Plantações assombradas

Arco demónho, to ainda com medo. Pòr quê? Vocês verão no decorrer do relato. Nos reunimos para um pedal tardístico neste sábado, 13:30h estavam os três mosqueteiros ali na rótula da perimetrix norte.

A idéia era fazer um pedal diferente, descobrir estradas novas e se perder, óbvio. Partimos em direção à BR-116, entramos na rodovia federal, seguimos até a entrada do Bairro Castelo, ponto de saída para vários pedais.

Descemos o Castelo, seguimos até a Rótula do Sol, até a entrada do Santo Omo Bom, segundo o Testolino, Santo Homem Bom. Meio estranho isso, mas deixa assim, o cara é meio perturbado, hehehe.

Não entramos no Santo Omo Bom, seguimos por mais alguns metros pela Rótula do Sol e entramos mais adiante, em outra estradinha que nos leva até os famosos pêssegos.

Já no início da estradinha pensamos em seguir por outros caminhos que não os de costume. Então entramos no meio de uma plantação para atalhar e chegar em outra estradinha mais a frente. Esta era nova, não sabíamos para onde seguir, mas seguimos sempre em frente, e subindo, pqp.

Subimos um monte, sempre pela mesma estradinha. Passamos por algumas casas, alguns galpões, alguns vários cachorros, um piá brincando e seguimos em frente. Não sabíamos por onde ir ainda, mas estávamos semi-localizados, pois do Aldo do morro onde paramos dava para avistar as outras estradinhas.

Paramos para algumas fotos do local e para testar a potência da câmera digital do celular novo.

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Depois das fotos seguimos um pouco mais adiante, até acharmos um local mais aberto de onde poderíamos avistar toda região. Neste ponto paramos para estudar o caminho a seguir, negociar e fazer o primeiro vídeo do dia.

[video]http://www.youtube.com/watch?v=WBF7bY4iy10[/video]

Depois de um bom tempo pensando por onde seguir, resolvemos voltar um pouco, entrar no meio da plantação e se perder. Sim, não era o objetivo principal, mas conseguimos nos perder várias vezes dentro da mesma plantação.

Ficamos um bom tempo andando pra lá e pra cá dentro da plantação do caos sem achar a saída. Avistávamos as estradinhas por onde deveríamos seguir mas não chávamos a saída para elas.

O negócio foi atalhar no meio do mato mesmo. Até acharmos um descidão que no final se cruzava com uma estrada típica da colônia, graminha no meio e sem movimento.

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Ó a estradinha aí gente…

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Agora o problema era saber pra qual lado ir. Para a esquerda, ou seja, pra baixo, a gente já sabia que iríamos para os lados da igreja de Santo Omo Bom, resolvemos então ir para o outro lado, pra cima.

No meio da subida achamos uma casa da FESTUVA abandonada, coisa sinistra. Seguimos em frente e achamos um córrego e uma pontezinhs. Seguimos adiante, sempre pela mesma estradinha, poia ali não tinha pra onde seguir.

Pedalamos até que o mato a nossa frente começou a ficar estranho. Não fechou não, começou a ficar parecido com algum lugar que já havíamos passado. Dito e feito, saímos no topo da descida anterior, apenas demos a volta no monte, heheheh.

Como avistamos uma estradinha que subia mais um pouco a nossa esquerda, resolvemos seguir por ela e não voltar. Subimos até onde dava, pois a estradinha nos levava de volta à plantação anterior, onde nos perdemos.

Ao menos deu pra ter uma idéia de onde queríamos chegar.

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O negócio foi voltar, descer no laço e ir em direção à igreja do Santo Omo Bom. Paramos na igreja para refazer os planos. Como era cedo e não tinha ninguém cansado, resolvemos ir para o lado dos pêssegos e ver se tinha outra estrada para se perder.

E tinha. Andamos uns 50m e já entramos as dereita numa outra subidino judiante. Subimos, subimos, subimos sem saber se tinha saída. Chegamos em uma casa, no outro lado vale. Logo adiante a estradinha continuava e entrava no mato.

E que mato

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Aí começou a diversão. Trilha bem complicada, com muita pedra e raiz perdida no meio do caminho. Em alguns pontos foi bem complicado pedalar e o negócio foi empurrar.

Andamos um bom tempo perdidos no meio do mato por esta trilha abandonada até que chegamos na casa da Brucha de Blair, Sim, uma casa abandonada, no meio do nada, caindo aos pedaços.

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Além de algumas fotos do matagal, ficamos batendo um papo e analisando a casa. Eu fiquei mais longe, não queria correr o risco de tomar um cagaço caso alguém aparecesse do nada.

Resolvemos fazer a segunda filmagem do dia. Coidelôco!!!

[video]http://www.youtube.com/watch?v=DtCQhCXv3q8[/video]

O negócio tava ficando macabro. Qualquer barulho era pra deixar o cara cagado, resolvemos então seguir viagem. A trilha que nos levou até a casa, abriu um pouco e se transformou numa estradinha meio fechada, mas que dava para pedalar tranqüilo.

Novamente andamos um bom tempo no meio do mato, perdidos sem saber se estávamos indo para o norte ou para o sul, mas seguíamos em frente. Chegamos numa bifurcação logo adiante, eu peguei as dereita e vi que a estrada se fechava mais e descia. Resolvemos seguir pelo outro lado.

Saímos no meio de uma plantação desconhecida, mais uma. Avistamos alguns agricultores fazendo a reforma das plantas e fomos lá pedir informações e, também, óbvio, mostrar que a gente tava ali de passagem e não para tumultuar as terras deles.

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Estabelecemos um contato inicial, conversamos com os viventes e pedimos para onde deveríamos seguir, pois dali dava para avistar a igreja de São Braz. Nos indicaram seguir adiante, pelo meio da plantação.

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Bom, já que eles mandaram, a gente obedeceu, até porque estávamos na propriedade deles. Seguimos caminho.

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Logo adiante saímos numa outra estradinha, pegamos as dereita para ir em direção à São Braz, mas não conseguimos. Achamos outra estradinha e seguimos por ela.

Subida, mais subida. Estávamos pedalando no meio do mato até que a estradinha abriu, dava pra ver legal onde estávamos e saímos na plantação de Caquis mais conhecida da região. Bem no meio dela, logo após os pêssegos. Que espetáculo, descobrimos mais um atalho.

Paramos para memorizar o local e seguimos adiante. Mas como a pedalada do dia era de se perder e descobrir estradinhas novas, resolvemos entrar em outra estradinha logo adiante.

Entramos novamente no meio de uma plantação, numa semi-trilha que saia em outra estradinha colonial. Agora era descidão. Descidão dos bons, pra ir rápido e sem frear.

Largamos os três juntos, alucinados, lá em baixo o Junmior gritou:

Oooolhaaaaaaaaaaaa o riiiiiiiiiiiioooooooooooo…

Puta merda, um rio no meio da estrada. E aparentava estar fundo e tinha uma correnteza razoável. O zunho foi o primeiro a passar, apressado. Logo depois foi o Testa, aí demorou mais que parto natural de trigêmeos. Óbvio que isto foi filmado.

[video]http://www.youtube.com/watch?v=23Obmx-Nm40[/video]

Depois foi minha vez. Passamos o rio e seguimos adiante. Nova subidinha e primeiro acidente do dia. Eu estava tracionando pra subir e rindo do Testa ao mesmo tempo. O pneu escorregou, não consegui soltar o pé e fui pro chão. Um tombo bem besta. Apenas uma dor fudida no cotovelo e uma bucetinha aberta na perna. Nada de mais.

Levantei e seguimos adiante. Andamos mais um pouco até que avistamos uma estrada conhecida. Era a estradinha da igreja de São Braz. Aí já estávamos em local conhecido.

Paramos para uma água e descansar um pouco. Eu parei para revisar o cotovelo e a perna que estava sangrando.

ó onde paramos, ó!

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E o tempo tava fechando

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Dali subimos até a igreja, passamos reto e descemos numa carnificina tradicional. Chegamos na penta-bifurcação, passamos reto, pegamos as dereita pra descida alucinante.

Antigamente era alucinante, agora passa muito carro por ali e alargaram a estrada. Ainda bem, pois lá no meio da descida quase que eu e o Testolino se enrosquemo.

Dali até o Veio foi um tapa, sem demora. Paramos apenas para tomar alguma coisa. Só tinha guaraná Sorriso Diet.

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Bom, acabou o pedal, pois daqui pra frente foi subir se carneando pelo asfalto até a entrada do Cruzeiro. Eu a eo Zunho subimos na frente esquentando as pernas e logo atrás vinha o Testolino.

Pelos meus clculos subimos em menos de 15 minutos, coisa absurda pro nosso estilo de pedalar. Hehehe. Bom era quando demorávamos uma hora pra subir, hehehe.

Entramos no Bairro Cruzeiro, chegamos na civilização e o caos começou a atrapalhar o dia. Pegamos a BR para irmos em direção aos nossos lares, entramos na ruazinha de sempre, em direção à rótula, fomos fechados propositalmente por um baita filho de um pai corno andando em seu Astra Bordô modelo antigo.

Bem filho da puta este cara, fechou o Zunho e fomos atrás, ele teve sorte da sinaleira não ter fechado, teve muita sorte. Mas apertou o boró quando viu que e gente foi atrás, hehehe. Cagão.

Bom, chegamos na rótula, demos umas risadas, alguns gritos e nos despedimos. Cada um foi para um lado e se foi mais um pedal espetacular. Deu só 38 km, mas foram muito bem pedalados. Até o próximo.

Vento contra no feriadão

Alou gurizada pedalística. Último feriado do ano, depois deste só no Natal. Que maravilha, teremos bastante tempo pra trabalhar e sustentar o molusco. E como somos pessoas fiéis ao pedal, óbvio que não poderíamos deixar este ´tulimo feriado passar em branco. Mesmo com alguns pedaladores viajando, outros passeando, outros dormindo e outros trabalhando, saiu um pedalzito. Coisa rápida, quase um bate-e-volta, mas foi bem legal.

Fomos apenas eu e o Andrius, nos encontramos na PRF pouco antes das 9 horas da madrugada. Combinamos assim na sexta-feira a noite. Pouco antes havia chovido e o Andrius estava meio pensativo se iria ou não pedalar. Nada que algumas palarvas bonitas não resolvessem, hehe. eu disse que não iria mais chover.

Seguimos em direção à Ana Rech pelo BR116, entramos no Rótula do Sole e descemos o Eberle, a milhão. Lá no pé do Eberle resolvemos pegar a estradinha de cima, não a do Santo Omo Bom, a outra, que ainda não foi denominada. Entramos na estradinha e seguimos caminho, duas subidas fortes já de cara, pra esquentar as pernas.

Demos uma volta no vale, na estrada que vai a São BRaz pegamos as dereita para seguir em direção aos pêssegos. Eu nunca tinha feito este caminho ao contrário, é bem mais fácil, pois não tem subida cruel, só a descidona cruel. e que descida, lá do topo dos pêssogs até lá em baixo era uma plantação de casacalho jamais vista.

No meio da descida havia uma piscina de cascalhos, coisa de louco, a bike flutuava sobre as pedras, que maravilha!. Coompletamente impossível de controlar a bike, o negócio foi seguir em frente esperando que nada desse errado. Apesar do susto deu tudo certo, ninguék caiu, mas foi por pouco.

Dali seguimos em direção ao Bar do Véio, coisa rápida. Passamos pelo véio, subimos, subimos e subimos. Logo já estávamos nos paralelepípedos do Cruzeiro. Eu disse que tinha sido rapidão. Andar com o Andrius é cokmplicado, o estilo é sempre “arriba mutchatcho”, nada de descanso, hehehe.

Foi um pedal legal, suficiente para dizer que não ficamos em casa dormindo. 38km, em 2:05h. E não choveu. Sem fotos pois foi rapidão, no próximo a gente compensa com um vídeo espetacular e muitas fotos. Acredito que a tropa toda estaja de volta no próximo pedal. Até lá…

Reencontro e calça jeans

Após um longo período de um mês sem conseguir unir os SombraBikers, fizemos neste último sábado o pedal do reencontro. A última vez que pedalamos juntos foi na descida para a praia.

Tradicionalmente, nos encontramos na rótula da perimetral. Quer dizer, era pra gente se encontrar ali, por volta de 10 horas, mas o Testolino estava se atrasando muito e eu e o Zunho resolvemos ir de encontro à ele.

Na subida da Randão já achamos o vivente. Cumprimentos e tal e cosa, alguns xingamentos e tal, coisa básica dos nossos pedais, partimos par a pedalada do dia.

Saímos em direção à BR116, seguimos até a “rótula do sole”, descemos o Eberle, pegamos as dereita e entramos no Santo Omo Bom. Descidinha calma, tranqüila, pra conversar e falar mal dos outros.

Lá em baixo pegamos as esquerdas e começamos a suar. Subidona dos Pêssegos pra deixar o vivente ligado, pra suar em dias frios.

Uma fotin do topo da subida…

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…onde paramos pro Testolino roubar uns cáquis de liga.

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Notem que de um lado é um milharal violento e de outro plantação absurda de caquis. E onde estão os pêssegos?

Pois é, tem bastante caqui, hehehe.

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Paradinha rápida e retomamos o pedal, pois não poderíamos ficar muito tempo parado conversando, tinha gente com pressa e com compromisso na parte da tarde.

Largamos em direção à São Braz, rapidão. Lá em cima, na frente da igreja, apenas umas fotos e uma parada rápida para arrumar o equipamento para a filmagem.

Ah, antes de chegar lá em cima passamos por um por um pedalador da região, com uma full, na subida foi fácil passar ele, hehehe. E uma tobata carregada de caquis passou por nós.

Mais adiante passamos novamente a tobada.

Voltando ao rumo certo do relato, da igreja de São Braz, descemos em direção à “pentabifircação”. Na saída a tobata passou por nós novamente, mas logo depois passamos por ela, logo antes da “pentabifircação”.

Na “pentabifurcação pegamos uma das estradas da esquerda, a única que sobe. Desta vez resolvemos fazer a subida da calça jeans ao contrário, o que resultou na “descida da calça jeans”.

O Zunho não conhecia esta estrada, logo a decisão foi acertada. Uma descida rápida, sem sustos e bem interessante.

[video]http://www.youtube.com/watch?v=irlsQP3rO6E[/video]

No final da descida um cascalhedo nos aguardava na ponte. Um mar de cascalhos, coisa ótima para cair.

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Dali seguimos até o Bar do Veio, como era cedo ainda e tínhamos tempo resolvemos dar mais uma voltinha. Descemos até a Ponte Amarela.

Na descida o Zunho empurrou um Palio, não passou, mas ficou na cola dele até lá em baixo, hehehe. Se tivesse luz alta na bike, deveria estar ofuscando os olhos do motora do veículo.

Lá na ponte, algumas fotos, uma mariola e muita risada.

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Estão vendo estas pedras? Pois bem, quase que o Zunho foi parar ali em baixo. O cidadão se distraiu quando estava “dando ré” para pegar o melhor ângulo para as fotos e tomou um susto ao se desequilibrar.

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Uma fotinho das máquinas.

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E seguimos morro acima. Voltamos de lá de baixo rapidão, num ritmo mais forte do que o de costume. Tudo por culpa do Testa, que anda pedalando demais em Porto e quer fazer a gente cansar nos nossos pedais.

Chegamos novamente no Bar do Veio, o Testolino parou para fazer o que sempre faz nos pedais: lavar o nariz. Coisa bem gay isso, mas tudo bem.

Seguimos adiante, morro acima, sempre, chegamos no asfalto, sempre conversando e pedalando forte. Mazah, SombraBikers pedalando forte. Hauahuahaua.

Voltamos rapidão para a civilização, adentramos nos malditos paralelepípedos do Cruzeiro, subimos, passamos o bairro, paramos pro Testa dar um oi para a muié, que estava passeando com seu veículo e seguimos.

Nesta hora já estava chovendo, e chovendo água fria, muito fria. O frio pegou de vez. Paramos numa lancheria bem mais ou menos, entramos, largamos as bikes num canto e pedimos o tradicional “da casa” acompanhado de uma cocona.

Almoçamos, falamos umas besteiras e partimos. O frio estava cruel, as pernas travaram e quem estava sem proteção contra o frio se ralou, hehe.

Fomos todos pra casa, não lembro quantos km deu, acho que uns 47km, mais ou menos, bem feitos, pedalados num ritmo mais rápido do que o de costume. Mas com a mesma diversão de sempre.

Era isso, até o próximo. Prometo que o próximo relato sairá com mais calma, mais fotos e mais palavrões, pois este foi feito as pressas porque o Leão estava chamando. That’s all.

Quebradas de São Braz, Souza Farm, Maçãs e Pêssegos

Fala Gurizedo!

Sábado teve pedal sim senhor! Não muito fodante mas teve. Eu e o Prona seguimos o mestre Marcos por umas quebradas para os lados de São Braz e Fazenda Souza.

Saída marcada para as 8:15 na praça. Cramenha! Os caras quiseram madrugar este sábado. Mas na hora marcada eu estava lá. Os outros dois já me aguardavam. Falamos umas bobagens, olhamos o movimento interessante do centro no sábado de manhã e largamos fora. Seguimos a Sinumbu e na BR entramos à esquerda. Porra, os caras fizeram eu sair lá de casa, descer até a praça para depois voltar para as mesmas bandas. O que o cara não faz para pedalar com os amigos hein…

Não estou com muito saco para escrever, então vou resumir e colocar umas fuetos.

Passamos pelo viaduto da rota do sol e entramos à direita naquela rua que passa atrás do Chateau Lacave. Seguimos ali e saímos lá embaixo na Rota do Sol no pé do morro do Eberle. Alternativa muito interessante para a volta das pedaladas para essas bandas. Mas se o cara gosta de sofrer, sobe o Eberle mesmo.

Seguimos um pouco na Rota e entramos em uma estradinha de chão “às dereita”. E começaram as primeiras imagens.

Os caras de traseira…

Subidinha de leve…

O Prona olhando o Marcos fazer a feira do dia…

Agora uma descida buenacha…

Maçã à vontade para os pedaladores…

Seguimos sem muitas paradas. Pegamos um monte de quebradas que nem lembro para poder contar. Sei que passamos pela descida da cachorrada, pelo portão de ferro, a curva da esquina, saímos naquele asfalto de Souza Farm, voltamos para estrada de chão e depois pegamos uma estrada à direita. Quer dizer, eu passei reto e eles dobraram. Mas esperaram e fizemos mais uma parada para fotos.

Dois pilantras…

Trator com turbina de avião…

Opa! Essa tem eu…

Eu e o Marcos lokos para encarar o descidão com a bike do Prona…

Essa estradinha estava movimentada. Caminhões, kombis e um cara que passou de trator e voltou de Palio. Bela troca!

Mas enfim seguimos em frente. Eu não conhecia mas aquela estradinha ia em direção aos pêssegos. Descemos aquela estradinha onde eu e o Zunior subimos esses dias. Descida sensacional e traiçoeira. Valetões e pedras soltas. Passamos em frente à igreja do Santo Omo Bom e seguimos em direção ao folclórico Bar do Véio.

Baixamos uma cueca-cuela bem gelada, pingo d’ouro, pastelina e rapadura. Baita refeição!

Até fizemos amizade por lá…

Ele também comeu…

Outro cachorro…

Mesa farta…

Imagina se fosse uma cubinha…

Depois do pit-stop no Véio, seguimos de volta para a civilização. “Subidon” até o bairro Cruzeiro. A farmácia estava fechada, pois era umas 12:30, e não deu para dar aquele “oi” para a moça.

Parada na esquina da BR para o último papo, agradecer a parceira e seguir o rumo de casa. Valeu gurizada. E que no próximo pedal o número de pedaladores aumente. O Bassolin tá voltando essa semana aos pedais, mas tem gente ainda no DM: Igor e Zunior. Sexta é feriado em Porto Alegre e então estarei na será pedalando.

Feito o carreto então. Era wilson!

Batismo na Pentafurcação

Relaro surrupiado do Zaka, lá dos gigantes.

Sabadão fantástico. Temperatura próxima dos 25°C, solzão, pouco vento. Dia ideal para mais um pedal histórico dos SerraBikers e RomarioBikers. Ocasião propícia para inaugurar o Cássio, ops, inaugurar a bici nova do Cássio (é aquele de camisa verde, patrocinado pela Gatorade).


Detalhe: até que enfim uma Kona com cor de bicicleta de homem. Chega de cor-de-rosa-forte e cor-de-rosa-escuro. Um cinza escuro, pintura “metálica”. Muito bonita.

Nossa saída foi daquela casa de lanches que tem naquele posto de gasolina na Sinimbu, em Lourdes (não vou fazer propaganda pra ninguém). Presentes no pedal eu (Zaka), Zúnior, Zorze, Bassolin, Testolino e o Cássio.

Minha sugestão de roteiro light pra inaugurar o Cássio, ops, a bici do Cássio foi aceita (huahuahua, eles ainda acreditam no Senhor do Mal, huahuahua).

Mas em Caxias não tem roteiro light. Só se for pra ficar dando voltinhas na quadra. Se é pra sair pro interior, tem morro sim, e bastante morro. Tanto pra descer quanto pra subir (isso significa que no final é tudo plano, pois 1 descida + 1 subida = 1 plano).

Bom, começo chato pela BR116 até a PRF. Entramos naquele bairro que eu não sei o nome, depois da casa redonda. Uma breve dúvida, se era pela rua de cima ou de baixo. Eu conhecia o caminho de baixo, por dentro do bairro, o Zorze conhecia o de cima. No final, o de cima é muito mais legal. Descidón tchó!!! Pena aquele Kadett que vinha pelo meio da estrada que obrigou a reduzir a velocidade.

Seguimos pelo estradão até a entrada da descida dos pesco (= pêssegos). Ali a descida é curtinha e alucinante. O Bassolin e o Zúnior se mandaram morro abaixo. Eu fui atrás, seguido pelo Testolino, Zúnior e pelo Cássio, que, migrando daquela outra modalidade ciclística dos pneus fininhos, ainda não estava com tanta segurança pra soltar os freios.


Eu não vi, mas o Bassolin afirma que entrou num valetão (o valetão eu vi) e o quadro da bike dele chegou a dobrar no meio. Eu só estranhei que a distância diminuiu bastante… alguma coisa houve, com certeza.

Chegamos até a estrada do SANTO OMO BOM e o Zúnior e o Bassolin embestaram e queriam subir os outros pesco (=pêssegos), mas ali é ruim demais! Tem muita pedra solta (quando falo pedra, não é cascalho, é PEDRA, são do tamanho de uma bocha, e com o mesmo formato). Ah! Aqui foi a primeira igrejinha pra batizar a bici do Cássio.

Então seguimos em direção ao Bar do Veio, e depois pegamos à esquerda em direção a São José da 3ª. Légua (segunda igrejinha pra batizar a bici).

Em São José, temos duas opções: pela direita, mais longa, um pouco mais leve (tem uns declives no meio) ou pela esquerda, mais íngreme, sem folga, mas bem mais curta (uns 1400 metros a menos!).

As duas estradas fazem parte da pentafurcação.


Essa chegada na pentafurcação pode ser frustrante. O cara acha que o morro acaba ali… engano! Acaba 1,5Km adiante, lá no Museu de São Braz, onde temos uma descida alucinante e uma subida alucinante (então é plano!).

Nesse ponto o novato estava ficando levemente cansado. Já vinha empurrando a Kona cor-de-bicicleta-de-homem. Ele já pensava em voltar, mas não tinha nenhuma opção boa. Era pedalar ou pedalar.


Seguimos pelo estradão (acho que vão asfaltar até São Braz) até a entrada do atalho pra Souza’s Farm, pelo meio do “plantio” (é assim que falam lá em Bom Jesus), cruzando o portão de ferro. Algumas paradas pra tirar umas fotos e outras fotos em movimento (o Testolino está desenvolvendo uma técnica: tira a máquina do bolso, tira ela do saco plástico, tira a foto, guarda a máquina, sempre pedalando – algumas saem meio tremidas, outras fora de foco, outras são fotos “do nada”, mas não consigo imaginar a razão).




Depois, devidamente posicionados e PARADOS tiramos uma foto do ambiente.


O Bassolin está desenvolvendo suas habilidades artísticas. Agora só falta fazer com que as pessoas apareçam na foto.


O Cássio vacilou e tiraram uma foto dele tirando a água do joelho…


Bom, essa estradinha é muito bala. Não gosto nem de falar muito que ela existe… sabe como é, se muita gente começar a passar por ali é bem capaz que o dono das terras resolva trancar tudo.

Nessa estradinha eu quase me arrebentei. No cotovelão resolvi dar uma forçadinha de pé e a corrente deu uma escapada. Sei não… acho que a corrente nova não ta combinando muito com o pedivela semi-novo…. mas vamos dar tempo ao tempo e gastar um pouco ela pra ver o que acontece.

Na saída da estradinha, pela primeira vez eu vi os proprietários da casinha do outro portão de ferro. O senhor ainda fez uns sinais pra acelerar na descida. Simpático ele.

Já no estradão pra Souza’s Farm eu fiquei pra trás para dar um apoio moral pro Cássio, que vinha perdendo as pernas. O saco é que apoio moral resolve muito pouco no ciclismo… lembro das minhas primeiras vezes, os caras falavam: “-Força que estamos chegando”, “-Vamos lá, é o último morro.”, “-Esse morro é curtinho.”… mas pra quem vem sofrendo, não ajuda muito. Mas faz parte do negócio. É uma questão de meia dúzia de pedaladas e o negócio fica bem mais fácil.

Dessa vez não paramos no Bar-Que-Não-Tem-Nada-Suspenso. Paramos no mercado cujo nome é um sinônimo de casa grande medieval (nada de propaganda). Por alguns breves momentos ficamos só admirando a farmácia que tem do outro lado da rua. Mas foi por pouco tempo.

Eu estranhei que no boteco ao lado colocaram uma mesinha com 3 cervejas em cima… Pronto! Já veio um determinado tipo de povo sentar ao redor da mesa, com uns carros com som alto e umas pessoas do sexo feminino com um estilo de serem profissionais dos prazeres da carne remunerado…

Estou chegando a conclusão que o Bassolin e o Testolino atraem esse tipo de pessoas (aqueles que escutam pagode alto e KY a todo volume). Quando eu paro nos bares, isso não acontece… Bom, muita conversa e pouco pedal. Então vamos embora.

Essa parte do asfalto é muito chata, então vou pular esse trecho. Apenas uma parada tradicional na placa do Santo Detergente.


Na subida do Eberle o Testolino estava querendo me alcançar. Mas ainda não foi esse o dia em que os postes mijaram nos cachorros ;) .

Na parada de ônibus que tem ali no final vimos a mulher do Cássio passar com o carro do resgate. O homem não resistiu. Mas tudo bem. Isso faz parte. Nas próximas vezes ele se recupera.

Foram uns 50Km light (huahua). Mas o dia estava espetacular para a prática do MTB, e a tendência é melhorar ainda mais, o verão tá vindo aí…

Torrada americana em Fazenda Souza

Vamos lá. Saímos era 9 da madrugada deste sábado. Rumo a um pedal muito bom.

De caxias, fomos até Ccaravagio da 6ª légua, no Bar do Véio seguimos reto até São José da 6ª légua, na bifurcação pegamos as dereita e subimos o “morro do cachorro bandido”, seguimos em frente até São Braz. Avistávamos a igreja de longe mas não sabiamos o caminho a seguir… ainda mais quando chegamos numa PENTABIFURCAÇÃO

Nessa pentabifurcação ficamos olhando o mapa do Marcelo, olhamos, olhamos e não tinha nada parecido nele, hehehehe, então, eu e o Testolino convencemos o Igor e o Tom (amigo do igor) a seguir pelos mandamentos dos RomarioBikers: “na dúvida sobe-se, se estiver errado é só descer e voltar”.

E subimos… não tem como dizer que direção pegamos, mas foi uma das alternativas que ia para a direita, hauahuahauh, tinha outra pra direita que ia pra baixo e tinha mais duas para a esquerda… fora o caminho pelo qual viemos.

Estávamos no aminho certo. Ainda não somos tão perdidos, hehe

Chegamos em São Braz, comemos um pouco de poeira graças a um “pequeno” scania que descia o morrinho a milhão. Tomamos uma água, umas drogas naturais, um papo, avistamos uma lagarta verde e lembramos do Jorge, hehehehe

Não batemos fotos de nada, ninguém levou a vegetal por causa da chuva(!).

Seguimos então em direção a Fazenda Souza… sobe e desce interminável. Saimos numa estradinha que ao lado tinha uma plantação de maçã, um agricultor e um cachorro bem dócil que ficou nos encarando com uma cara de poucos amigos.

Adiante chegamos em uma bifurcação. Para onde seguir? Ninguém sabia.

Quem teve que voltar, enfrentar o cão dócil e pedir para o agricultor para qual caminho seguir? Sim, óbvio, os bundão né, os cara que andam de scott, hauhauahauahu… vortei e pedi para onde seguir, e o cão levantou e ficou me encarando.

Como o medo não é como a coragem, o meu diálogo com o agricultor não levou mais do que 10 segundos, e a distância.

Ela indicou descer pelas direita. E fomos por ali.

Descidão no meio do mato, estrada fechada, ótima. Passamos pelo “corredor dos pesgo”, saimos numa estradinha mais aberta, cruzamos o “portão de ferro” e seguimos até chegar em Fazenda Souza.

Almoçamos lá mesmo, uma toráda americana cada um, uma cubinha pros RomarioBikers, um descanso e resolvemos voltar pelo asfalto… o Igor mandava e resolveu voltar por ali.

Ah, o morro do eberle assuta mas não é tanto assim, subi a 16km/h até a última curva, depois diminui para 13km/h. Isso EU, que sou um sequelado bem armado. Um dia subo a 40, hauhauahauhaua

Parei lá em cima, um pouco antes do trevo para esperar os demais. Passados uns minutos chegou o Testolino, um pouco mais e passou o Tom, estava atrasado e nem parou, se mandou… Ficamos esperando o Igor. Ele estava demorando, fiquei preocupado e tava com vontade de voltar, mas resolvi esperar mais um pouco… e ele surgiu lá no fundo, vindo devagarito, na manha. Demorou pq teve que parar por causa das caimbras… faz parte.

E fomos pra casa

Um relato mal feito mas deu pra ter uma idéia do pedalzito. muito bom por sinal, o próximo quero descobrir para onde vai algumas estradinhas que cruzamos… e não choveu, hehe!

Abraços e até o próximo pedal.