia tempo que a gente não passava por ali, tá bem diferente a estrada, com várias outras bifurcações e entroncamentos, que no futuro serão desbravados. Mas nós seguimos sempre pela lógica, pedalando paralelamente ao asfalto da rodovia principal até sairmos onde queríamos, na estradinha do último pedal do esterco branco.

E já estávamos em Otávio rocha novamente, hehehe. O Gringo nos aguardava com seu tradicional e fenomenal almoço.

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Almoçamos, rimos, bebemos o limãozinho de sempre, descanamos um pouco, falamos mal dos outros e jogamos conversa fora, tudo como manda os princípios básicos sombrabikersianos.

Do gringo voltamos pra casa, pelo tradicional caminho. Subida até o trevo de Santa Justina, reta do Milharal e linha 60. No caminho eu e o Ruaro vimos que as bikes ainda estavam muito limpas e resolvemos mudar isto. Entramos numa lamaçal violento. Que coisa mais linda, barro pra todo lado. E aquele barro chato, que não desgruda nunca.

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Foi lindo e as bikes ficaram mais lindas ainda. Eita coisa boa isso…

Do 60 descemos a milhão o 40, subimos o Zanrosso e já estávamos todos no bosteiro novamente. pedalzinho leve, tranquilo, divertido como sempre. Até o próximo.

Ah sim, já tava me esquecendo do acontecimento do dia, hehehe. No caminho até o mosteiro, eu ia explicando ao Éder como funcionava os trecos da bike, freios, câmbios e tal. Estávamos pedalando na perimetral, sem movimento algum, o Éder ainda perdidaço nos câmbios, apanhando pra subir ou baixr marcha.

Numa destas ele baixa pra olhar pro câmbio pra acompanhar o movimento e tal, pra ver se subia ou descia, coisa que jamais deve ser feito, hehehehe. Eu estava um pouco a frente, desviei da Kombi que estava estacionada e só escutei um “bãmm”. Opa, deu merda, o Éder não viu a Kombi e deu um juntaço nela, hehehehe. Foi mais o susto, não deu em nada, nem sequer precisamos parar. Coisa lindo isso…

Era isso, abraços e té mais…

Aníver do Zunho

Parabéinx, parabéinx, hoje é seu dia, que dia mais feliz. Eita nóis, ZUNHO  com os anos em festa, que maravilha. Relato atrasado, beeeeem atrasado, mas o que importa é o que interessa. Então, vamos lá…

Ah, antes que venham me xingar pois não tem fotos no pedal, xinguem o Zunho que não quis mandar as fotos para nós. Se ele mandar as fotos antes do próximo pedal, eu coloco aqui no relato para vocês se deliciarem. (o zunho ficou com medo de sofrer represálias e me enviou as fotos)

Reunimos a tropa para comemorar o aniversario do Zunho pedalando. Nos encontramos 9 da madrugada na frente do Bosteiro, lá estavam: Rambo, Minubas, Zunho aniversariante do dia e Yo. Prontos para uma pedalada tranqüila e divertida na companhia dos amigos. O Testolino Jaguará não se fez presente pois foi buscar muamba no país dos tupamaros.

Enquanto esperávamos pra ver se mais alguma alma penada aparecia, ficamos batendo um papo e falando mal dos outros, como sempre. Ninguém mais apareceu, partimos. Subimos os SPA bem rapidão, passamos a capelinha e começamos a descer o asfalto em direção à Santa Justina.

Bem no início da descida pegamos a estradinha no meio do mato que nos leva para a trilha dos pneus furados, local onde nunca se passa sem que se fure um pneu. A trilha agora está bem aberta, largamos fincado na trilha até chegarmos na estrada paralela à descida. Andamos mais um pouco e chegamos na entrada da trilha dos pneus furados.

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Entrada nada, existia uma entrada antigamente, agora não tem mais nada, destruíram tudo. Mas, como somos chatos e não queríamos voltar, resolvemos enfrentar o mato e descobrir onde estava a trilha antiga.

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Após um período de indecisão e discussões acirradas achamos a maldita estradinha. Todos preparados, começamos a descer. Esta estradinha é curta, bem rápida de ser feita, mas é bem divertida. Sempre que um pessoal novo vem pedalar conosco levamos para este local para testar as habilidades dos mesmos.

Esta trilha é curtinha mas é show de pelota, tem vários atrativos.

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Em alguns pontos, com o desmatamento proposital, não tinha como pedalar.

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Lembram que eu comentei que esta trilha é a dos pneus furados? Pois bem, dito e feito, o pneu do Minubas apareceu furado do nada. Isso só pode ser coisa do além. Enquanto passávamos a porteira ficávamos reclamando do pneu furado. Paramos logo adiante para arrumar a encrenca.

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Pneu arrumado, caminho escolhido, até porque não há outro, seguimos em frente. Andamos mais alguns metros até chegarmos novamente no asfalto que desce para santa Justina. Eu disse que a trilha é curta.

Dali até a igreja da Santa Justina não tem muita emoção, é tudo asfalto, asfalto e asfalto, e se vocês conhecem nosso gosto, sabem que não gostamos de andar no asfalto. Paramos uma única vez para que os três mosqueteiros do pedal mostrassem uma trilha descoberta em um pedal que não me fiz presente. Baita trilha, será desbravada no futuro, como todas, hehehe.

Chegamos na igrejota de Santa Justina. Paramos para relembrar do dia em que o Zunho achou os óculos amarelos dele. E para fotos, óbvio.

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Parada rápida, seguimos em frente, em direção à descida do Cargvalho, local já bem relatado aqui nos pedais e que, também, não tinha nada de novo. Quer dizer, a única coisa nova nesta descida foi que eu não passei dos 30km/h devido aos pneus carecas. Mas calma pessoal, já providenciei a troca pelos azulões, quanto os pneus novos não chegam.

Lá na metade do carvalho, na capelinha, paramos para reagrupar a tropa, já que estávamos muitos dispersos. Todos juntos, começamos a subir, como passamos da entrada da estrada da Madeireira, tínhamos que voltar um pouco até a encruzilhada. Entramos na estrada e seguimos em frente.

Alguns km adiante eu achei uma estradinha as dereita da estrada, resolvi entrar para ver no que dava e o resto da tropa veio junto. Subidinha cruel no início, dá pra esquentar as pernas.

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Andamos, andamos, subimos e subimos e nada. Chegamos numa semi-porteira de uma casa e paramos. Não arriscamos seguir em frente para não levar um tiro de sal. O negócio foi voltar, e como na ida foi subida, a volta seria descida. E que descidinha legal, bem curta, coisa de nem 100 metros, mas bem legal e complicada devido a grande quantidade de pedras soltas e, para mim, aos pneus carecas.

Voltamos para a estrada e continuamos adiante, sempre unidos, até chegarmos na madeireira. Ali paramos pára falar mal do Testa, pois na última vez que passamos por este ponto a noite, perdemos mais de meia hora arrumando o pneu dele. Hehe

Na madeireira pegamos as esquerdas, pra cima, em direção ao cartódromo. Subidinha também muito conhecida. E que subidinha chata. No início ela não é íngreme, é bem tranqüila, até a encruzilhada de Mato Perso, depois ele complica, vai ficando cada vem mais íngreme, com cotovelos pelo caminho. Mas subimos.

Um cotovelo…

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Outro cotovelo.

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No último cotovelo parei para retratar o Minubas e o Rambo empurrando as bikes. As bicicletas cansaram, hehehe.

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Reagrupamos e seguimos adiante, até o cimita e, posteriormente, cartódromo oval, local que já passamos várias e várias vezes.

O Rambo tava com fome e o Minubas cansado, então resolvemos encurtar nosso pedal e dali mesmo seguir para Otávio Rocha, sem fazer mais voltas que estavam programadas. Descemos rapidão até Otávio Rocha, pela Rodovia Slaviero, chegamos no Gringo e fim de papo.

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Comemos, cantamos parabéns pro Zunho, bebemos o tradicional limãozinho, agora mais forte e mais completo, colorido até, e depois descansamos um pouco.

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Sim, aí está a nova versão do limãozito.

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É bão…

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Não podemos deixar de lembrar que o Rambo não tomou o limãozito porque não bebe, mas o que ele comeu de sagu é algo impressionante.

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Um pouco nada, ficamos um bom tempo ali na frente do gringo jogando conversa fora e apreciando o movimento do local, pois havia uma festa na comunidade e tinha “bastante” gente.

Fatos marcantes deste período do dia:

1 – xingamentos aos gaioleiros que só fizeram barulho e andar com as gaiolas que é bom nada.

2 – discussão com duas senhoras sobre os programas da TV que são montagens e pura falcatruas, como os políticos, hehehe

3 – “pontos turísticos” novos, muito interessantes.

O papo tava bão, mas precisávamos voltar. Chega de descansar. Dali pra frente foi a tradicional volta do Gringo, sempre pelo mesmo caminho. De novo agora só o asfaltão que está quase tomando conta de toda volta, daqui uns dias teremos que descobrir um caminho novo para fazer nossa volta do Gringo.

Descidão do 40 agora asfaltado, só é bom pra pegar mais de 70km/h na descida, pois não serve pra mais nada. Subimos o Zanrosso e chegamos na civilização nada civilizada. A capelinha nos aguardava.

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Por fim, uma imagem de satélite do que foi a pedalada, só pra ter um “plus a mais” nop relato. Sim, eu sei que não dá pra ver nada, hehehe.

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Nos despedimos, cada um foi pro seu canto e chega. Deu 54km pedalados, muita risada, um pneu furado, nenhum tombo e bastante, mas bastante mesmo, diversão. Era isso, até o próximo.

Inimigos de São Pedro

Durante toda semana passada fez tempo bom aqui em Caxias, inclusive com altas temperaturas em alguns dias. Chegou a sexta e desabou o céu. Muita água, o que estragaria nosso pedal do final de semana.

Como o combinado era de que se estivesse chovendo não sairia pedal, acordei 7 horas da madrugada para avaliar a situação do tempo e constatei que estava chovendo, e muito. Voltei a dormir. 8:30 toca o celular, era o Jorge, intimando para uma pedalada. Não exitei, levantei e começamos as tratativas e a arrecadação de mais corajosos pedaladores.

Por fim, marcamos 9:30 no Bosteiro e arrecadamos mais dois bravos pedaladores: o Junior e o Mika Chato. Este último, agora comprou a bici e vai pedalar, logo logo será inicializado, hehehe.

Tropa reunida no Bosteiro, partimos em direção aos SPA. Paramos na subidinha, no posto, para dar uma calibrada nos peneis. Saímos do posto e caiu o céu. Um “toró” fenomenal, logo de cara, para assustar cachorro de rua. Mas não refugamos, já que saímos cedo de casa, agora não dava mais pra voltar.

Pensamos em fazer um pedal para testar o Mika, já que seria sua primeira pedalada. Descemos a linha 30, pegamos o atalho do desmanche e seguimos para a linha 40 onde haveria a primeira dificuldade do pedal. Mas até que o Mika subiu bem, cansou mas subiu, sem susto.

Seguimos até a entrada da Casa Portuguesa, o Mika estava ficando para trás, paramos e esperamos o vivente. Enquanto isto, pensamos no trajeto que faríamos. Ele chegou e decidimos que pra ele seria melhor voltar, pois além de ser seu primeiro pedal tinha compromisso à tarde.

Seguimos com ele até Santa Justina, onde paramos para indicar o caminho e bater umas fotinhos. Este primeira, que comprova a participação do Mika no pedal e já retrata a forma de como ele gosta de ser visto: por trás.


Olha a cara de mau do Junior. Tava louco pra jogar o piá na valeta.


Ema foto da tropa: Eu segurando o saco, o Jorge chutando não sei o quê e o Mika querendo aparecer.


Indicamos o caminho pro Mika, nos despedimos e seguimos nosso rumo. O Mika voltou pelo asfalto, pra chegar mais cedo em casa. Nós resolvemos dar uma voltinha um pouco maior.

Voltamos pela mesma estrada, em direção à Otávio Broca. Na bifurcação pegamos as dereita, até a reta do milharal. Demos uma passadinha no “famoso” sítio da lagoa para os que não conheciam o “maravilhoso” lugar darem uma apreciada na paisagem.

Saímos de lá e partimos em direção à Otávio Rock. Como os dois gigantes que estavam comigo não conheciam o “atalho do milharal” resolvi mostrar a estrada para eles. Agora quase todos conhecem a estradinha, que é show de bola.

No início eu disse para eles que não acreditariam no lugar onde sairiam. Dito e feito. Este atalho realmente é um ATALHO. Ele corta um bom pedaço do pedal, ótimo para dias em que o cara quer dar uma volta mais curta.

Chegamos em Otávio Broca e, consequentemente, no bar do Gringo, onde, ÓBVIO, paramos para almoçar. Estava chuviscando um pouco naquela hora e nós três estávamos muito embarrados. O jorge um pouco mais, ainda não sabemos porque, hehehe. Nos limpamos um pouco e sentamos para almoçar. O jorge já se atracou no limãozinho. Ta se acostumando.


Mas é bão este treco. Melhor que power gel ou outro “aditivo” bicicletístico.


Comemos bem, conversamos um monte, rimos bastante, falamos mal de muita gente, inclusive de políticos, relembramos tempos de infância, apreciamos uma petiçota que adentrou no recinto estonteantemente gostosa, descansamos e resolvemos partir.

Ficamos um bom tempo parados, por isto um aquecimento antes de retomar o pedal se faz necessário. Um óleo na corrente também é bom, pois com a água que tava caindo estava ficando tudo seco e nada mais funcionava. Pegamos o óleo do Jorge, que mais parecia gozo de camelo albino. Não sabemos onde ele arrumou aquilo.

Quando estávamos quase prontos para partir surge o primeiro problema. Sempre com o Junior. O câmbio XTR dianteiro dele tava indo pro saco, todo solto, desregulado e com uma peça quase caindo. Uma bosta. XTR é uma bosta, hehehehe. Fizemos uma gambiarra ao estilo Magaiver e seguimos para o nosso pedal.

Ta, falando sério agora. O problema não é o câmbio XTR do Junior ser ruim ou não. O problema foi onde ele comprou e que foi feita uma matação na hora de colocar o câmbio na bike. Que bosta, cada dia percebemos que estamos mal de lojas de bike. E com isto, quem é bom, tá ganhando mais clientes.

Pernas aquecidas e resolvemos voltar pelo Carvalho, pois era cedo e nem tínhamos pedalado tanto. Subimos até o cartódromo oval e de lá descemos até o rio sem ponte. E descemos rapidão. Junior sempre na frente, como todo bom kamikaze. Eu logo atrás tomando pedrada e barro na cara. Um pouco depois vinha o Jorge, como sempre mais cauteloso.

Em alguns pontos da descida a gente parava para reagrupar, para não deixar ninguém pra trás e para que ninguém se distanciasse muito. Chegamos na última parte da descida, onde logo depois tem o rio sem ponte. Uma descida difícil, com bastante pedras. O Junior despencou morro abaixo e eu fui devagarito. Escutei um barulho de pneu arrastando e olhei pra trás.

Quando virei observei o primeiro tombo do dia. O Jorge não conseguiu controlar a bici e foi reto no barranco. Uma cena engraçada. Quando o cara não se faz nada é legal e bom pra dar risada, hehehe. Foi lindo de ver. E ele nem se assustou, logo já tava na estrada novamente.

Chegamos no rio sem ponte. Com a chuva que caiu durante o dia já esperávamos que estivesse cheio, mas não tão cheio do jeito que o encontramos.


Puta merda, tava complicado de atravessar o rio. Tinha muita água e não se enxergava nada por causa do barro que descia junto da água. Aí o Junior deu uma de machão e resolveu atravessar. Pegou o lado que sempre passamos, mas que não se via nada. Deu tudo certo, nenhum tombo e todos passaram tranqüilos.


O Junior até voltou para o outro lado para atravessar novamente enquanto eu o fotografava.


Saímos do rio sem ponte e seguimos viagem. Agora era só subida pela frente. Até a casa do garganta tem uma subidinha meia complicada, onde foi minha vez de cair. Nada de muito grave, apenas um arranhão no cotovelo, alguns riscos do barendis e um grito. Esta subidinha, logo na saída do rio, é bem chata.


Subimos, subimos e subimos. No meio do barro, onde os pneus pareciam estar vazios de tanto que seguravam. Chegamos na encruzilhada da capelinha, paramos para uns goles d’água e seguimos morro acima. Agora tínhamos o Carvalho pra subir. Um morro complicado, que cansa bastante e tem que ser feito com paciência.

O Jorge subiu na frente, ou e o Junior um pouco atrás. Mantivemos todos o mesmo ritmo, sem se distanciar uns dos outros. Demos uma paradinha na casa dos rótivailers para descansar um pouco as pernas. Pra variar, os animais estavam soltos. Que merda, tem gente imbecil neste mundo mesmo. Ta loco!!!

Passamos e seguimos adiante. Na última parte da subida o Jorge deu uma escapada. O Junior tentou trocar de marcha e detonou de vez o XTR que já tava dando pau. Eu dei duas pedaladas para tentar buscar o fugitivo mas caiu a corrente. Sacramento. Paramos, rimos e o Jorge fugiu. O Junior pegou os pedaços que sobraram o câmbio dele e guardou. Uma hora dessas vamos lá onde ele comprou e mostrar pro cidadão que vendeu que coisa linda aquilo.

Retomamos o pedal e chegamos em Santa Justina, acabou a alegria, acabou o barro, acabou a estrada de chão. Agora era mais 15 km de subida no asfalto. E com um sol meio encabulado, ameaçando aparecer.

Começamos então a última parte do pedal. De início todos juntos, aí novamente o Jorge escapou um pouco. Estávamos num ritmo bom e subindo sem parar. Ninguém parou na subida, todos subiram juntos. O Junior foi ficando pra trás (40 dias sem pedalar é complicado) enquanto eu alcancei o Jorge, passei e comecei a puxar na frente.

Em alguns pontos o Jorge grudava e esboçava uma ultrapassagem. Lá em cima, faltando uns 500m pra chegar na capelinha, onde termina a subida, senti uma pressão. O Jorge querendo passar. As minhas pernas já não estavam mais em condições de fazer muita força, mesmo assim não deixei o gigante passar.

Reuni todas as forças que me restavam e aumentei o ritmo. Nem pensava mais em nada, só girar mais rápido pra fugir do Jorge. E fugi. Maazzaaaaaaaaahhhhhhhh!!!

Chegamos na capelinha ,paramos e as pernas começaram a tremer. Foi um sprint legal. Óbvio que cheguei na frente porque o jorge já tava mortaço, devido aos pedais da semana, mas cheguei na frente de um dos gigantes. Ainda bem que não tinha o Testa junto, se não eu seria xingado por deixar de lado os princípios dos RomarioBikers, hehehe.

Sentamos, descansamos e esperamos o Junior, que em seguida apareceu. Tomamos uma água e partimos de volta pra casa. Cada um seguiu seu destino. Eu cheguei em casa marrom e pesando uns 3k a mais, de tanto barro.

Lavei a bici e me lavei junto. As antes tirei uma foto para comparar onde pega barro e onde não pega barro no corpo. Que coisa linda.


São Pedro tentou estragar nosso pedal, mas não conseguiu. Os bravos pedaladores de sábado ainda deram risada do barro e da chuva que encontraram. Foi mais um belo pedal. Até o próximo.

Um passeio em Mato Perso

Pedal marcado, pedal pedalado. O pedal deste final de semana foi show de bola, como todos os outros. Era pare ter sido em equipe, mas muitos não puderan participar, então, restou para dois pedaladores encarar a estrada. Eu e o Gaio partimos rumo a mais uma pedalada.
Tudo começou com a descidinha asfaltada até Santa Giustina. Uma ótima descida para pegar um vento na cara.


Depois da descida e uma leve subida asfaltada chegamos em Santa Giustina e paramos para uma foto da equipe.


Partimos então com destino a Mato Perso. Uma longa descida de estrada de chão nos aguardava. Esta descida é ótima para um “dáumrriu”. Ela separa os homens das crianças, hauhauahauhaua.


Lá embaixo, onde a descida acaba, mais uma parada para fotos da equipe. Na ponte onde o rio Tega não é tão sujo, pois não vimos nenhuma geladeira nem sofás boiando na água.


Uma boa subida nos aguardava. Mas antes dela, uma pausa para a bananinha.


E a subida começa.


Pausa: Sim, isto aí é uma aranha esmagada. Pequenota. Pena que não achamos nenhuma viva para trazer pra casa.


Lá em cima, quase no topo, a visão que todos aguardam após uma subida.


Toda subida nos traz uma recompensa.


E chegamos em Mato Perso. Tranquilos, paramos no único posto da localidade, estava tudo fechado. Fizemos o cidadão do buteco abrir o estabelecimento pra nós e nos preparar um rango. Comemos, tomamos uma coca, demos uma descansada e nos preparamos para a volta. Ah, sim, claro, óbvio, fotos inusitadas para a posteridade. Pra quem não conhece, isso que eu estou pilotando, é uma TOBATA.


E a volta foi boa. voltamos pelo caminho que leva à Forqueta, pegamos o desvio pela estrada dos Romeiros e seguimos em frente. O Gaio estava meio mal, fazia tempo que não pedalava, mas voltamos na boa, sem pressa, parando quando necessário para ele descansar. Enquanto ele descansava, eu me divertia.


E chegamos em Caxias. Tudo certo. Tudo pronto para a próxima pedalada. Falow…

Sábado de pedalada, suor e graxa!

Que sábado! Estava tudo programado para fazermos um pedal mais longo, com saída pela parte da manhã. Devido à alguns contra-tempos, saímos na parte da tarde, exatamente 13 horas no posto Charrua da Pinheiro Machado.

O plano seria de fazer um pedal nível médio. E lá fomos nós. Minu, Testolino e Bassolin. Seguimos em direção a Santa Giustina e pegar alguns caminhos alternativos e desbravar caminhos novos. Na primeira parte do trajeto, tudo certo. Muitas nuvens pretas e carregadas nos acompanhando. Mas fomos pegar chuva depois da primeira descidona. UUUUUUUUUUU chuvinha boa.

Aproveitamos prá dar uma refrescada. Na última subidinha antes da Igreja de Sta. Giustina o primeiro percalço. Ía eu subindo e não quis baixar marcha. Estava andando em zigue-zague prá vencer a subida, asfalto molhado da chuva, eis que o pneu dianteiro escorrega e… tombo. Bom, estava na hora de cair meu primeiro tombinho. Nada de grave. Só queimou os pêlo do joelho. hehehehe.

Bom, chegamos na Igreja, paradinha tradicional e o sol abriu novamente. Mas aí viria o primeiro grande obstáculo. Estradinha totalmente embarrada. Pneus ficaram à milaneza, freios trancando, câmbio desregulando… o caos começara. Continuamos andando em busca de novos caminhos, até que nosso parceiro Testolino desceu um comecinho duma descida e na subida deu um peitáço no guidón.

Resultado: – correia quebrada (o Basso diz que é corrente. Prá mim é correia. heheheheheh).
Lá vamos nós prestar socorro ao nosso amigo. Acontece que ele passou pouco óleo na correia. Nem nos engraxamos, quase nada. Muito útil o extrator de corrente. Demoramos um pouco prá pegar o jeito de como usá-lo, mas depois entendemos o funcionamento correto e tudo certo. A correia do Testolino ficou mais curta, mas prá quebrar o galho estava ótimo.

Como perdemos tempo, resolvemos voltar ao caminho tradicional e sair lá na Linha 40. Após alguns sprint’s no caminho com receio do rotweiler aparecer novamente, chegamos tranquilo na Igreja da Linha 40. Parada prá encher as caramanhola, dar uma lavada no câmbio (nessa altura, totalmente desregulado) e claro, tomar a tradicional cubinha prá enfrentar a subida depois. Fizemos isso… o Bassolin teve que se confessar com o padre, pois sujou todo pátio da igreja. hehehehe.

Saímos para a parte final do pedal. O Testolino já habituado com sua correia mais curta, vinha tranquilo. Até que tivemos a idéia de desvendar uma entradinha do lado da Cantina Michelon. E prá fazer isso, Testolino baixou marcha e páááááááááááááááá. Foi-se a correia de novo. Puta saco. Não tínhamos mais alternativa, pois a correia estava muito curta. Restava ao Testolino pedir socorro e resgate. Após ligações em vão, conseguiu contato com Sr. Borne. Ele estava meio ocupado (hehehehehe) mas em seguida veio socorrer o Testa. Eu e o Basso ficamos aguardando o resgate. Chega o Sr. Borne, com sua camionêta e leva a bici ex-naja e seu piloto Testolino.

Vamos lá. Eu e o Basso ainda terminaríamos nosso percurso. A subida do 40, nunca foi tão difícil. Talvez pelo barro acumulado e desregulagens de câmbio e tal… Foi suada a subida, mas chegamos lá. Descidinha básica dos pavilhões e pegamos a Matheo Gianella para voltar para casa. E o tempo anoiteceu. Temporal chegando. Muito escuro. Bassolin me pergunta: – aguenta sprint final ?? Respondi: – vâmo até onde a gente aguentar. E lá fomos. Acelerada na reta final. Eu escapei da chuva… Basso ainda tinha um trechinho prá pedalar.
Resultado final: – baita pedál, suor, cansáço, barro, bici totalmente embarrada… Kilometragem total, 38,22 km, Velocidade máxima de 65 km/h e Velocidade Média de 9,6 km/h.

Prá encerrar, a frase de sábado: QUANTO MAIS SE CANSA O FÍSICO, MAIS SE DESCANSA A MENTE !!! Até o próximo pedál dos RomarioBikers.
Até ouvi comentários que teremos novo membro participando, estamos aguardando… ABRAÇOS !

[post edit] Novamente tive que editar o post do animal que não conhece parágrafo e não sabe usar pontuação, hehe. Um dia vai aprender, nem que seja na marra. By Bassolin. [/post edit]