Colhendo rabanetes

Seguinti, relato bem curto. Este pedal que relatarei (?) aconteceu ainda no dia 23 do mês passado, mas como não tivemos tempo para colocar no ar vai só agora, assim o site não fica parado, mesmo que esteja atrasado. E não tem muitos detalhes, hehehe.

Bom, reunimos a tropa em na frente da Igreja de São Pelegrino. Aí está a tropa de pedaladores do dia.

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Queríamos fazer um pedal diferente neste dia, relembrar os tempos que pedalávamos com toda tropa. Resolvemos então ir para os lados de Forqueta Baixa e arredores. Seguimos então em direção à Forqueta, depois entramos na estrada das Galinhas na pista, onde fizemos outra para da para fotos.

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Antes desta parada fizemos também uma filmagem, onde, desta vez, o câmera man fui eu e não o Zunho, como sempre acontece. Foi mais para dar uma sacada em como funcionava o equipamento e tal. Cois ade louco, uma câmera de nada no capaceta já tira completamente o equilíbrio. Foda, muito foda.Ah, a filmagem ficou uma bosta, um dia eu monto um vídeo só com as bobagens que falamos e posto aqui, um dia.

Bom, passamos pelas galinhas e seguimos adiante. Fomos em direção ao centro da terra, pela mesma estrada de sempre, até que então alguém gritou: “Vamos entrar ali, parece ter uma estradinha.”

Eu nem pensei duas vezes, entrei reto na estradinha que indicaram e começou um descidão do cão. Espetacular. No meio da descida eu fui sugado por uma valeta e o Zunho me passou. O Rambo vinha logo atrás e o resto da tropa mais atrás.

Paramos lá em baixo para reagrupar e tirar algumas fotos.

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Esperamos um pouco pois o Minu e o Testa não apareciam, só descobrimos depois que o Minu levou um capote e ficou colhendo rabanete.

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Bom, tropa reunida, partimos. Continuamos descendo e descendo, até que achamos uma entradinha que voltava para a estrada principal, passamos para ela e seguimos viagem. Paramos logo adiante para ultrapassar um rio que se formou no meio da estrada devido à uma queda d’água gigantesca. Mais adiante vocês verão ela de cima.

Seguimos viagem, agora o objetivo era fazer a subidinha da cascata do cotovelo mortal. Uma subidinha básica, bem fácil. Qualquer um sobe pedalando e sem suar.

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A foto acima foi tirada do meio do cotovelo, para terem idéia do local. A esquerda da foto, onde não se vê a estrada, é a parte que subimos para chegar ao cotovelo. Do lado direito da foto, é o resto da subida. Coisa linda isso.

Mais uma foto do mesmo local. Agora para mostrar o piso e o Zunho preparando outras fotos.

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Uma foto da vista geral.

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Uma foto da cascata que eu falei um pouco antes.

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Uma foto da tropa.

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E agora a parte principal do pedal, onde todos começaram a subir, um por vez. Primeiro foi o Zunhyo, exibidão.

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Força vagabundo. Depois foi a vez do Andrius.

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O Testa não foi fotografado, subiu muito rápido e não esperou a gente preparar o equipamento. Logo depois foi a vez do Rambo. Se peidou todo pra subir, mas subiu. A primeira vez desta subida é cruel, a bike foge pra todos os lados, é bem complicado, mas muito divertido.

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Depois foi o Minubas.

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E, por fim, sobrou pra mim fechar a subida. Óbvio que ninguém me esperou e tive que subir sem ser fotografado, assim eles podem ficar inventando coisas a meu respeito e tal. Mas lá de cima eu tirei uma foto do que subimos.

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Reagrupamos toda tropa em baixo de uma árvore para comer alguma coisa. Paradinha rápida, logo retomamos o pedal. Resolvemos tirar mais uma foto, agora do meio de transporte alternativo, quando as pernas cansam.

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Agora era subir mais e subir muito mais, pela estrada das uvas. Até lá em cima no asfalto foi rapidão. Subimos todos quase juntos, conversando e falando mal dos demais, como sempre.

No aslfato a festaacabou, seguimos em direção à Forqueta e fim de papo. Paramos num buteco para comer algo e tomar uma cocona, acompanhada de um limãozinho e seguimos embora. That’s all.Eu disse que ia ser rápido. Falow.

Vacas alpinistas

Mais um sábado, mais um pedal espetacular. E este foi espetacular ao extremo. Saímos só eu e o Minu, pois o resto da tropa ou não se manifestou, ou não podia. Saí de casa 8:40h, me dirigi ao centro, atravessando o caos matinal do sábado.

O combinado era se encontrar na igreja de São Pelegrino para a missa das 9 horas. No horário combinado o Minu apareceu. Conversamos um pouco, esperamos para ver se mais uma alma penada aparecia e largamos fora.

Partimos em direção à Caravágio, via RS, passamos pelo novo viaduto de bike, e seguimos caminho. Entramos na estradinha dos Romeiros, que está sendo preparada para receber, pasmem, aslfato.

Chegamos em caravágio sem susto algum e rapidão.

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Sem susto mais ou menos, pois ali foi onde o minu fez seu primeiro teste real das sapatilhas, hehehe. Primeiro tombo do dia.

Uma foto da igreja para comprovar que estivemos ali.

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E colocamos as queridas para descansar um pouco enquanto nós tomávamos água e falávamos mal dos ausentes.

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Ficamos uns 5 minutinhos ali observando o movimento até que começou uma missa. Nos dirigimos à frente da igreja e fizemos nossa oração.

Resolvemos voltar. Mas como era cedo, não tínhamos compromisso, as pernas estavam tranqüilas, resolvemos nos perder.

Descemos pelo caminho normal da volta, pela estrada dos romeiros, onde eu coloquei 64km/h na descidinha, hehehe. Os novos sapatos da Katja são ótimos de bãos.

No asfalto paramos para o Minu tomar o seu remédio, que mais parecia um supositório. Na verdade, eu to achando que era um supositório mas ele ficou com vergonha de, bem, vocês sabem…

Não subimos pelo caminho normal, dobramos as esquerdas e continuamos no asfaltinho.

Logo adiante paramos na capelinha. Ali tem uma entrada as dereita que eu sempre quis descobrir para onde ia. Dei a sugestão e o Minu veio, nem pensou duas vezes, já estávamos na estradinha.

Algumas casas, plantações e… fim da estrada. Que bosta. Vamos voltar? Que nada, olha ali, a estradinha segue.

Achamos uma quebrada na estrada, subidinha meia chata, mas seguimos. Logo adiante avistamos um cidadão fazendo os reparos num parreiral, paramos e pedimos informações.

Ele disse que a estrada seguia e poderíamos passar. Agradecemos e seguimos viagem. Mais adiante começou a subida. Puta merda, subidinha mais chata ainda, apontando pra cima. Daquelas que esquentam as pernas só de olhar.

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Seguimos viagem, perdidos, sem saber pra que lado estávamos indo, mas sempre pedalando e rindo.

Mais adiante descobrimos uma nova estrada que no futuro será filmada, pois se subir foi espetacular, descer deve ser melhor ainda. Prontamente denominamos de MORRO DAS VACAS ALPINISTAS.

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Por que?

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Paramos num ponto no meio da subida para registrar algumas fotos e se bobear um pouco.

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Será que dá?

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Bom, algum tempo parado e as pernas começaram a esfriar, retomamos logo o pedal antes que aparecesse alguém e nos desse um tiro pensando que estávamos roubando as vacas porradonas.

Logo adiante um cotovelo pras esquerdas, mais adiante um pras dereita e outro pras esquerdas. E a subida continuava. Estávamos no topo do morro até que chegamos em uma plantação.

Ah, calma, antes da plantação o Minu caiu ainda duas outras vezes devido ás sapatilhas que não queriam se soltar. Ficou olhando a paisagem e perdeu o controle.

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Não tinha mais estrada por onde seguir, só as tradicionais estradinhas de lavouras, por onde passam as tobatas, cachorros e viventes da região.

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Após um bom tempo andando pra lá e pra cá, completamente perdidos no meio de mais uma plantação e inúmeras estradinhas, achamos um vivente. Ele nos explicou por onde ir, não entendemos nada e nos perdemos novamente.

Mas saímos de novo na mesma estradinha que chegamos no topo do morro, só que agora resolvemos ir adiante, seguir por ela mesma.

Andamos uns 50 metros e escutamos uma matilha de cães raivosos sedentos por pernas de ciclistas. Eu gelei, o Minu parou, ficamos estáticos, pois não havia o que fazer a não ser respirar.

Quando os cachorrinhos estavam já no nosso lado veio um grito lá de longe, de cima de uma tobata. “Paaaaaaaarrrrrrrrrraaaaaaaaaaaaaa…” e todos pararam.

Era o dono dos bichos do mal. Eles se acalmaram e fomos conversar com o vivente. Fomos nada, conversamos a distância, pois ninguém queria se mexer dali, hehehe.

Após alguns instantes de conversa os bichos se acalmaram e se dispersaram, chegamos mais perto dos agricultores e estabelecemos um diálogo. Conversamos um pouco, pedimos informações e eles nos mostraram a estrada por onde seguir.

Fácil, fácil, tendo educação e respeito pelo que é dos outros tudo fica mais fácil. Nos despedimos e seguimos caminho, mas os cachorros não nos esqueceram e continuaram latindo, hehehe.

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Chegamos no final da estradinha por onde o cidadão mandou seguir. Havia uma bifurcação e nenhuma das duas aparentava ser transitável. Seguimos pela esquerda e rapidamente notamos que não era por ali, pois nos enroscamos num arame no meio do gramado alto.

Voltamos e seguimos pelo outro lado, não tinha estrada, não tinha trilho, só gramado e plantação… e um banhadão também.

Andamos alguns metros e chegamos em outra propriedade e novamente uma manada de cachorros nos recebeu. Paramos como anteriormente e aguardamos as feras se acalmarem.

Ficamos ali, estáticos, até que apareceu um vivente. Devia ser o dono das terras, e os cachorrinhos queridos se acalmaram e nos esqueceram.

Nos apresentamos, conversamos com o Seu Bertuol e já fizemos amizade, estamos liberados para passar ali outras vezes, sempre que precisar. Segundo o Minu ele nos convidou até pra almoçar. Hehe. O minu achou o lugar interessante.

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Explicamos que novamente estávamos bem perdidos e ele nos deu a dica. Estávamos perto de onde queríamos chegar, na estrada que levava ao clube Parque das Águas, segundo seu Bertuol ela logo ali depois da curva.

Curva? Estrada? Onde?

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Bom, nos despedimos, agradecemos e seguimos o conselho da mente sábia do campo. E deu certo, andamos mais aulguns metros e chegamos em lugar conhecido. Saímos do meio do mato direto na estradinha que leva ao clube. Espetacular.

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Demos alta volta, nos perdemos, descobrimos outras estradinhas, subimos e saímos ali, na estradinha conhecida. Que maravilha. Este caminho está marcado, será feito no futuro, pelo lado inverso, para podermos descer e filmar a descida das VACAS ALPINISTAS.

Dali até o clube foi um tapa, sem susto mesmo, pois acho que a partir do quase terceiro tombo o Minu começou a pegar as manhas dos engates dos pés e não caiu mais.

Passamos pelo clube, abandonado, e seguimos. A subida agora está mais cruel do que nunca, pois está calçada. Paralelepípedos e mais paralelepípedos. Coisa bem ruim de subir. Quando chegamos no cotovelão lá em cima eu agradeci.

Saímos da estrada e pegamos o asfalto, sim, agora está tudo asfaltado ali, acredito que o asfalto tenha chegado em Mato Perso, em uma outra oportunidade vamos vonferir.

A fome bateu, aí fomos até Forqueta Beach para comer algo. Paramos num buteco, pedimos o tradicional limãozinho e comemos um X. Encontramos ali também um grande amigo. Sir Dailor Santos, que estava chegando de viagem.

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Após um tempinho de conversa deixamos ele ir embora e sentamos para almoçar.

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E tomar o limãozinho.

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Descansamos um pouco, rimos dos viventes mais estranhos que habitam este planeta e estavam no mesmo buteco que nós e resolvemos partir de volta pra casa.

Voltamos pela estrada de dentro de Forqueta, para não pegar o asfalto e o tumulto da RS. Chegamos em Caxias tranqilos, sem maiores sustos.

Nos despedimos e cada um seguiu pro seu lado. Deu 63km pra mim, foi um pedal espetacular, com direito a muita diversão, como sempre. Até o próximo.

Abrindo o Rio das Antas

Ta frio aí? Aqui não, quase 5°C, temperatura ótima para congelar. Ainda mais se estiver pedalando. Eita nóis. Sábado rolou um pedalzito espetacular, estradas novas, desconhecidas, alucinantes.

Nos reunimos 8:37h no Bosteiro, eu, Testolino, Zunho e o Rambo, também conhecido como Douglas, mas que não será chamado pelo nome, pois isso não pode acontecer, hehehe.

Não estava tão frio, estava semi-frio, nem precisamos usar calça, foi de bermuda mesmo. E ainda teve gente que arriscou ir só de camiseta. Estes caras da fronteira são ginetes, hehehe.

Largamos em direção aos Spa, subimos tranqüilos, conversando, todos sempre juntos. Descemos a Linha 30, pegamos uma chuvinha no início, mas nada que assustasse muito, pois estávamos bem protegidos.

Descemos e descemos, até o atalho que nos leva ao atalho da casa Portuguesa, sim, muitos atalhos, todos bem conhecidos e que já foram tratados em outros pedais. Subimos até a casa Portuguesa rapidão, pra esquentar as pernas. Lá em cima apenas uma paradinha rápida para reagrupar a tropa e seguimos viagem pela estrada do Morceguinho.

Passamos pela casa do morceguinho e ele não apareceu, deve ter congelado com o frio, só pode.

Mais adiante uma breve parada para os primeiros retratos do dia. Nestes dias de pedalada congelante tem poucas fotos, pois não dá para ficar parando toda hora, o cara congela fácil fácil.

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A gurizada toda: Testolino King, Zunho Ueifi, Rambo Pelotense e Bassolino Kid

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Da capela em diante é uma descidinha rápida até a estrada asfaltada que cruza a região e leva até Nova Pádua. Eu nunca lembro o nome das localidades por onde passamos, aí tive que pedir ajuda ao mestre Testolino para lembrar que paramos na localidade denominada Travessão Alfredo Chaves.

Passamos reto, cruzamos o centro da vila e seguimos adiante, pelo mesmo caminho feito no último pedal até o Belvedere Gelain. Passamos pela Casa Abandonada, seguimos em frente, uma chuvinha chata ameaçou perturbar novamente e chegamos na encruzilhada do Cu Largo.

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O Testolino estava com calor. E ainda brincou de Beavis and Butthead: “I am cornolho.”

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Seguimos viagem, sempre pela estrada principal, não entramos em nenhuma outra estradinha para não se perder, hehehe.

Pedalamos sempre unidos, conversando e falando mal dos outros, além de, é claro, dar muita risada. Mais adiante toca o meu celular e eu paro pra atender, os demais seguem caminho. Após a ligação, me mando e nos reagrupamos novamente.

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O local onde estávamos é bem alto, no topo da serra, dá pra ver o vale lá em baixo. Região muito bonita e que no futuro será totalmente desbravada, pois tem muitas estradinhas para estes lados, ótimas para se perder. Além de ter um visual espetacular.

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Bom, dali em diante o caminho era desconhecido, apenas sabíamos pelo que conseguimos visualizar no gluglu érti, que também não nos ajuda muito, mas dá pra ter uma idéia.

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Seguimos caminho, sempre pela estrada principal. De início achávamos que iríamos apenas descer, mas nos enganamos, pois tinha alguns trechos, quase todos, de subidinha chata,

Paramos numa casa para pedir informações, pra falar a verdade era só pra jogar conversa fora com os viventes da região, pois é difícil alguém passar uma informação correta quando à distâncias, mesmo assim o Testolino insistiu em perguntar, hehehe.

O Tiozão da casa disse que não tinha saída a estrada, que chegava no rio das antas e depois tinha que atravessar para sair pra Antônio Prado.

Não tem saída? Oba, estávamos no caminho certo.

E começou a descida. E que descida! Se não foi a melhor já feita, está entre as melhores, pois foi espetacular. Descidão do demo, com trechos bastante críticos, mas bem divertida, deu até pra colocar 63,7km/h, hehehehe.

Apreciem com moderação.

[video]http://www.youtube.com/watch?v=UWMoMPQztwM[/video]

Depois desta espetacular descida ao inferno, depois de ter quase se encontrado com o chifrudo, depois de detonar os freios do Testolino, o negócio era voltar, pois em frente não dava mais pra ir.

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Eu juro que tentei abrir o rio, mas não funcionou

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Todo mundo quis parar para tirar foto e marcar sua presença do fim do mundo, à beira do rio das antas, mas como eu sou egoísta só coloquei a minha foto, hehehe.

Só o Testolino não desceu e tirou fotos no rio, ele estava preocupado com a distância que nos encontrávamos da civilização e preferiu ficar em um ponto mais visível, pra que as equipes de resgate não tivessem muito trabalho para nos encontrar.

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Voltamos um pouco pela trilha e paramos no descampado que tem logo acima. Acreditamos que ali os caras param para acampar quando vão caçar os elefantes da região.

Ah, aqui vai uma solicitação aos caçadores, motociclistas, bicicletistas e todos transeuntes que freqüentam as matas, trilhas, estradinhas e locais remotos: LEVEM O SEU LIXO DE VOLTA, BANDO DE FILHO DE PAI CORNO.

Putaqueopariu, é revoltante isso. Achamos latas de cerveja, sacos plásticos, garrafas de vidro, um monte de sujeira no local. Este povo não tem jeito mesmo, somente a extinção desta raça resolve os problemas da humanidade.

Feito o desabafo, seguimos com o nosso relato tradicional.

Enquanto o Testolino e o Zunho ficavam trepando as árvores para pegar Vergamota e comer, eu e o Rambo resolvemos desbravar outra trilha que avistamos.

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Entramos na trilha devagarito, pois não sabíamos se o satanás estava ali ou não. De início a estradinha é tranqüila, com dois trilhos e mato pra todo lado. Depois ela vai fechando cada vez mais, mas sempre fica o trilho por onde podemos passar.

Andamos uns 800 metros trilha adentro, paramos e voltamos, pois não queríamos separar a tropa, andamos sempre juntos. No futuro desceremos até ali novamente para ver onde sai esta estrada, nem que saia no rio como a outra, hehehe.

Voltamos e comemos umas Vergamotas com os outros pedaladores. Descansamos um pouco, testei o celular e por incrível que pareça, tinha sinal. Ou seja, no inferno também pega celular.

Em alguns momentos até o Sol apareceu, não sei porque, mas perecia mais um sinal vindo de Alguém lá de cima, avisando a gente pra voltar, pois estávamos muito perto do capeta.

Arrumamos as tralhas e voltamos. Sim, por onde descemos. Se vocês conseguiram observar no vídeo, a descida é fantástica, mas a subida é cruel.

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Lá de baixo a gente imaginava como seria bom estar lá em cima.

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O Testolino e o Rambo largaram na frente, subiram antes. Eu e o Zunho ficamos um pouco pra trás, pois paramos para arrumar minha corrente que resolveu cair entre o K7 e a roda. Coisa boa isso.

Passado o sufoco, resolvemos tirar umas fotins do lugar.

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Subimos devagarito, em vários pontos quase impossíveis de pedalar o negócio foi empurrar.

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A subida toda foi assim, em alguns trechos dava pra pedalar, em outros tinha que empurrar, muito íngreme e as pernas estavam cansadas. Mas indo com a gurizada e conversando o negócio fica divertido.

Lá em cima, no último cotovelo sofri um apagão. Coisa ruim isso. Resolvemos parar, descansar e meter um sal pra dentro do organismo, pois estava pedindo.

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E finalmente chegamos ao topo da serra, onde os dois outros pedaladores nos aguardavam.

Dali em diante foi uma volta tranqüila, não paramos mais e fomos num ritmo bom, apesar das pernas estarem pedindo água.

Chegamos novamente pelo Travessão Alfredo Chaves, paramos para comer alguma coisa e descansar um pouco, já havia passado das 2 horas da tarde e estávamos bem cansados e com fome.

Paramos no único buteco da região, compramos um pacote de pão, queijo, presunto, salgadinhos, uma cocona e alguns grostolis para repor as energias.

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Ficamos um tempo descansado e logo em seguida seguimos viagem. Subimos pela estrada do morceguinho, mesmo cainho que fizemos na ida. Tava todo mundo cansado, esgualepado e a subida não é tão simples, ela é bem chata.

Subi na frente, quase perdendo as pernas, logo atrás vinha o Zunho e fechando a tropa o Testolino e o Douglas. Lá em cima, na casa portuguesa reunimos todos novamente.

Entramos na estrada principal em direção à linha 60, descemos o asfalto do 40 e subimos o Zanrosso, que logo logo estará asfaltado também. Dali até os SPA foi um tapa.

E terminou mais uma pedalada fenomenal, espetacular. Cada um seguiu pra sua casa. 84km muito bem rodados, com a diversão de sempre. Era isso, até o próximo.

Um passeio em Mato Perso

Pedal marcado, pedal pedalado. O pedal deste final de semana foi show de bola, como todos os outros. Era pare ter sido em equipe, mas muitos não puderan participar, então, restou para dois pedaladores encarar a estrada. Eu e o Gaio partimos rumo a mais uma pedalada.
Tudo começou com a descidinha asfaltada até Santa Giustina. Uma ótima descida para pegar um vento na cara.


Depois da descida e uma leve subida asfaltada chegamos em Santa Giustina e paramos para uma foto da equipe.


Partimos então com destino a Mato Perso. Uma longa descida de estrada de chão nos aguardava. Esta descida é ótima para um “dáumrriu”. Ela separa os homens das crianças, hauhauahauhaua.


Lá embaixo, onde a descida acaba, mais uma parada para fotos da equipe. Na ponte onde o rio Tega não é tão sujo, pois não vimos nenhuma geladeira nem sofás boiando na água.


Uma boa subida nos aguardava. Mas antes dela, uma pausa para a bananinha.


E a subida começa.


Pausa: Sim, isto aí é uma aranha esmagada. Pequenota. Pena que não achamos nenhuma viva para trazer pra casa.


Lá em cima, quase no topo, a visão que todos aguardam após uma subida.


Toda subida nos traz uma recompensa.


E chegamos em Mato Perso. Tranquilos, paramos no único posto da localidade, estava tudo fechado. Fizemos o cidadão do buteco abrir o estabelecimento pra nós e nos preparar um rango. Comemos, tomamos uma coca, demos uma descansada e nos preparamos para a volta. Ah, sim, claro, óbvio, fotos inusitadas para a posteridade. Pra quem não conhece, isso que eu estou pilotando, é uma TOBATA.


E a volta foi boa. voltamos pelo caminho que leva à Forqueta, pegamos o desvio pela estrada dos Romeiros e seguimos em frente. O Gaio estava meio mal, fazia tempo que não pedalava, mas voltamos na boa, sem pressa, parando quando necessário para ele descansar. Enquanto ele descansava, eu me divertia.


E chegamos em Caxias. Tudo certo. Tudo pronto para a próxima pedalada. Falow…